Quer ver mais? Digita "simon's cat" no Youtube e já é.
...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Só para cat lovers
Tenho muito orgulho de ser mãe (e irmã) de cachorro, mas também posso me considerar a cat person. Sempre que tenho a oportunidade me agarro em algum bichano - os mais próximos são minha linda sobrinha Gisa e os seis (ou sete?) adoráveis exemplares felinos cuidados com tanto zelo pela minha sogra, dona Zilma. Todos eles me ajudam a matar um pouco as saudades do velho e rabugento Giba, tirado das ruas de Canasvieiras para virar gatinho de apartamento entre a família Lückman. Giba era um vira-latas daquele padrão preto e branco, pesava cinco quilos, tinha pescoço de halterofilista e aterrorizava as visitas. Era um amor de gatinho, tanto quanto o gato do Simon, personagem de animação que eu adoro. O vídeo abaixo é meu predileto da série.
sábado, 17 de julho de 2010
Sábado, frio, chuvisco
Cama até depois das 11, preguiça, almoço sem horário. Namorado, preguiça. Aquecedor ligado, cachorros em seus edredons, cobertor nos joelhos. Meu casaco Kenny, always. Heineken, chandelle mousse. Zapping na tv a cabo. Manicure caseira, cor nova. Sopa, mais Heineken e mais chandelle mousse. "Orgulho e preconceito" pela 86a. vez. E ainda são apenas 10 da noite. Adoro esse friozinho. There's no place like home.
sábado, 26 de junho de 2010
Mais um revival dos anos 90
Podem falar mal da televisão em linhas gerais, mas eu adoro as boas surpresas que o zapping pode proporcionar. Explico.
Ontem, depois das nove da noite, lá estava eu aplicada na minha malhação. No treino novo tenho que fazer 35 minutos de atividade aeróbica com batimentos de até 145. Empolerei-me no transport (aqueles aparelhos que são meio uma bicicleta, meio uma corrida) e pluguei meus fones de ouvido ao monitor de tv (na minha academia cada equipamento de aeróbico tem sua própria tv, o que é muito legal).
Zapeando, tirei obviamente da novela da Globo e passei pelos principais canais de séries, entrevistas, etc. Na HBO2 me deparei com um programa do Elvis Costello, tipo uma Oprah do rock, no qual os entrevistados da vez eram Bono Vox (antes de se quebrar - hehe) e The Edge. Sou fã meio desnaturada, mas sou fã. Fiquei por ali. Algumas impressões:
1) Permitam-me ser tiete, mas adoro a voz do Bono either singing or talking. Tanto ele quanto Edge falam um inglês muito bonito - sem aquele forte acento dos irlandeses, mas classudo e bem pronunciado - a ponto de ser facilmente compreendido por quem estuda um pouco como eu.
2) Momento bonitinho: Bono comenta que começou a namorar a atual mulher, Ali, sua companheira há 30 anos e mãe de seus quatro filhos, no mesmo mês em que formou o U2 com os três amigos. "Foi um mês em que as coisas deram certo pra mim". Não é fofo?
3) Costello pergunta sobre alguma música da banda que eles julgam ter sido "injustiçada" pelo mercado (não foi bem esse o termo, mas a ideia é essa). Edge menciona "Faraway, so close", do álbum Zooropa, de 1993, feita para a trilha do filme de mesmo nome, de Wim Wenders - uma alegoria maluca de anjos que zelam pelas pessoas na Terra, até que um deles resolve "cair" e se tornar humano. Acho estranho que seja uma música pouco badalada, porque é uma das minhas prediletas. No clipe, Bono & cia. representam anjos tais como os do filme e chegam a se deparar com Natassja Kinski - a "anja" Raphaela do filme, no-jeeeeeenta de tão linda.
4) Àquela pergunta clichê "quais os segredos para ser uma grande banda por tanto tempo", The Edge apresenta uma resposta bem Edgar Morin: a soma dos quatro músicos em si não representa nada, é o que surge da relação que torna a banda uma grande banda. O todo é mais que a soma das partes. Isso vale pra tanta coisa. Parece óbvio, mas é legal pensar nisso depois de tanto tempo com a ciência cartesiana nos reafirmando que um mais um é dois e pronto.
