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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Barulhinho bom

Fuçando em imagens do computador, achei o videozinho feito pelo Marcelo no dia 24 de janeiro de 2009, num passeio ultra divertido para o Arvoredo (com Douglas a dois dias de ser meu namorado, Tati, Alan, Marcelo e Viviane, no barco do sempre querido capitão Zé). Saudade do mar, saudade da Bahia, saudade de mergulhar pra ver tartarugas placidamente nadando em sua liberdade azul.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Que silenciem todos os tambores do céu

Porque o Lucas, nosso Sky, o percussionista-octopus, está chegando por lá.
Vai em paz, menino querido!
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[Na foto, Sky, Fred, eu, André e Daniels - eu infiltrada no adorável grupo de melhores amigos do meu irmão, no dia dos 60 anos da minha mãe. Sky misteriosamente nos deixou há algumas horas e estamos todos ainda de cara.]


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Tenho algo a dizer sobre a gripe A

Não, gripe A não é brincadeira. Podem dizer que tem sensacionalismo pra mais ou pra menos, exagero pra mais ou pra menos, sonegação de informações ou teoria da conspiração. Só o que sei com certeza é o que presencio. Desde segunda-feira passada hunny está com a maledeta, e devo dizer que pra derrubar alguém como ele tem que ser um bichinho muito power. A febre constante de 38-39 graus só deu trégua ontem. O tratamento indicado pelo médico, para casos sem complicações maiores como o dele, foi simples: repouso, paracetamol 750 para controlar a febre, isolamento para evitar contágio de outras pessoas, boa alimentação e ingestão de líquido. Ninguém nem mencionou o tal Tamiflu, ou seja, pelo menos com a gripe de hunny a empresa do Donald Rumsfeld não lucrou nem um centavo de dólar ou de real. Testemunhando como ele ficou debilitado, imagino que para crianças, idosos e pessoas com a saúde frágil realmente os efeitos do viruzinho safado sejam bem perigosos. Felizmente não foi aqui o caso. Mas agora está tudo bem e logo ele já vai estar gastando as solas de seus Mizuno nas corridas de 10-15km baía sul afora. E nosso e-dating compulsório vai poder voltar à modalidade presencial... enfim.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Bloomsday

Vejo no blog da professora Regina que hoje é dia de James Joyce, o escritor irlandês talvez mais aclamado do mundo - e o clima adivinhou, porque com essa chuvinha até parece mesmo estarmos na Irlanda. Enquanto bebo meu brazilian coffee (é cedo demais para um irish) e observo na lista de e-mails a quantidade de abacaxis que terei que descascar no trabalho, lembro que foi "Ulisses", a obra-prima de Joyce, o último presente que dei a meu pai. É a oitava edição publicada pela editora Civilização Brasileira, traduzida pelo Antônio Houaiss (o cara do dicionário?!).

Pai e eu conversamos uma vez sobre esse livro e ele comentou ter vontade de ler - sabia que era um texto árido, mas ele, bom escritor e bom leitor que era, gostaria de encarar. Na época não tinha essa de comprar pela Internet (e obviamente Estante Virtual ainda era idéia de ficção científica), então eu fui a pezito mesmo com minha bolsa de pesquisa na carteira procurar o livro para ele. Rodei bastante, me estressei com um livreiro famoso local, também já falecido, que queria cobrar praticamente o valor da minha bolsa por um exemplar velho e fedorento esquecido no sótão da livraria. Persisti mais um pouco na busca e achei o tal exemplar da Civilização Brasileira, novinho e a um preço possível para uma estudante, na Livros & Livros. Levei para seu Egídio como presente de aniversário, naquele dia primeiro de setembro de 1994. Dois meses depois ele se foi. O livro ficou comigo, marcado na página 19.

Espero hoje à noite poder fazer um brinde de Guinness a Joyce e a seu Egídio. Mas antes tenho que sair de dentro das pantufas, passar pelo chuveiro e encarar Frogville, que hoje tem muito de Dublin. Bom dia pra todo mundo.