Sempre fico feliz quando ouço essa música do Ben Harper. Combina com dias de chuva como hoje. Mas também com dias de sol.
when you again start hoping
with your arms wide open
come on, dance with me
dance with me
into the colors of the dusk
[Eu acho que o Ben Harper é um Chico Buarque. E sim, eu dançaria com ele.]
...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
sábado, 17 de janeiro de 2009
Mais uma manhã de sábado em Frogville
Acordei, tomei as três xícaras de café de praxe enquanto zapeava pela internet. Bati um papo com a Tati no msn. Fiz cafuné nos filhotes, que pelo terceiro sábado consecutivo escaparam do banho (estão uns sachês). Resolvi pensar no almoço - seremos quatro pessoas. Temperei o salmão com sal, limão, pimenta-do-reino e sálvia. Cobri com filme plástico e devolvi pra geladeira para marinar. Tirei o camarão do freezer. Tem comida suficiente. Bebida suficiente. Mas confesso que como hoje ninguém tem hora pra nada, vou voltar pra cama e dormir mais meia horinha porque excepcionalmente a chuva tá uma delíiiiiicia...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Regra de três simples
Se a poesia está para a prosa assim como o amor está para a amizade, temos:
poesia ------- prosa
amor ------- amizade
e, aplicando-se a regra de três, temos:
amor x prosa = poesia x amizade
amor = (poesia x amizade) : prosa
O que isso quer dizer, eu não sei. Nunca fui grandes coisas em matemática.
poesia ------- prosa
amor ------- amizade
e, aplicando-se a regra de três, temos:
amor x prosa = poesia x amizade
amor = (poesia x amizade) : prosa
O que isso quer dizer, eu não sei. Nunca fui grandes coisas em matemática.
Mió
Pelo post anterior deve ter dado pra perceber que minha mãozinha melhorou sim, obrigada. Meu médico querido acertou em cheio no remedinho novo. E eu, moça responsável e comportada, estou seguindo todas as orientações dele bem direitinho. Na verdade minhas tendinites são algo um pouco além de meras tendinites. Durante o final de semana quem sabe eu me animo e conto.
[Oh my god, vou ter que voltar para a musculação. Que medo.]
[Oh my god, vou ter que voltar para a musculação. Que medo.]
Eu sou um ser de outro planeta
Nada contra a promoção de eventos de música durante a temporada. Mas, sorry pessoas que entram no esquema, eu acho o tal do Planeta Atlântida um saco. Primeiro por motivos totalmente egoístas: se no verão em geral já é extremamente complicado me deslocar e fazer uma série de coisas normais em função de tudo estar cheio e o trânsito ficar insuportável [eu moro no Norte da Ilha, lembram?], nos dias do evento tudo fica muito mais estressante. Sem falar que, embora minha casa fique a cerca de três quilômetros do terrenão baldio que eles chamam de "parque", eu escuto tudo. Ou seja, mesmo que eu queira ignorar o evento, que eu possa escolher não ir ao evento (essa é sempre a minha escolha) ou que não assista aos canais de televisão que vivem dizendo que o evento é do caraaaaaaaaaaalho, não tem como passar batido. Ana Paula 2009 resolveu que não se estressa por pouca coisa, mas saber que vou precisar encarar pelo menos duas horas de trânsito para chegar ao meu doce lar, em plena sexta-feira, já me dá uma consumição no estômago.
Ranhetices pessoais à parte, repito: bacana que tenha uma alternativa de lazer para o grande público durante a temporada. Mas convenhamos: todo ano é a lesmíssima lerda. Todo ano as mesmas carinhas arroz-de-festa estão naquele mesmo batlocal. E a emissora promotora, poderosa, única voz com ressonância em nosso pobre estado, repete à exaustão que este ano o evento está do caralho. Fala sério: este ano o evento está a mesma coisa que no ano passado. Com uma honrosa exceção: este ano não tem Ivete, o Paulo Coelho da música brasileira. O que poderia significar que sem Ivete o evento está melhor (pra mim a lógica é essa: quanto mais longe Ivete, melhor o mundo). Mas não. A grande atração dessa vez não é a rainha-embuste da música baiana de massa, e sim uma dupla representante do expoente gênero "sertanejo universitário". Oh my god. Leve-me, senhor.
Confesso: no ano passado ganhei convite para o camarote e aceitei. Resolvi ver de perto o que é que o tal Planeta tem e deixar de ser uma vizinha reclamona. Fui. Pra começar, concluí que de fato Florianópolis é uma cidade super vip. Tinha mais gente no camarote vip do que na pista. Até euzinha, vejam só, estava no camarote vip. Que parecia um ônibus lotado e não um camarote vip. Cheguei durante o show do Charlie Brown (irc) e procurei acompanhar o show do Benjor, que há uns 30 anos usa aquela mesma calça branca. Todo respeito ao Benjor, mas tipo, pra mim ele tá meio datado. Conseguir uma Nova Schin (única opção) mezzo gelada era um trabalho hercúleo. Circulei pelo evento durante umas duas horinhas e antes que Ivete subisse ao palco resolvi voltar ao meu doce lar. There's no better place than home. Mesmo quando home é vizinho do Planeta Atlântida. Graças a deus são só dois dias. Então que chegue logo o Carnaval.