5) No fim das contas fiquei um pouco além dos meus 35 minutos no exercício, para assistir ao programa até o final. Quando desliguei, observei que nas tvs em volta o pessoal estava assistindo à novela da Globo ou aos reprises dos jogos da Copa. Fiz meus alongamentos pensando que, claro, cada um sabe de si e nada contra quem prefere a novela ou o futebol. Mas saber usar o controle remoto também pode ser um ato de inteligência.
Ontem, depois das nove da noite, lá estava eu aplicada na minha malhação. No treino novo tenho que fazer 35 minutos de atividade aeróbica com batimentos de até 145. Empolerei-me no transport (aqueles aparelhos que são meio uma bicicleta, meio uma corrida) e pluguei meus fones de ouvido ao monitor de tv (na minha academia cada equipamento de aeróbico tem sua própria tv, o que é muito legal).
Zapeando, tirei obviamente da novela da Globo e passei pelos principais canais de séries, entrevistas, etc. Na HBO2 me deparei com um programa do Elvis Costello, tipo uma Oprah do rock, no qual os entrevistados da vez eram Bono Vox (antes de se quebrar - hehe) e The Edge. Sou fã meio desnaturada, mas sou fã. Fiquei por ali. Algumas impressões:
1) Permitam-me ser tiete, mas adoro a voz do Bono either singing or talking. Tanto ele quanto Edge falam um inglês muito bonito - sem aquele forte acento dos irlandeses, mas classudo e bem pronunciado - a ponto de ser facilmente compreendido por quem estuda um pouco como eu.
2) Momento bonitinho: Bono comenta que começou a namorar a atual mulher, Ali, sua companheira há 30 anos e mãe de seus quatro filhos, no mesmo mês em que formou o U2 com os três amigos. "Foi um mês em que as coisas deram certo pra mim". Não é fofo?
3) Costello pergunta sobre alguma música da banda que eles julgam ter sido "injustiçada" pelo mercado (não foi bem esse o termo, mas a ideia é essa). Edge menciona "Faraway, so close", do álbum Zooropa, de 1993, feita para a trilha do filme de mesmo nome, de Wim Wenders - uma alegoria maluca de anjos que zelam pelas pessoas na Terra, até que um deles resolve "cair" e se tornar humano. Acho estranho que seja uma música pouco badalada, porque é uma das minhas prediletas. No clipe, Bono & cia. representam anjos tais como os do filme e chegam a se deparar com Natassja Kinski - a "anja" Raphaela do filme, no-jeeeeeenta de tão linda.
4) Àquela pergunta clichê "quais os segredos para ser uma grande banda por tanto tempo", The Edge apresenta uma resposta bem Edgar Morin: a soma dos quatro músicos em si não representa nada, é o que surge da relação que torna a banda uma grande banda. O todo é mais que a soma das partes. Isso vale pra tanta coisa. Parece óbvio, mas é legal pensar nisso depois de tanto tempo com a ciência cartesiana nos reafirmando que um mais um é dois e pronto.
5) No fim das contas fiquei um pouco além dos meus 35 minutos no exercício, para assistir ao programa até o final. Quando desliguei, observei que nas tvs em volta o pessoal estava assistindo à novela da Globo ou aos reprises dos jogos da Copa. Fiz meus alongamentos pensando que, claro, cada um sabe de si e nada contra quem prefere a novela ou o futebol. Mas saber usar o controle remoto também pode ser um ato de inteligência.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Lacrimejei
Saramago chorou quando assistiu à versão cinematográfica de "Ensaio sobre a cegueira", do diretor brasileiro Fernando Meirelles. E não foi de raiva...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A tree called life

E já que o papo anda meio arbóreo, bom dia pra todo mundo com um poema de E.E. Cummings no qual tropecei hoje de manhã.
.
I carry your heart with me
I carry your heart with me (I carry it in
my heart) I am never without it (anywhere
I go you go, my dear; and whatever is done
by only me is your doing, my darling)
I fear no fate (for you are my fate, my sweet) I want
no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart (I carry it in my heart)
[If you can't read this, tem uma tradução livre aqui. Sim, é o blog da série Brothers and Sisters, que eu a-doooooooro. A imagem é do www.sxc.hu.]
.
I carry your heart with me
I carry your heart with me (I carry it in
my heart) I am never without it (anywhere
I go you go, my dear; and whatever is done
by only me is your doing, my darling)
I fear no fate (for you are my fate, my sweet) I want
no world (for beautiful you are my world, my true)
and it's you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you
here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life; which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
I carry your heart (I carry it in my heart)
[If you can't read this, tem uma tradução livre aqui. Sim, é o blog da série Brothers and Sisters, que eu a-doooooooro. A imagem é do www.sxc.hu.]
