...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
sábado, 20 de setembro de 2008
Mudei
Eu gostava das bolinhas, mas achei esse layout do modelinho chamado "Harbor" mais a minha cara. Mais azul, mais significativo... vamos ver até quando fica.
O mundo wireless
Adoro: notebook na cama, telefones celular e sem fio na cabeceira, manhã esticada até a hora do almoço na maior preguiça e ligada no mundo. Não sei como a gente vivia sem isso tudo antes...
Cada coisa no seu lugar
Aliás, a história dos papagaios me faz lembrar que não gosto de passarinho em gaiola, nem de peixe em aquário, nem de leão em jaula, nem de elefante em circo, nem de cachorro na rua. Contradições da nossa precária humanidade: nos achamos os reis da cocada e arbitramos equivocadamente sobre quem prender e quem abandonar. Somos uns imbecis mesmo.
Eles estão de volta!
A novidade matinal deste sábado preguiçoso e cinzento é que os papagaios que no ano passado vinham comer as sementes do ipê amarelo estão de volta. Minha mãe já tinha percebido que em volta da árvore tinha várias vagens abertas - ela é uma Sherlock Holmes. E ainda há pouco veio me tirar da cama pra me mostrar que um deles estava na árvore.
Estou sem câmera digital e tentei precariamente fazer uma foto com o celular. Mas ficou péssima, é óbvio. Raios.
Sim, são papagaios mesmo. Verdes, lindos e enormes. Sim, eu também achei estranho no ano passado quando a mãe falou sobre eles pela primeira vez - eu estava viajando, e ela me contou sobre os visitantes inusitados por telefone. E confesso que só acreditei quando vi com meus próprios olhos através das minhas lentes de contato a dupla pacientemente colhendo as vagens da árvore, segurando com uma patinha e tirando as sementes de dentro com movimentos rapidinhos do bico.
Embora tenha achado lindo, fiquei intrigada. Afinal, não me consta que papagaios sejam uma espécie que ocorre na nossa região, como os tucanos - que são difíceis de ver, mas são daqui sim. Fiquei pensando se deveria fazer algo. Consegui precariamente fazer uma foto com o celular e mandei para a lista do Instituto Carijós, da qual participam vários biólogos porretas. Veio a resposta: são papagaios sim, provavelmente de um grupo que se originou a partir de aves que fugiram do cativeiro e se adaptaram aqui pelo Norte. Nada de chamar Ibama: deixa os bichinhos se alimentarem e ficarem numa boa.
Isso me tranqüilizou bastante e comecei a curtir diariamente a visita dos dois. Na época eu ainda trabalhava só no home office e estava fechando um frila grande. Frank ainda morava aqui, mas saía toda tarde. Lá pelas 5 horas eu fazia uma pausinha e ia pra baixo do pé de jabuticaba, que estava fechado de bolinhas pretas, enormes e doces, e ficava lá contemplando meus dois visitantes em seu lanchinho. Isso durou umas três semanas, até que as vagens acabaram e eles devem ter ido encontrar comida em outro lugar.
Pois este ano o ipê floresceu mais cedo, e não vai rolar a alimentação simultânea - eles lá e eu na jabuticabeira. Também estou trabalhando fora e não vou conseguir contemplá-los ao entardecer. Mas fiquei feliz ao saber que eles continuam na área. E fiquei pensando se são os mesmos dois do ano passado...
Estou sem câmera digital e tentei precariamente fazer uma foto com o celular. Mas ficou péssima, é óbvio. Raios.
Sim, são papagaios mesmo. Verdes, lindos e enormes. Sim, eu também achei estranho no ano passado quando a mãe falou sobre eles pela primeira vez - eu estava viajando, e ela me contou sobre os visitantes inusitados por telefone. E confesso que só acreditei quando vi com meus próprios olhos através das minhas lentes de contato a dupla pacientemente colhendo as vagens da árvore, segurando com uma patinha e tirando as sementes de dentro com movimentos rapidinhos do bico.
