...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
sábado, 15 de novembro de 2008
Palavrinha do dia: escolhas
O que eu tenho e vivo hoje é resultado das escolhas que eu fiz. E isso vale para todo mundo. Ou seja, o que cada um tem e vive é resultado das escolhas que fez. Simples assim. Perceber isso me deixou mais leve. A vida é bela.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Blue skies smiling at me (II)
A cor do céu ainda é como eu lembrava. Impressionante como revê-lo me deixou estranhamente otimista. Jardineiro agendado para domingo, meu quintal vai voltar a ficar bonito. Minha mãe vem para o final de semana e estamos combinando ajeitar algumas coisas em casa, para esperar as festas de fim de ano. Quando saí para o trabalho, os cachorros estavam preguiçosamente estatelados no gramado. Lola, em especial, fica muito feliz em dias de sol. Eu também. Vesti uma blusa alaranjada em homenagem ao astro-rei e segui alegremente pela SC-401 fazendo planos. E confiante de que todas as energias ruins vão se dissipar, estão se dissipando. Feliz com tudo o que eu tenho - é tanta coisa! - e com tudo o que ainda vou ter. Nothing but blue skies from now on.
Mesmo que volte a chover.
Mesmo que volte a chover.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Xô, coisa ruim
Não custa tentar. Resolvi seguir a dica da Rafa no comentário do post abaixo e fiz uma lista de algumas coisas negativas das quais quero me afastar. E fiz outra lista com as coisas boas que quero que se concretizem. Por enquanto isso fica no arquivo de posts impublicáveis, mas quem sabe daqui a um ano eu não faço um balanço do que rolou...
Mente aberta, coração tranqüilo. E força na peruca!
Rafa, beijo pra ti!
Mente aberta, coração tranqüilo. E força na peruca!
Rafa, beijo pra ti!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Palavrinha do dia: paciência
Aquela que, como Lenine me ajudou a entender, eu finjo ter. Não sei até quando.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
a vida não pára.
Enquanto o tempo acelera e pede pressa,
eu me recuso, faço hora, vou na valsa,
a vida é tão rara.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
e a loucura finge que isso tudo é normal
eu finjo ter paciência.
O mundo vai girando cada vez mais veloz,
a gente espera do mundo e o mundo espera de nós
um pouco mais de paciência.
Será que é tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
eu sei: a vida não pára.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
a vida não pára.
Enquanto o tempo acelera e pede pressa,
eu me recuso, faço hora, vou na valsa,
a vida é tão rara.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
e a loucura finge que isso tudo é normal
eu finjo ter paciência.
O mundo vai girando cada vez mais veloz,
a gente espera do mundo e o mundo espera de nós
um pouco mais de paciência.
Será que é tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
eu sei: a vida não pára.
Eu finjo
Santo Agostinho costumava dizer que “a recompensa da paciência é a paciência”. De fato, aquele que persevera, que cultiva a paciência, tende a conseguir os objetivos que almeja. Entretanto, mais importante do que conseguir algo externo que se deseja, o melhor de tudo é que desenvolver a paciência tornará você uma pessoa muitíssimo mais virtuosa, Ana. O quinto hexagrama do I Ching surge lembrando que é preciso esperar um pouco. Você já inaugurou o movimento de conquista, já pôs as engrenagens em andamento, agora lhe resta esperar pacientemente que a planta brote. Justamente por isso, é importante que você não se permita levar por inseguranças infundadas, nem tampouco por uma tola ansiedade. Dê tempo ao tempo e tenha fé. As coisas acontecerão conforme você deseja, mas você precisará saber esperar e com o tempo perceberá que esta espera trouxe apenas prazer e felicidade. Muita paz de espírito advém de quando aprendemos a desenvolver as importantes virtudes da paciência. Siga em frente, com fé.
Ok, podem me dizer que é bobagem, que essas coisas de internet são um embuste, etc, etc, etc. Mas já faz muito tempo - muito tempo - que eu jogo o IChing no Personare e essa mensagem acima se repete. E se repete, e se repete, e se repete. E eu finjo que tenho paciência. Mas estou começando a perder. Puxa pelo nariz. Solta pela boca.