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Revendo Hitchcock
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Brincadeirinha de casal
Todo final/início de ano as revistas de fofocas e colunas de cidades provincianas se esmeram para mapear onde os famosos estão passando as festas. Florianópolis, mais do que nunca, ficou cheia daquelas celebridades que a gente lê o nome e fala "tá, mas é quem, mesmo? Ah, sim, aquela menina que fazia Malhação há uns 30 anos". E haja foto daquele bando de gente pseudoimportante posando com caras, bocas, coxas, bundas, peitorais e bíceps para as fotos. E o pior é que não adianta o pobre leitor não querer saber desse tipo de coisa: os sites de notícias destacam quem está onde (e pegando quem) em suas páginas principais. O pobre leitor simplesmente tem que engolir.Então não consigo deixar de achar engraçada essa nota que está hoje entre as mais lidas da coluna amarela da Globo.com, com fotos do casal de atores espanhois Javier Bardem e Penélope Cruz brincando de apertar a bunda um do outro durante um banho de mar em Fernando de Noronha. Eles podem até ser belos, mas são donos de uma beleza possível, atingível, sem afetações deliberadas. E, enquanto casal, mostram que celebridades também são gente como a gente - sem, contudo, chegar ao nível da Luana Piovani...
[Isso não tem importância nenhuma, mas Javier Bardem e Penélope Cruz são os protagonistas de dois filmes do Almodóvar de que gosto muito: ele, como o ex-policial paralítico no desconcertante "Carne trêmula", e ela como a filha abusada pelo pai e rejeitada pela mãe em "Volver". A cena em que ela encontra a mãe supostamente morta escondida embaixo da cama - 'pero que estás a hacer ahí, mamá?' - mereceria todos os prêmios].
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Devolve logo, Pedro
Todo mundo já viu o vídeo da maluca gritando pro coitado do Pedro devolver o chip dela. [Se você estava em outro planeta e ainda não viu, clique aqui.]
Já para quem como eu prefere transitar por outras galáxias far far away, o vídeo aí de baixo é impagável. Afe, eu não queria estar na pele do Pedro...
domingo, 28 de junho de 2009
Imperdível
Fui assistir ontem à sessão 3D de "A Era do Gelo 3". A história não é tão boa quanto às dos dois primeiros, mas igualmente divertida. A preguiça Sid entra em crise existencial ao ver Manny e Ellie formando família e resolve adotar três ovos de um tiranossauro. Os bichinhos nascem, a mãe vem à superfície para buscá-los (o mundo dos dinossauros, na licença poética do filme, é subterrâneo) e acaba levando o Sid junto. O resto do bando resolve descer para resgatá-lo e se passa toda a história. A experiência sensorial de ver na telona as imagens tão cheias de detalhes, e em três dimensões, é inigualável. Infelizmente a sessão foi dublada, mas até que eu gosto das interpretações dos atores nacionais. E uma piada à parte é o público com aqueles impagáveis óculos meio Man In Black - claro que hunny e eu batemos fotos com eles, mas essas são impublicáveis.segunda-feira, 18 de maio de 2009
Onze drops sobre o fim de semana que passou
1) A colheita das laranjas acabou. Hunny e eu surrupiamos um bambu (e o bambu? hehe) da beira do rio do Brás e com isso pudemos apanhar as frutas láááá de cima, que, por pegarem mais sol, suponho, eram as mais bonitas.
2) Aproveitando o clima bucólico, plantamos um pé de abacate. Aguardaremos brincaremos no regato até que nos tragam frutos teu amor teu coração. [Na verdade quem plantou foi hunny, eu só indiquei o local no terreno e fiquei olhando enquanto ele colocava com cuidado a semente germinada na caminha de terra.]
3) Almoçamos tainha no restaurantezinho simples que frequento em Ponta das Canas há quase 20 anos. Estava um dia lindo. No mar, um cardume enorme de golfinhos [golfinhos juntos são um cardume??] deu show.
4) Lavei roupa, passei roupa. Como é bom fazer esse tipo de coisa com calma, caprichando nas borrifadas de Pass Comfort e nas dobraduras dos lençois.
5) Com o frio, ressuscitei minhas pantufas e o aquecedor elétrico [meu R2D2] voltou à ativa. Os cachorros a-dooooooram!