Embora tenha achado lindo, fiquei intrigada. Afinal, não me consta que papagaios sejam uma espécie que ocorre na nossa região, como os tucanos - que são difíceis de ver, mas são daqui sim. Fiquei pensando se deveria fazer algo. Consegui precariamente fazer uma foto com o celular e mandei para a lista do Instituto Carijós, da qual participam vários biólogos porretas. Veio a resposta: são papagaios sim, provavelmente de um grupo que se originou a partir de aves que fugiram do cativeiro e se adaptaram aqui pelo Norte. Nada de chamar Ibama: deixa os bichinhos se alimentarem e ficarem numa boa.
Isso me tranqüilizou bastante e comecei a curtir diariamente a visita dos dois. Na época eu ainda trabalhava só no home office e estava fechando um frila grande. Frank ainda morava aqui, mas saía toda tarde. Lá pelas 5 horas eu fazia uma pausinha e ia pra baixo do pé de jabuticaba, que estava fechado de bolinhas pretas, enormes e doces, e ficava lá contemplando meus dois visitantes em seu lanchinho. Isso durou umas três semanas, até que as vagens acabaram e eles devem ter ido encontrar comida em outro lugar.
Pois este ano o ipê floresceu mais cedo, e não vai rolar a alimentação simultânea - eles lá e eu na jabuticabeira. Também estou trabalhando fora e não vou conseguir contemplá-los ao entardecer. Mas fiquei feliz ao saber que eles continuam na área. E fiquei pensando se são os mesmos dois do ano passado...
Não entendi
Problema do Blogger ou problema meu? O último post que escrevi ontem ficou embaixo do penúltimo. Até vou dar uma fuçada aqui nas configurações pra ver se encontro algum lapso, mas se alguém mais experiente do que eu tiver uma idéia do que pode ter acontecido, 'gradecida por me explicar.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Segundo dia no trabalho novo e eu já...
1) tenho e-mail do Cefet;
2) tenho login e senha da intranet;
3) tenho conta na cantina;
4) tenho selinho de estacionamento livre;
5) encontrei meu primo Marcelo tomando café e fumando um cigarrinho.
Itens 1 a 4: gracias à Dálete, minha nova colega que bem poderia ser relações-públicas. Item 5: o melhor de tudo é que descobri que o primo Marcelo é amigo do meu chefe!
2) tenho login e senha da intranet;
3) tenho conta na cantina;
4) tenho selinho de estacionamento livre;
5) encontrei meu primo Marcelo tomando café e fumando um cigarrinho.
Itens 1 a 4: gracias à Dálete, minha nova colega que bem poderia ser relações-públicas. Item 5: o melhor de tudo é que descobri que o primo Marcelo é amigo do meu chefe!
Reflexões com minhas pantufas no final de uma semana intensa
Às vezes, quando uma resposta não chega, isso já é a própria resposta.
Elas são inocentes?
Como sou alguém que tecla muito, associar meu probleminha no trapézio (que ainda dóóóóói) à atividade profissional é como somar dois com dois. Mas ontem, depois de um dia de muitas horas cheias, só senti dor ao ponto de fazer careta na última missão do dia: quilômetros de anotações feitas a mão, numa reunião no início da noite. Foi daí que o danado parecia estar com um garfo espetado. Antes, também, no congestionamento-monstro da ponte (sair do centro às 18h45 para chegar em Coqueiros às 19h é quase uma ingenuidade...), reparei como tensiono o ombro direito enquanto dirijo.
Reflexão: as teclinhas podem ser inocentes, as pobrezinhas. Quem deve ir para o banco dos réus, nesse caso, sou eu. Que confesso tudo.
Reflexão: as teclinhas podem ser inocentes, as pobrezinhas. Quem deve ir para o banco dos réus, nesse caso, sou eu. Que confesso tudo.
Não sei qual a explicação disso
Mas acho que toda Tati e toda/todo Cris é gente boa. Não conheço nenhuma exceção ao caso.
Um beijo para as minhas Tatis e para os/as meus Cris!
