sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Palavrinha do dia: preguiça

Acho que é por isso que esse bichinho é chamado de "preguiça": não propriamente por se mover devagar, mas por ter essa carinha fofa e sorridente. Porque eu acho que a preguiça sorri. Para mim, hoje, pelo menos, tá sorrindo demaaaaaaais...

Sempre que eu comento sobre essa dificuldade eventual de acordar de manhã - o que inevitavelmente dá uma certa culpinha - minha mãe fala que nessa época do ano está mesmo todo mundo cansado, e que meu problema é esse: cansaço, e não preguiça. Hoje ela não está aqui, mas certamente faria esse comentário. Até acho que ela não está errada - afinal, foi um ano intenso. E hoje enquanto tentava acordar e o colchão me puxava de volta comecei a fazer um balanço do ano pensando no que publicaria aqui no blog. Vou deixar a empreitada pra depois, não porque tenha muita coisa, mas porque hoje as mãos estão pesaaaaaaaaadas...
-
[Bom, vou passar um café para o dia começar. E bom dia para todo mundo! =D]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

...até descarregar o tambor

Acabo de ouvir Lenine e banda cantando a ótima "O Atirador", em transmissão ao vivo pelo celular do André, que está no show em Curitiba, no Teatro Guaíra. No ano passado, na turnê do álbum acústico, André e eu assistimos juntos ao show desse pernambucano que eu amo aqui no Floripa Music Hall, de camarote - num golpe de sorte do destino. Algumas coisas mudaram nas nossas vidas entre o ano passado e hoje, mas tanto eu quanto o André continuamos curtindo muito o cara. Tanto que hoje ele está lá, a duas quadras do novo endereço na nova cidade, assistindo ao novo show, e eu agora única humana aqui no mesmo endereço, mas igualmente cheia de novidades em comparação com um ano atrás. Estamos os dois mais felizes e o Lenine continua embalando nossas trilhas sonoras. Como infelizmente não poderei ir ao show de amanhã aqui em Floripa, posto a foto que tiramos no ano passado, gentilmente presenteada pelo querido Cris Prim, colega dos tempos da faculdade na UFSC.

[Nem sei se precisa legenda, mas o cara com camisa do Glenn Hughes é o André, meu irmão caçula, o do meio é o Lenine e a da direita com a lata em posição sou euzinha.]

Antídotos contra o tédio de congestionamento

1) Transporte solidário/carona para a amiga: garante boas risadas enquanto assuntamos e lemos o horóscopo da Marie Claire com as previsões para 2009, entre outros temas relevantes dessa prestigiosa publicação de origem francesa;

2) música: tem que ser animada e boa de cantar alto. Hoje foi Funk Como le Gusta. Mas não pode ter vergonha dos carros vizinhos e tem que cantaaaaaaar mesmo;

3) telefone celular: tá, é infração falar enquanto dirige, mas como a fila fica parada praticamente o tempo todo dá pra ligar pra mãe, pra amiga, marcar horário no salão ou avisar o chefe que vai atrasar por causa do trânsito;

4) observar o comportamento das pessoas: nessa minha recente experiência de filas e filas, tou juntando uma série de cases que talvez virem posts;

5) nutrientes: sempre é bom ter uma garrafinha de água e comidinhas como bombons Raffaello ou barrinhas Nutry de coco com chocolate. Distraindo as mandíbulas o tempo passa mais rápido.

Mas justiça seja feita: hoje gastei duas horas só na ida. Na volta, pista liberada. Antes da chuva, é claro.

E amanhã? Wish me luck.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Tudo continua a lesma lerda

George é um tartarugo ancião - tem cerca de 85 anos - que ao que tudo indica é o último de sua espécie. Ele vive sua vida solitária em Galápagos, o arquipélago do Pacífico onde Charles Darwin colheu as bases para sua Teoria da Evolução. Consta também que o tartarugo George move-se à estonteante velocidade de 30 metros por hora.

Pois eu senti uma incrível empatia com George, hoje, voltando do Centro para minha casa no Norte da Ilha - em cujo caminho tinha uma pedra. É, tinha uma pedra. Tiraram a tal da pedra e todos os seus caquinhos. Anunciaram que iam liberar a rodovia, parcialmente, monitorando o trânsito para evitar congestionamentos. Eu acreditei. Parei na ponta da fila às 20h55. Saí lá do outro lado às 22h25.