6) Não fui ao show do Roberto, mas ouvi aquela canção: "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo o mais vá pro inferno". Minha predileta do Rei.
7) Testei um site de backup de blogs que o André me indicou há um tempão. Me loguei e tals, mas sempre que mando fazer o backup dos posts mais antigos ele dá um tilt. E no meu blog apareceu de novo, com data atual, meu primeiro post [a Regina chegou até a fazer um comentário... desculpa aê, fessora!]. Desisti por enquanto.
8) Fiz na sexta-feira a primeira sopa de queijo do ano. Com vinho tinto, é o que há. Outra hora posto a receita, muito facinha.
9) Lola saiu do repouso. Voltou a seu observatório e a perseguir os raios de sol. She's only happy in the sun. Mas ainda manca um pouco de vez em quando, e eu mantenho vigilância. Provavelmente vai ter que ir no vet de novo.
10) Assisti a quatro bons filmes na tv a cabo. Isso sempre acontece quando eu me convenço de que, para cortar despesas, devo deixar esse luxinho de lado. Oh my god.
11) Retomei a leitura dos contos da Virginia Woolf. Do começo.
2) Aproveitando o clima bucólico, plantamos um pé de abacate. Aguardaremos brincaremos no regato até que nos tragam frutos teu amor teu coração. [Na verdade quem plantou foi hunny, eu só indiquei o local no terreno e fiquei olhando enquanto ele colocava com cuidado a semente germinada na caminha de terra.]
3) Almoçamos tainha no restaurantezinho simples que frequento em Ponta das Canas há quase 20 anos. Estava um dia lindo. No mar, um cardume enorme de golfinhos [golfinhos juntos são um cardume??] deu show.
4) Lavei roupa, passei roupa. Como é bom fazer esse tipo de coisa com calma, caprichando nas borrifadas de Pass Comfort e nas dobraduras dos lençois.
5) Com o frio, ressuscitei minhas pantufas e o aquecedor elétrico [meu R2D2] voltou à ativa. Os cachorros a-dooooooram!
6) Não fui ao show do Roberto, mas ouvi aquela canção: "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo o mais vá pro inferno". Minha predileta do Rei.
7) Testei um site de backup de blogs que o André me indicou há um tempão. Me loguei e tals, mas sempre que mando fazer o backup dos posts mais antigos ele dá um tilt. E no meu blog apareceu de novo, com data atual, meu primeiro post [a Regina chegou até a fazer um comentário... desculpa aê, fessora!]. Desisti por enquanto.
8) Fiz na sexta-feira a primeira sopa de queijo do ano. Com vinho tinto, é o que há. Outra hora posto a receita, muito facinha.
9) Lola saiu do repouso. Voltou a seu observatório e a perseguir os raios de sol. She's only happy in the sun. Mas ainda manca um pouco de vez em quando, e eu mantenho vigilância. Provavelmente vai ter que ir no vet de novo.
10) Assisti a quatro bons filmes na tv a cabo. Isso sempre acontece quando eu me convenço de que, para cortar despesas, devo deixar esse luxinho de lado. Oh my god.
11) Retomei a leitura dos contos da Virginia Woolf. Do começo.
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Ele se remexe muito
Gracinha. É um lêmure miniatura, espécie ameaçada de extinção, que está em tratamento na Austrália. Não parece um bichinho de pelúcia? E o que são esses olhos??
E já que eu gosto muito de lêmures... aumenta o som!!
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A pergunta que não quer calar

Por que os dentes do Wolverine não viraram metal depois da experiência com adamantium?
[Bem , trata-se obviamente de uma pergunta sem importância, porque nem eu e nem as torcidas femininas do flamengo, do botafogo, do fluminense e do vasco juntas e sem conflito estamos realmente preocupadas com isso. Até porque durante o filme ele ri muito pouco...]
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Era uma vez um carinha sorumbático
Descobri essa gracinha de vídeo nos favoritos do Orkut de dois amigos. Impossível não ficar com um sorrisinho bobo no final.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Já que é noite de Oscar...
...lembrei dos filmes que me comovem todas as células e me arrancam lágrimas:1) "O filho da noiva";
2) "E.T." (é sério);
3) "Fale com ela" (que estou vendo agora *snif*)
4) "Marley & eu";
5) "Brilho eterno de uma mente sem lembranças".
