Quando escrevi o post abaixo eu estava na recepção da Clínica Santa Helena, como acompanhante da minha mãe - que precisou fazer um procedimento meio chatinho que demandou internação-dia. Chegamos na clínica hiper cedo para a internação e em torno das 8h ela entrou. Ficamos lá na cadeirinha da recepção eu e o note, fuçando na Internet e rabiscando coisas (inclusive o post sobre a Ilha do Mel).
Nesse tempo entraram na clínica várias mamães a caminho de dar à luz seus pimpolhos - um baita movimento, tanto de algumas em trabalho de parto natural quanto de outras com internação marcada para cesariana. Uma das que estavam esperando para cesária chegou com o marido, a mãe e a irmã; esperou um pouco até ser internada, foi internada, ganhou o bebê. O pai desceu todo orgulhoso mostrando fotos e videozinhos na máquina digital. E minha mãe continuava lá dentro.
Comecei a ficar meio preocupada, porque afinal de contas dona Conceição já teve problemas com anestesia. Fui me informar no balcão e disseram que estava tudo bem, ela já iria para o quarto.
Aliviada, comecei a achar graça do inusitado da situação: enquanto a maior parte das mulheres naquela recepção eram mães esperando seus bebês, eu era o único bebê esperando sua mamãe. Coisas da vida.
A propósito, estamos aqui eu e ela agora no apartamento da clínica. Correu tudo bem e logo vamos pra casa. Agora sim, este é o último post antes da minha sonhada folga no feriado. Inté!
...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
sexta-feira, 20 de março de 2009
Que venha o feriado, então
É fácil chegar lá: saindo de Floripa, segue-se pela BR-101 no sentido Norte até Garuva, onde se entra à direita na direção de Guaratuba, já no Paraná; de Guaratuba pega-se a balsa até Caiobá (onde meu tio Beto já teve um apê) e de lá segue-se de carro costeando o litoral até o Pontal do Paraná, onde fica o carro. Daí é só pegar o barquinho e seguir para a ilha pela baía de Paranaguá, numa travessia que geralmente permite o avistamento de enormes navios entrando e saindo do porto lá longe. Meia horinha e pronto.Uma das recomendações para quem quer passar alguns dias descansando e curtindo as praias bacanas da Ilha do Mel, onde só se anda a pé, é levar na bagagem apenas o essencial. Eu sempre costumo exagerar na mala, mas desta vez estou me esmerando para realmente levar só o que precisa ser levado. Foi um pouco sofrido resolver isso, mas o notebook vai ficar em casa. Entonces, hasta la vista, babies, e até terça-feira!
quarta-feira, 18 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
O lado doce da vida rural
Jardineiro a cada três semanas para manter limpos os 1000 metros quadrados de terreno gramado: 100 reais.
Cinco tanques de álcool por mês para garantir o deslocamento diário médio de 50 quilômetros entre casa e trabalho: 350 reais.
Colher acerolas gigantes no pé e preparar um suco fresquinho para o café da manhã de sábado com o namorado: não tem preço.
Cinco tanques de álcool por mês para garantir o deslocamento diário médio de 50 quilômetros entre casa e trabalho: 350 reais.
Colher acerolas gigantes no pé e preparar um suco fresquinho para o café da manhã de sábado com o namorado: não tem preço.
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