George, pelo menos, mora em Galápagos. Eu continuo morando em Frogville. Haja saco.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Minha irmã desgarrada

No meio do tumulto que foi minha volta pra casa no final de semana do dia 22, quando eu estava em Curitiba, deu enchente, a BR-101 ficou toda quebrada, não passava nada, etc, etc, etc, e eu consegui comprar uma passagem de avião na madruga, olha só com quem eu dei de cara na livraria Laselva do aeroporto de Curitiba: Janine, minha irmã desgarrada, que voltava de Belrizonte e estava em conexão. Foi ótimo porque o vôo atrasou e nós botamos a vida em dia entre alguns cappuccinos enormes e os cigarrinhos dela. Janie, nem te mandei a foto ainda, mas vai ela postada aqui junto com um beijo. E a patinha, tá melhor? hahaha

Hecatombes fashion

Fui ao shopping Iguatemi comprar um presentinho de amigo secreto e acabei almoçando por lá. A praça de alimentação estava bem cheia. Enquanto eu esperava pacientemente que chamassem a senha que me conduziria à minha picanha premium com brócolis e arroz à grega, fiquei dando uma sacada no estilo das pessoas. Especificamente no caso das mulheres, observei que a moda - pelo menos a moda das vitrines e confecções possíveis - impõe algumas aberrações estéticas. Que, no entanto, são usadas como se fossem bonitas. Alguns casos:

1) Calça fusô com vestido por cima: socorro. Mil vezes socorro. Esse modelo não fica bem em ninguém, nem em quem tem pernas estilo Ana Hickmann. Eu acho que as mulheres deviam fazer uma convenção e combinar para sempre que as calças desse tipo devem ficar restritas às academias e/ou outros ambientes onde se pratica atividade física. E sempre com tênis e complementos esportivos. Vestidinho com fusô e sapatilha deve ser confortável, mas é feio. Fusô de cor clara em perna grossa, então, é o fim da linha;

2) blusa curtinha e justinha em cinturinhas de ovo: óbvio que eu sou contra a ditadura da magreza. Mas uma blusa mais soltinha fica muito melhor em quem está com gordurinhas sobrando na barriga. E as batinhas estão na moda, poxa vida;

3) estampa de oncinha: não dá. Definitivamente não dá. Em qualquer peça, em qualquer cor e tamanho. Não rola;

4) tamanco lindo com salto de madeira e, sobre ele, uma juca que anda de joelho dobrado: amiga, você quer arrasar em cima do salto? Então treine em casa. Ou leve uma rasteirinha na bolsa pra quando cansar - porque sapato de salto sempre cansa. Mas andar de joelho dobrado nããããão dá;

5) tudo combinandinho demais: passou uma moça muito "bem apessoada" que, no entanto, de tão combinandinha, era o maior hecatombe de todos. Ela estava com um vestido azul-marinho, sapato de saltinho vermelho de verniz, cinto vermelho de verniz precisamente da cor do sapato, bolsa vermelha de verniz precisamente da cor do sapato e do cinto, e... óculos vermelhos idem! E unhas pintadas num tom que devia ser Gabrielle da Colorama - ou seja, vermelhíssimas. A alça da bolsa era... dourada!!! Azul com vermelho é ok, mas tudo tem limite, né?

domingo, 7 de dezembro de 2008

Um domingo de sol como há muito não fazia



Consegui ontem passar para o lado de cá da pedra. Não foi fácil. Mas estava com saudade de casa, da mãe e dos filhotes, então encarei as duas horinhas paradas no trânsito com uma paciência que geralmente não tenho. Hoje o dia ensolarado me inspirou a botar a cachorrada no chuveiro. Estão os três limpinhos e cheirosos, aproveitando o sol no gramado. Aproveitei para fazer umas fotos novas deles. Lá em cima, Fidel e Lola emparelhados, à espreita de alguma coisa na frente de casa. Embaixo, um sorriso da Sebastiana pra vocês, à sombra do pé de jaca.