[Vale dizer que não assisti a todos os que concorrem a melhor filme, mas torço por Benjamin Button. "Good night, Benjamin." "Good night, Daisy."]
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Wordless
Já que ando meio sem palavras mesmo, vai mais um videozinho. Esse eu conheci através do blog da Cris Guerra. Já assisti umas 800 vezes. Adoro principalmente a parte em que a menina mergulha. É lindo demais.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Lola, Fidel, Sebastiana, Otto, Gisa, Basquiat, tantos outros... & Eu
Pois ontem resolvi encarar. E percebi que a experiência de assistir a esse filme é muitíssimo semelhante à experiência existencial de quem escolhe ter cachorros como membros da família e amá-los como tal. Porque se de fato no final do filme a gente fica triste e chora quando Marley adoece e se vai (o cinema estava cheio e realmente a sala inteira fica fungando), durante 95% da projeção a gente dá gargalhadas com as traquinagens do fanfarrão e se enche de ternura com a doçura que transborda naquela relação humanos-canino. Minha relação com meu irmão-cão e meus filhotes é assim também, numa experiência dilatada. E felizmente ainda está na fase da alegria e da ternura.
Chorei, é verdade, mas não propriamente pelo Marley, e sim pensando no quanto vai ser difícil ter que resolver colocar os meus queridos para dormir, quando chegar a hora deles. Mas confio que isso vá acontecer só quando for a hora mesmo, e que será de maneira ética e confortável. Confio também - isso é o mais certo de tudo - que nossa família estará unida e se apoiando quando esse momento difícil chegar, assim como já aconteceu quando, anos atrás, tivemos que autorizar a eutanásia do nosso velho gato Giba - o monstro felino que aterrorizava as visitas e, assim como os atuais cachorros e a atual gata, nos trouxe verdadeiras caçambas de diversão enquanto nos deu o privilégio de sua companhia.
Quando voltava para casa, dirigindo sozinha pela SC-401, perto da meia-noite, a lua crescente brilhava e refletia nas nuvens fofas de algodão. Percebi que uma delas não era uma nuvem, e sim meu querido Basquiat, o mequetrefe dos mequetrefes, no céu dos cachorros, sorrindo para mim.
[Escolhi para este post uma linda foto do Otto, feita pelo André, em homenagem ao cãozinho mais idoso da minha família - ele já está com quase 10 anos e barbinhas brancas. E cada vez mais convicto de que, sim, ele é uma pessoa.]
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
All that you can't leave behind
[Inspirada pelo Maurício, mas adaptando a idéia à moda deste modesto bloguinho, cuja dona é uma virginiana e logo adora listas]
Filmes que eu escolheria caso fosse condenada a ficar um ano numa solitária, e só pudesse levar cinco DVDs:
1) O Filho da Noiva;
2) Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças;
3) E.T., o Extraterrestre;
4) Fale com Ela;
5) Chocolate.
[e avançando um pouco no devaneio]
Álbuns que eu escolheria caso fosse condenada a ficar um ano numa solitária, só pudesse levar cinco CDs e fosse proibida de levar o MP3 carregado:
1) All that you can't leave behind, U2;
2) qualquer um que eu pegasse aleatoriamente do Ben Harper;
3) qualquer um que eu pegasse aleatoriamente do Lenine;
4) Audioslave, o primeiro deles;
5) Buena Vista Social Club (aquele feito a partir do filme).
[e indo além]
Livros que eu etc etc etc
1) Ulisses (James Joyce);
2) Abusado (Caco Barcellos);
3) Ofício de Cartógrafo (Jesús Martín-Barbero);
4) qualquer uma das coletâneas de tirinhas do Níquel Náusea (Fernando Gonzales);
5) A Sangue Frio (Truman Capote).
[pirando na onda já]
Marcas de cerveja que eu poderia escolher para manter no freezer da minha solitária caso fosse condenada a ficar lá assistindo os mesmos cinco filmes, ouvindo os mesmos cinco CDs e lendo os mesmos cinco livros durante um ano:
1) Heineken;
2) Guinness;
3) Erdinger Pikantus;
4) Eisenbahn Strong Golden Ale;
5) Stella Artois.
[Maurício, quero tuas respostas]
Filmes que eu escolheria caso fosse condenada a ficar um ano numa solitária, e só pudesse levar cinco DVDs:
1) O Filho da Noiva;
2) Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças;
3) E.T., o Extraterrestre;
4) Fale com Ela;
5) Chocolate.