Um beijo para as minhas Tatis e para os/as meus Cris!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Com as galinhas
Acordar muito cedo geralmente é uma idéia que me dá arrepios, ainda mais quando vou dormir tarde, como ontem, por volta da 1h - com despertador programado para as 6h. Mas a visão da lua enorme logo que acordei, no céu limpinho, com o dia ainda raiando, me fez pensar que nada hoje poderia dar errado. Seis horas e meia depois, até agora tudo bem.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Em plena crise, jornada dupla
Hoje tenho minha última manhã livre. Amanhã assumo meu posto no Cefet-SC, como jornalista (não, não vou ser professora), lotada na Universidade Aberta do Brasil (UAB). Quando fiz o concurso achei mais lógico que me encaixassem na assessoria de comunicação, e para minha feliz surpresa vou ter a oportunidade de trabalhar numa interface entre as duas áreas que estudei e pretendo continuar estudando - comunicação e educação. À tarde, permaneço até segunda ordem como posto avançado da Quorum na assessoria de comunicação do Besc. Tomara que o trapézio aguente. Inclusive vou aproveitar essas últimas horinhas da manhã pra mais uma compressa de gelo - que eu o-deeeeeeeeeeeio fazer...
Dói. Mas a culpa é minha
Não é bursite nem tendinite: a lesão que desde ontem me forçou ao auto-exílio e me impediu de pentear o cabelo direito é resultado da sobrecarga do trapézio - pelo que me explicou o ortopedista, um músculo que vai do pescoço ao ombro. Para sair da crise, a receita inclui compressas geladas (que eu o-deeeeeeeeeio fazer), antiinflamatório (meu velho amigo Celebra 200) e fisioterapia (com a amada-idolatrada-salve-salve Carin).
O ridículo é que a crise só existe em função da minha cabeça dura. Há mais de 15 anos ouço dos ortopedistas que: 1) não, eu não preciso de tudo o que está dentro da minha bolsa; 2) preciso fazer regularmente alguma atividade física que reforce a musculatura das costas, peito e ombros, como musculação (que eu adoro), natação (sou uma negação, uma vergonha mesmo) ou coisas mais modernosas como Pilates (muito caro) e até yoga (meio zen demais pro meu estilo); 3) meu ambiente de trabalho deve ser ergonomicamente adequado, com apoios corretos para os braços, pés e costas (ahm??); 4) devo alternar longos períodos ao teclado com pausas de alguns minutinhos para alongar a musculatura dos braços, ombros e costas (ahmmm???).
Daí a desculpa de não ter tempo para a academia vira um flagrante desconforto quando sou obrigada a encaixar 45 minutos diários, três vezes por semana, para a fisioterapia. Num mundo ideal, isso é tempo suficiente para largar o sedentarismo. Refletia sobre isso hoje bem cedo quando voltava da minha primeira sessão com a Carin. E combinei com meus tênis Reebok de bolinhas que vamos, sim, fazer um esforço para encaixar esse bom hábito em nossas vidas.
O ridículo é que a crise só existe em função da minha cabeça dura. Há mais de 15 anos ouço dos ortopedistas que: 1) não, eu não preciso de tudo o que está dentro da minha bolsa; 2) preciso fazer regularmente alguma atividade física que reforce a musculatura das costas, peito e ombros, como musculação (que eu adoro), natação (sou uma negação, uma vergonha mesmo) ou coisas mais modernosas como Pilates (muito caro) e até yoga (meio zen demais pro meu estilo); 3) meu ambiente de trabalho deve ser ergonomicamente adequado, com apoios corretos para os braços, pés e costas (ahm??); 4) devo alternar longos períodos ao teclado com pausas de alguns minutinhos para alongar a musculatura dos braços, ombros e costas (ahmmm???).
Daí a desculpa de não ter tempo para a academia vira um flagrante desconforto quando sou obrigada a encaixar 45 minutos diários, três vezes por semana, para a fisioterapia. Num mundo ideal, isso é tempo suficiente para largar o sedentarismo. Refletia sobre isso hoje bem cedo quando voltava da minha primeira sessão com a Carin. E combinei com meus tênis Reebok de bolinhas que vamos, sim, fazer um esforço para encaixar esse bom hábito em nossas vidas.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Acho que hoje vou experimentar uma cor diferente
Atire o primeiro palitinho de laranjeira com algodão na ponta a mulher que, depois de pronunciar essa frase para a manicure, nunca saiu do salão com unhas num tom intenso de vermelho. E se sentindo, um pouquinho só que seja, mais poderosa e segura.
