...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Meu pé esquerdo
Não sei se é excesso de cálcio, ou se meus dedos têm um formato errado, ou se é mais um efeito do meu sistema imunológico descontrolado (firewall alto). Mas minha unha do dedão esquerdo inflamou de novo. É um saco. Passei a adolescência inteeeeira me incomodando com unhas dos pés encravadas. Nunca nenhum dermatologista deu jeito. Imagino que a tendência natural tenha sido favorecida, naquela época, aos All Star e seus bicos borrachudos apertados, que espremiam os dedinhos. Mas agora, total adepta das sandalinhas abertas, não entendo por que isso continua acontecendo. Já tentei todas as receitas possíveis e até hoje a que deu mais certo foi benzedura. Desde que benzi essa unha problemática, há três anos (lembro bem que estava em processo de escrita da dissertação), o problema reduziu bastante - mas mantive, é óbvio, cuidados básicos como cortar a unha bem certinho e jamais tirar muito as pelezinhas dos cantinhos quando faço o pé. Mas quarta-feira, minha pedicure deu um vacilo e beliscou o cantinho da tal unha um pouco além da conta. Oh my god. Ontem à noite o dedão começou a ficar vermelho e a doer. Latejou a noite toda. E hoje está inchado e sensível. Resultado: a caminhada planejada para hoje teve que ser adiada porque é impraticável usar qualquer calçado fechado. Vou apelar para o permanganato de potássio. E torcer para que a beliscada não tenha ressuscitado esse meu velho pesadelo de adolescente.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Eu e meus vacilos
Que, felizmente, corrijo. Está devidamente linkado ali do lado o blog do Celso, repórter veterano com quem aprendi muito nos vários anos em que trabalhamos juntos. E de quem, é claro, sou fã. Lembro que no dia em que o Celso foi trabalhar na sucursal do AN aqui em Florianópolis, eu, fedelha saída da faculdade há pouco tempo e com pouquíssima experiência em edição, comentei com alguém: "O quê, o Celso Martins vai ser meu repórter na Geral? Bom, então chegou o dia em que o poste vai fazer xixi no cachorro". Hoje estamos ambos afastados das redações. Mas ele continua hiper-repórter, atuando de Sambaqui para o mundo. Abração, Celso!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Bom dia
Todo dia o sol levanta e a gente canta o sol de todo dia
Fim da tarde a terra cora e a gente chora porque finda a tarde
Quando à noite a lua amansa a gente dança venerando a noite
["Canto do Povo de um Lugar", do Caetano, no LP "Jóia". Sorry, não localizei o áudio. Mas acordei hoje com essa música na cabeça.]
Fim da tarde a terra cora e a gente chora porque finda a tarde
Quando à noite a lua amansa a gente dança venerando a noite
["Canto do Povo de um Lugar", do Caetano, no LP "Jóia". Sorry, não localizei o áudio. Mas acordei hoje com essa música na cabeça.]
domingo, 26 de abril de 2009
Vai em paz, colega
Soube há poucos minutos que o Mega não resistiu. É lamentável e estranho ver alguém da minha idade, com quem convivi tanto tempo, partir assim. Só resta agora torcer para que sua família tenha conforto. E que ele possa reencontrar em outra dimensão todas as pessoas e bichos que amou em vida e que também partiram.Olha, Mega, eu sempre pensei que o céu dos cachorros e o dos humanos é o mesmo. Então por favor manda um beijo pro meu querido Basquiat. Espero que vocês se encontrem. Aproveita pra dar um jeito no comportamento daquele mequetrefe... que certamente está cavando muito buraco, se esfregando em resto de peixe e pulando cerca no céu.
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