...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Haja maçã
Eu precisaria de um pomar maior do que o da Fazenda Renar para entregar hoje uma maçãzinha para todos os meus professores. Como essa possibilidade é absurda, e como a minha memória de elefante não é suficiente para lembrar rigorosamente o nome de todos aqueles que já me deram aula na vida, vai aqui uma homenagem para os mais marcantes. Primeiro para Dona Conceição, é claro, que me ensinou a ler entre tantas outras coisas. Seu Egídio, com quem aprendi o gosto pela escrita e que também me ensinou a essência de todo o resto que eu sou. Dona Ivanilda, da primeira série lá no Colégio Santa Terezinha, em Curitibanos. Dona Maria Ilse, de português, já na quinta série do Instituto. Pinho, de física, e Mário, de biologia, no segundo grau do Catarinense. Gilka, Regininha, Gastão, Karam, Scotto, Gatti e tantos outros no curso de jornalismo da UFSC. Genebaldo e Armando na especialização. A fada Gilka de novo no mestrado e para sempre. Marina no grupo de dança do Instituto. Zé Paulo e Aldy no Yázigi. Beijos carinhosos para todos vocês, que me ensinaram a não querer parar nunca de estudar e de aprender.
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