Eu gosto dos vermelhos fortes, mas costumo alterná-los com tonzinhos mais naturais e discretos, aqueles que deixam as mãos com um aspecto bem clean. Na minha caixinha de manicure (sim, eu prefiro fazer as unhas em casa) os tons que mais escolho são, entre os clarinhos, o Renda da Risqué e o Fio de Seda da Colorama. Dependendo da ocasião, adoro o Sexy, da Colorama, um rosa beeeeeeeeeeem rosa (que descobri com a Tati). Quando a escolha tende pros rubros, três tons prediletos: Gabrielle, Paixão ou Framboesa, todos da Colorama.
[Este post é dedicado à Tati, à Fabica, à Lia e à Carol, quatro meninas que como eu sabem o valor de mãozinhas bem-pintadas.]
Eu gosto dos vermelhos fortes, mas costumo alterná-los com tonzinhos mais naturais e discretos, aqueles que deixam as mãos com um aspecto bem clean. Na minha caixinha de manicure (sim, eu prefiro fazer as unhas em casa) os tons que mais escolho são, entre os clarinhos, o Renda da Risqué e o Fio de Seda da Colorama. Dependendo da ocasião, adoro o Sexy, da Colorama, um rosa beeeeeeeeeeem rosa (que descobri com a Tati). Quando a escolha tende pros rubros, três tons prediletos: Gabrielle, Paixão ou Framboesa, todos da Colorama.
[Este post é dedicado à Tati, à Fabica, à Lia e à Carol, quatro meninas que como eu sabem o valor de mãozinhas bem-pintadas.]
Dilema astrológico
Essa história de recordar a época do meu nascimento acabou me conduzindo a um dilema astrológico. Minha mãe sempre me disse que eu nasci à 1h30. Só que na minha certidão de nascimento consta 2h30. Como foi minha mãe quem mais participou ativamente do processo, sempre considerei a informação dela.
Pois num desses meus almoços de aniversário, ela admitiu pela primeira vez que, se na minha certidão está registrado 2h30, pode ser que tenha sido esse mesmo o horário em que eu cheguei para alegrar o mundo. Afinal, quem fez as declarações para o tabelião foi meu pai, que era um virginiano - e portanto bastante atento com detalhes.
Daí o dilema: se nasci à 1h30, meu ascendente é Gêmeos. Se nasci às 2h30, é Câncer. Não sei se isso faz algum tipo de diferença importante. Quem aí é ligado em astrologia, pode por gentileza me explicar??
Pois num desses meus almoços de aniversário, ela admitiu pela primeira vez que, se na minha certidão está registrado 2h30, pode ser que tenha sido esse mesmo o horário em que eu cheguei para alegrar o mundo. Afinal, quem fez as declarações para o tabelião foi meu pai, que era um virginiano - e portanto bastante atento com detalhes.
Daí o dilema: se nasci à 1h30, meu ascendente é Gêmeos. Se nasci às 2h30, é Câncer. Não sei se isso faz algum tipo de diferença importante. Quem aí é ligado em astrologia, pode por gentileza me explicar??
Melhor abreviar a coisa
Antes de entrar oficialmente em repouso, não consigo deixar de fazer esse apelo. O I Ching disse que eu vou sofrer uma desilusão. Queria pedir pra pessoa que vai me desiludir pra se apressar, porque o I Ching também disse que depois disso um sucesso enorme vai bater à minha porta. Bora lá, pessoa, resolver isso logo? =D
De novo
Dor aguda no ombro direito. Recomendação expressa: distância do teclado. Sacrifício extremo. Mas voltarei. E viva o Celebra 200mg.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Então tá
Minha sorte de hoje no Orkut: "Faça apenas o que o coração manda".
Sim senhor, seu Orkut. Sim senhor.
Sim senhor, seu Orkut. Sim senhor.
Reflexões num início de expediente vespertino
Acabo de reler um email do estilo "confessions" que escrevi há algumas horas. Deduzi que em algumas ocasiões, o botão "enviar" deveria ser substituído pelo botão "fodeu".
Bola pra frente, mente aberta, coração tranqüilo. Tem coisa que é melhor falar logo e pronto.