[e avançando um pouco no devaneio]
Álbuns que eu escolheria caso fosse condenada a ficar um ano numa solitária, só pudesse levar cinco CDs e fosse proibida de levar o MP3 carregado:
1) All that you can't leave behind, U2;
2) qualquer um que eu pegasse aleatoriamente do Ben Harper;
3) qualquer um que eu pegasse aleatoriamente do Lenine;
4) Audioslave, o primeiro deles;
5) Buena Vista Social Club (aquele feito a partir do filme).
[e indo além]
Livros que eu etc etc etc
1) Ulisses (James Joyce);
2) Abusado (Caco Barcellos);
3) Ofício de Cartógrafo (Jesús Martín-Barbero);
4) qualquer uma das coletâneas de tirinhas do Níquel Náusea (Fernando Gonzales);
5) A Sangue Frio (Truman Capote).
[pirando na onda já]
Marcas de cerveja que eu poderia escolher para manter no freezer da minha solitária caso fosse condenada a ficar lá assistindo os mesmos cinco filmes, ouvindo os mesmos cinco CDs e lendo os mesmos cinco livros durante um ano:
1) Heineken;
2) Guinness;
3) Erdinger Pikantus;
4) Eisenbahn Strong Golden Ale;
5) Stella Artois.
[Maurício, quero tuas respostas]
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
Sabedoria popular

Meu avô materno era pescador artesanal na Lagoa. Minha mãe sempre conta que ele dizia que quando chovia na lua nova de agosto, isso era o início de um período chuvoso de sete luas novas. [Vale dizer que eu não o conheci; eu estava de oito meses na barriga da minha mãe quando vô Waldemiro morreu. Por isso as histórias que eu sei dele sempre têm a mãe ou os tios como mediadores. Mas eu acho que adoraria aprender as coisas todas que ele sabia.]
Resolvi folhear as páginas da agenda pra trás em busca de alguma anotação que me ajudasse a lembrar se na lua nova de agosto estava chovendo ou não. Precisei fazer uma equação entre agenda de papel e e-mails (viva o gmail) para lembrar que... sim, estava chovendo no dia 1o. de agosto, primeiro dia de lua nova daquele mês. O que me deu certeza disso foi uma troca de e-mails feita com um amigo que estava no Nordeste por esses dias - ele tirando onda por causa do sol e do calor, e eu reclamando da chuvarada. Bingo.
Bem, então se choveu na lua nova de 1o. de agosto, reza a sabedoria popular que o tempo instável vai durar até... fevereiro. E viva a TV a cabo. E viva o pay-per-view.
Resolvi folhear as páginas da agenda pra trás em busca de alguma anotação que me ajudasse a lembrar se na lua nova de agosto estava chovendo ou não. Precisei fazer uma equação entre agenda de papel e e-mails (viva o gmail) para lembrar que... sim, estava chovendo no dia 1o. de agosto, primeiro dia de lua nova daquele mês. O que me deu certeza disso foi uma troca de e-mails feita com um amigo que estava no Nordeste por esses dias - ele tirando onda por causa do sol e do calor, e eu reclamando da chuvarada. Bingo.
Bem, então se choveu na lua nova de 1o. de agosto, reza a sabedoria popular que o tempo instável vai durar até... fevereiro. E viva a TV a cabo. E viva o pay-per-view.
sábado, 18 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008
"That's all"

Personagens de filmes que eu gostaria de ser:
1) Miranda Priestly, de "O Diabo Veste Prada": não porque ela é esnobe, nem porque ela é elegantésima, nem porque ela é a editora-chefe da revista feminina mais fodona de todas. Mas só por causa do monte de jabás que ela ganha. Só por isso;
2) Dory, de "Procurando Nemo": porque ela é azul e convenientemente desmemoriada. E porque ela é um peixe, afinal de contas;
3) Lois Lane, de "Super Homem": porque ele a leva para voaaaaaaaaar e muda a história da humanidade só por causa dela;
4) Vianne Rocher, de "Chocolate": porque o filme é lindo, para ser a Juliette Binoche e para beijar o Johnny Depp;
5) Norma Belvedere, de "O filho da noiva": porque ela é uma senhorinha linda e para ter todo mundo querendo fazer as minhas vontades mesmo depois que minha memória já esteja quase que totalmente apagada.
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