Ranhetices pessoais à parte, repito: bacana que tenha uma alternativa de lazer para o grande público durante a temporada. Mas convenhamos: todo ano é a lesmíssima lerda. Todo ano as mesmas carinhas arroz-de-festa estão naquele mesmo batlocal. E a emissora promotora, poderosa, única voz com ressonância em nosso pobre estado, repete à exaustão que este ano o evento está do caralho. Fala sério: este ano o evento está a mesma coisa que no ano passado. Com uma honrosa exceção: este ano não tem Ivete, o Paulo Coelho da música brasileira. O que poderia significar que sem Ivete o evento está melhor (pra mim a lógica é essa: quanto mais longe Ivete, melhor o mundo). Mas não. A grande atração dessa vez não é a rainha-embuste da música baiana de massa, e sim uma dupla representante do expoente gênero "sertanejo universitário". Oh my god. Leve-me, senhor.
Confesso: no ano passado ganhei convite para o camarote e aceitei. Resolvi ver de perto o que é que o tal Planeta tem e deixar de ser uma vizinha reclamona. Fui. Pra começar, concluí que de fato Florianópolis é uma cidade super vip. Tinha mais gente no camarote vip do que na pista. Até euzinha, vejam só, estava no camarote vip. Que parecia um ônibus lotado e não um camarote vip. Cheguei durante o show do Charlie Brown (irc) e procurei acompanhar o show do Benjor, que há uns 30 anos usa aquela mesma calça branca. Todo respeito ao Benjor, mas tipo, pra mim ele tá meio datado. Conseguir uma Nova Schin (única opção) mezzo gelada era um trabalho hercúleo. Circulei pelo evento durante umas duas horinhas e antes que Ivete subisse ao palco resolvi voltar ao meu doce lar. There's no better place than home. Mesmo quando home é vizinho do Planeta Atlântida. Graças a deus são só dois dias. Então que chegue logo o Carnaval.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
E o pulso ainda pulsa
Dói pacas, mas ainda pulsa. Tendinite nova, assunto recorrente. Médico. Remédio, gelo e repouso. Saco cheio disso. Mas fazer o quê. I'll be back.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Prevenindo o efeito "drink & dial"
Evoluindo um pouco nas reflexões importantes sobre o efeito drink & dial, resolvi escolher os telefones de emergência que eu manteria liberados no meu celular-bafômetro:
1) 193, bombeiros;
2) 190, polícia;
3) o telefone da minha mãe (tem coisa que só mãe resolve);
4) o telefone da Tati (tem coisa que só amiga resolve);
5) concordando com o Ogg, o telefone do mercadinho (tem coisa que só mais um engradado resolve).
1) 193, bombeiros;
2) 190, polícia;
3) o telefone da minha mãe (tem coisa que só mãe resolve);
4) o telefone da Tati (tem coisa que só amiga resolve);
5) concordando com o Ogg, o telefone do mercadinho (tem coisa que só mais um engradado resolve).
domingo, 11 de janeiro de 2009
Mais reflexões de boteco
Além do botão "fodeu", para casos de e-mails estilo confessions, ontem entre amigas chegamos à conclusão de que deveriam inventar o celular com bafômetro. Dependendo da condição da criatura, ele simplesmente não completa ligações e muuuuuito menos envia mensagens. Não seria ótimo?
À noite todo gato é pardo
A conversa na mesa de boteco descambou para alguma coisa relacionada à mídia. Brinquei:
- Ah, não vamos ficar falando de trabalho a uma hora dessas (já era madrugada alta).
O ficante de uma das meninas da mesa perguntou:
- Por quê? Você faz Jornalismo?
- Aham. Estou na quinta fase. [cara de paaaaau]
- Na Federal? Conhece Tal Fulano?
Tudo bem, o menino pode até ter achado que eu sou uma daquelas balzacas que fazem faculdade mais tarde. E ele também já tinha bebido bastante. Mas pensando bem, até que foi uma massagenzinha no ego.
- Ah, não vamos ficar falando de trabalho a uma hora dessas (já era madrugada alta).
O ficante de uma das meninas da mesa perguntou:
- Por quê? Você faz Jornalismo?
- Aham. Estou na quinta fase. [cara de paaaaau]
- Na Federal? Conhece Tal Fulano?
Tudo bem, o menino pode até ter achado que eu sou uma daquelas balzacas que fazem faculdade mais tarde. E ele também já tinha bebido bastante. Mas pensando bem, até que foi uma massagenzinha no ego.
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