Bola pra frente, mente aberta, coração tranqüilo. Tem coisa que é melhor falar logo e pronto.
36 anos depois
É como comentei com o tio Saulo ali embaixo: a sensação que tenho é a de que tudo está apenas começando. =)
domingo, 14 de setembro de 2008
Cheguei chegando
Reza a lenda familiar que quando eu resolvi nascer tudo aconteceu muito rápido. Era a madrugada do dia 14 para o dia 15 de setembro de 1972, e fazia muito frio no Planalto Serrano. Mãe e pai tinham estado com visitas até tarde porque mãe estava de repouso - eu na verdade havia tentado nascer uns dias antes, no meio de um clima tenso em função da morte do vô Waldemiro, mas seguraram minha onda.
Pelo que pesquisei aqui no calendário permanente, era uma quinta-feira.
Antes da meia-noite comecei a dar sinais de que queria chegar. Correria, mala, hospital e etc. Tipo 1h30 eu cheguei. Então já era sexta 15. Conta a mãe que o Dr. Altino nem teve tempo de se fantasiar de médico: só calçou as luvas e ajudou a terminar o que a natureza já estava providenciando. Quando me pegou nas mãos e cortou o cordão, disse: "Que linda! É uma menina! E parece um bebê de três meses!"
Pode até haver uma licença poética nessa versão da minha mãe. Mas o fato é que eu, hoje tampinha, nasci com 58cm de "altura" e quase 5kg de peso. De fato, um bebezão.
E mais: tinha olhos azuis. Vai entender.
Reza também a lenda familiar que aquela noite seu Egídio passou em claro. Desde o primeiro minuto, eu e ele apaixonados um pelo outro.
Pelo que pesquisei aqui no calendário permanente, era uma quinta-feira.
Antes da meia-noite comecei a dar sinais de que queria chegar. Correria, mala, hospital e etc. Tipo 1h30 eu cheguei. Então já era sexta 15. Conta a mãe que o Dr. Altino nem teve tempo de se fantasiar de médico: só calçou as luvas e ajudou a terminar o que a natureza já estava providenciando. Quando me pegou nas mãos e cortou o cordão, disse: "Que linda! É uma menina! E parece um bebê de três meses!"
Pode até haver uma licença poética nessa versão da minha mãe. Mas o fato é que eu, hoje tampinha, nasci com 58cm de "altura" e quase 5kg de peso. De fato, um bebezão.
E mais: tinha olhos azuis. Vai entender.
Reza também a lenda familiar que aquela noite seu Egídio passou em claro. Desde o primeiro minuto, eu e ele apaixonados um pelo outro.
Viva eu
Meu aniversário é só na segunda, oficialmente, mas quando se faz aniversário numa segunda rola uma sutil pressão para algum tipo de comemoração durante o final de semana anterior.
Eu, particularmente, acho meio sem graça fazer aniversário numa segunda. Principalmente quando já se sabe que será impossível ter folga no trabalho.
Pois bem. Este ano não haverá comemoração do tipo em que se convida um monte de gente para vir comer, beber e brindar. A-moooooo esse tipo de coisa, mas este ano não vai rolar. Vou amanhã almoçar em família, só mãe e André, e na segunda mesmo, o dia, almoçarei com mãe e tia Wilma (minha dinda, que na prática é mãe número 2).
Mas aceitarei todos os votos, emails, scraps, torpedos, telefonemas e etc me felicitando. Pode não parecer, mas eu a-doooooooooro que lembrem de mim!
Eu, particularmente, acho meio sem graça fazer aniversário numa segunda. Principalmente quando já se sabe que será impossível ter folga no trabalho.
Pois bem. Este ano não haverá comemoração do tipo em que se convida um monte de gente para vir comer, beber e brindar. A-moooooo esse tipo de coisa, mas este ano não vai rolar. Vou amanhã almoçar em família, só mãe e André, e na segunda mesmo, o dia, almoçarei com mãe e tia Wilma (minha dinda, que na prática é mãe número 2).
Mas aceitarei todos os votos, emails, scraps, torpedos, telefonemas e etc me felicitando. Pode não parecer, mas eu a-doooooooooro que lembrem de mim!
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