Fuçando em imagens do computador, achei o videozinho feito pelo Marcelo no dia 24 de janeiro de 2009, num passeio ultra divertido para o Arvoredo (com Douglas a dois dias de ser meu namorado, Tati, Alan, Marcelo e Viviane, no barco do sempre querido capitão Zé). Saudade do mar, saudade da Bahia, saudade de mergulhar pra ver tartarugas placidamente nadando em sua liberdade azul.
...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Que silenciem todos os tambores do céu
Porque o Lucas, nosso Sky, o percussionista-octopus, está chegando por lá. Vai em paz, menino querido!
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[Na foto, Sky, Fred, eu, André e Daniels - eu infiltrada no adorável grupo de melhores amigos do meu irmão, no dia dos 60 anos da minha mãe. Sky misteriosamente nos deixou há algumas horas e estamos todos ainda de cara.]
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Tenho algo a dizer sobre a gripe A
Não, gripe A não é brincadeira. Podem dizer que tem sensacionalismo pra mais ou pra menos, exagero pra mais ou pra menos, sonegação de informações ou teoria da conspiração. Só o que sei com certeza é o que presencio. Desde segunda-feira passada hunny está com a maledeta, e devo dizer que pra derrubar alguém como ele tem que ser um bichinho muito power. A febre constante de 38-39 graus só deu trégua ontem. O tratamento indicado pelo médico, para casos sem complicações maiores como o dele, foi simples: repouso, paracetamol 750 para controlar a febre, isolamento para evitar contágio de outras pessoas, boa alimentação e ingestão de líquido. Ninguém nem mencionou o tal Tamiflu, ou seja, pelo menos com a gripe de hunny a empresa do Donald Rumsfeld não lucrou nem um centavo de dólar ou de real. Testemunhando como ele ficou debilitado, imagino que para crianças, idosos e pessoas com a saúde frágil realmente os efeitos do viruzinho safado sejam bem perigosos. Felizmente não foi aqui o caso. Mas agora está tudo bem e logo ele já vai estar gastando as solas de seus Mizuno nas corridas de 10-15km baía sul afora. E nosso e-dating compulsório vai poder voltar à modalidade presencial... enfim.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Bloomsday
Vejo no blog da professora Regina que hoje é dia de James Joyce, o escritor irlandês talvez mais aclamado do mundo - e o clima adivinhou, porque com essa chuvinha até parece mesmo estarmos na Irlanda. Enquanto bebo meu brazilian coffee (é cedo demais para um irish) e observo na lista de e-mails a quantidade de abacaxis que terei que descascar no trabalho, lembro que foi "Ulisses", a obra-prima de Joyce, o último presente que dei a meu pai. É a oitava edição publicada pela editora Civilização Brasileira, traduzida pelo Antônio Houaiss (o cara do dicionário?!).
Pai e eu conversamos uma vez sobre esse livro e ele comentou ter vontade de ler - sabia que era um texto árido, mas ele, bom escritor e bom leitor que era, gostaria de encarar. Na época não tinha essa de comprar pela Internet (e obviamente Estante Virtual ainda era idéia de ficção científica), então eu fui a pezito mesmo com minha bolsa de pesquisa na carteira procurar o livro para ele. Rodei bastante, me estressei com um livreiro famoso local, também já falecido, que queria cobrar praticamente o valor da minha bolsa por um exemplar velho e fedorento esquecido no sótão da livraria. Persisti mais um pouco na busca e achei o tal exemplar da Civilização Brasileira, novinho e a um preço possível para uma estudante, na Livros & Livros. Levei para seu Egídio como presente de aniversário, naquele dia primeiro de setembro de 1994. Dois meses depois ele se foi. O livro ficou comigo, marcado na página 19.
Espero hoje à noite poder fazer um brinde de Guinness a Joyce e a seu Egídio. Mas antes tenho que sair de dentro das pantufas, passar pelo chuveiro e encarar Frogville, que hoje tem muito de Dublin. Bom dia pra todo mundo.
Pai e eu conversamos uma vez sobre esse livro e ele comentou ter vontade de ler - sabia que era um texto árido, mas ele, bom escritor e bom leitor que era, gostaria de encarar. Na época não tinha essa de comprar pela Internet (e obviamente Estante Virtual ainda era idéia de ficção científica), então eu fui a pezito mesmo com minha bolsa de pesquisa na carteira procurar o livro para ele. Rodei bastante, me estressei com um livreiro famoso local, também já falecido, que queria cobrar praticamente o valor da minha bolsa por um exemplar velho e fedorento esquecido no sótão da livraria. Persisti mais um pouco na busca e achei o tal exemplar da Civilização Brasileira, novinho e a um preço possível para uma estudante, na Livros & Livros. Levei para seu Egídio como presente de aniversário, naquele dia primeiro de setembro de 1994. Dois meses depois ele se foi. O livro ficou comigo, marcado na página 19.
Espero hoje à noite poder fazer um brinde de Guinness a Joyce e a seu Egídio. Mas antes tenho que sair de dentro das pantufas, passar pelo chuveiro e encarar Frogville, que hoje tem muito de Dublin. Bom dia pra todo mundo.
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