Ok, podem me dizer que é bobagem, que essas coisas de internet são um embuste, etc, etc, etc. Mas já faz muito tempo - muito tempo - que eu jogo o IChing no Personare e essa mensagem acima se repete. E se repete, e se repete, e se repete. E eu finjo que tenho paciência. Mas estou começando a perder. Puxa pelo nariz. Solta pela boca.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Sabedoria popular

Meu avô materno era pescador artesanal na Lagoa. Minha mãe sempre conta que ele dizia que quando chovia na lua nova de agosto, isso era o início de um período chuvoso de sete luas novas. [Vale dizer que eu não o conheci; eu estava de oito meses na barriga da minha mãe quando vô Waldemiro morreu. Por isso as histórias que eu sei dele sempre têm a mãe ou os tios como mediadores. Mas eu acho que adoraria aprender as coisas todas que ele sabia.]
Resolvi folhear as páginas da agenda pra trás em busca de alguma anotação que me ajudasse a lembrar se na lua nova de agosto estava chovendo ou não. Precisei fazer uma equação entre agenda de papel e e-mails (viva o gmail) para lembrar que... sim, estava chovendo no dia 1o. de agosto, primeiro dia de lua nova daquele mês. O que me deu certeza disso foi uma troca de e-mails feita com um amigo que estava no Nordeste por esses dias - ele tirando onda por causa do sol e do calor, e eu reclamando da chuvarada. Bingo.
Bem, então se choveu na lua nova de 1o. de agosto, reza a sabedoria popular que o tempo instável vai durar até... fevereiro. E viva a TV a cabo. E viva o pay-per-view.
Resolvi folhear as páginas da agenda pra trás em busca de alguma anotação que me ajudasse a lembrar se na lua nova de agosto estava chovendo ou não. Precisei fazer uma equação entre agenda de papel e e-mails (viva o gmail) para lembrar que... sim, estava chovendo no dia 1o. de agosto, primeiro dia de lua nova daquele mês. O que me deu certeza disso foi uma troca de e-mails feita com um amigo que estava no Nordeste por esses dias - ele tirando onda por causa do sol e do calor, e eu reclamando da chuvarada. Bingo.
Bem, então se choveu na lua nova de 1o. de agosto, reza a sabedoria popular que o tempo instável vai durar até... fevereiro. E viva a TV a cabo. E viva o pay-per-view.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
the warning voice
I've got you under my skin
I've got you deep in the heart of me
So deep in my heart you're really a part or me
I've got you under my skin
I try so not to give in
I say to myself this affair never gonna go so well
But why should I try to resist when baby I know so well
That I've got you under my skin
I'd sacrifice anything come what might
For the sake of holding you near
In spite of the warning voice
That comes in the night
It repeats and it shouts in my ear
Don't you know, blue eyes, you never can win
Use your mentallity, wake up to reality
And each time that I do just the thought of you
Makes me stop before I begin
Cause I've got you under my skin
Letra de Cole Porter eternizada por Frank Sinatra (e na gravação que eu tenho, com Bono Vox). Hoje lembrei de novo dessa música e ela voltou a habitar minha cabeça. Ela e the warning voice. Oh céus.
I've got you deep in the heart of me
So deep in my heart you're really a part or me
I've got you under my skin
I try so not to give in
I say to myself this affair never gonna go so well
But why should I try to resist when baby I know so well
That I've got you under my skin
I'd sacrifice anything come what might
For the sake of holding you near
In spite of the warning voice
That comes in the night
It repeats and it shouts in my ear
Don't you know, blue eyes, you never can win
Use your mentallity, wake up to reality
And each time that I do just the thought of you
Makes me stop before I begin
Cause I've got you under my skin
Letra de Cole Porter eternizada por Frank Sinatra (e na gravação que eu tenho, com Bono Vox). Hoje lembrei de novo dessa música e ela voltou a habitar minha cabeça. Ela e the warning voice. Oh céus.
domingo, 9 de novembro de 2008
Saludos
Cumprimentos (de chegada ou de despedida) de que eu gosto:
1) Um abracinho (Clarah Averbuck);
2) buenas e me espalho! nos pequenos dou de prancha, nos grandes dou de talho (capitão Rodrigo na obra de Érico Veríssimo);
3) hasta la vista, baby (o Exterminador do Futuro);
4) sinto privá-los de minha doce companhia (eu, na redação do jornal);
5) you say goodbye, I say hello... hello, hello... I don't knot why you say goodbye - I say hello (os besouros)
1) Um abracinho (Clarah Averbuck);
2) buenas e me espalho! nos pequenos dou de prancha, nos grandes dou de talho (capitão Rodrigo na obra de Érico Veríssimo);
3) hasta la vista, baby (o Exterminador do Futuro);
4) sinto privá-los de minha doce companhia (eu, na redação do jornal);
5) you say goodbye, I say hello... hello, hello... I don't knot why you say goodbye - I say hello (os besouros)
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