1) No dia a dia: academia três vezes por semana. Sem nhém nhém nhém.
2) No quintal: mudas de butiá, de graviola, de grumixama, de limão, de araçá roxo.
3) Na matilha: muitos pelos brancos no focinho de Linda Lô. Exames geriátricos com excelentes resultados. A dona do quintal ainda reina.
4) No coração: meu galego tomando conta geral. Acho que eu no dele também.
5) No trabalho: cronogramas cumpridos, qualidade reconhecida, contracheque que compensa. Amigos queridos entraram pra equipe. Boas perspectivas.
6) Na garagem: carro novinho comprado a prestações possíveis.
7) Na vida acadêmica: retorno à minha primeira escola, reencontro com o que realmente gosto, novos amigos. Muito a pensar e escrever.
8) No rosto: Active C XL da La Roche-Posay, ácido hialurônico manipulado e muito filtro solar. Sinais dos tempos, ainda sutis, mas inevitáveis quando sorrio. E sorrio!
9) Na agenda do celular: números antigos voltaram a ser acionados. Números que já foram frequentes e caíram no limbo foram apagados. De uns poucos tenho saudade.
10) Na geladeira: saiu a carne de porco. Saiu o refrigerante. Entrou muita água de coco de caixinha. Continua entrando muita cerveja de qualidade a compartilhar só com quem é merecedor.
11) No pulso: voltei a usar relógio. Ganhei um lindíssimo da Guess (coisa do moço do item 4). E comprei um monitor cardíaco pra incrementar as horas passadas sobre a esteira.
12) No armário: mais do que eu preciso, sem dúvida. Mas gosto de tudo. E passei pra frente muita coisa boa que já não usava.
13) Na estante do escritório: muita teoria do jornalismo, muita metodologia de pesquisa, Boaventura de Sousa Santos e Edgar Morin.
14) Nos pés: troquei a lixa pelo esfoliante. Enfeito-os com melissas e saltos que já consigo, de novo, usar.
15) No sangue: proteína C reativa inferior a 3. Isso explica muita coisa.
...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Pequenas coisas de 2010
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Viciei
Hunny pesquisou e achou que seria o produto ideal; André se ligou no eBay e conseguiu um preço bacana numa loja da Califórnia. Mandei vir do estrangeiro, então, o kit teclado+mouse sem fio da Microsoft que é top de linha. De cara viciei no mouse e ele passou a morar na minha nécessaire de bolsa - vai todos os dias comigo pro trabalho, pra universidade, onde quer que eu esteja usando computador. Comparando com o preço de kits de qualidade inferior no Brasil, o meu não saiu caro, mesmo com os impostos e etc. Há que se dar a mão à palmatória para a equipe do tio Bill: o formato todo curvado e aparentemente estranho do teclado permite que as mãos e antebraços fiquem numa posição super confortável, sem forçar tendões e ombros. O mouse é grande e esquisito, mas absurdamente confortável. Até tinham me alertado de que os kits sem fio da Microsoft "comem" pilha, mas desde que comprei o meu, em maio, estou usando as mesmas, sem prejuízo do sinal. Alô, você que como eu sofre de tendinites: faça musculação para fortalecer os braços, mas também invista num equipamentinho desses. Você tende a virar uma pessoa que, como eu, sofria de tendinites. o/
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Bom dia, flor do dia!
Não tenho saído de casa sem olhar o site da estação de meteorologia da RBS. Tem informações detalhadas de temperatura, chuva e sensação térmica, o que é muito bom pra quem acorda ainda de noite e vai passar o dia todo na rua.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Acordando com as galinhas, mas bem feliz
E a novidade dos últimos dias é o início das atividades no curso de Mestrado em Jornalismo da UFSC, que me forçaram a uma mudança geral de rotina: meu expediente no Departamento de EaD do IF-SC agora é de manhã, o que nos primeiros dias está me fazendo sofrer um pouco para acordar às 5h45 e estar no Centro às 8h. Na segunda-feira peguei no sono na frente da televisão, antes das 21h e ainda montada de academia - cena patética. A primeira aula, na terça-feira, foi com o querido Francisco Karam, com quem já estive em sala nos tempos da graduação. Ele é querido mas pede leituras de livros de 500 páginas de uma semana pra outra - ou seja, vou camelar bastante nesse curso, muito mais aliás do que camelei na graduação. Hoje à tarde teremos a recepção aos "calouros" (engraçado ser calouro em curso de pós, mas tudo bem) e aula de metodologia com a Gislene, que é minha orientadora e que por coincidência foi da minha banca do outro mestrado (em Educação, que concluí em 2007). Tudo isso será conciliado ainda com inglês avançado duas vezes por semana (nos mesmos dias e um andar acima das aulas do mestrado, então tá arregado), a malhação obrigatória e da qual me torno cada vez mais dependente três vezes por semana e a dedicação de 20h ao trabalho como bolsista do programa UAB, produzindo material didático para cursos de pós-graduação lato sensu. Acho que vai ser cansativo, mas tudo há de dar pé, com diz Gil. Ou não.
sábado, 29 de maio de 2010
O bom filho à casa torna
A casa até mudou um pouco desde que passei por lá pela primeira vez, na graduação, entre 1990 e 1995.
Mas tudo bem. Eu também já não sou a mesma.
Mas tudo bem. Eu também já não sou a mesma.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Lévy rocks! \m/
De férias forçadas, resolvi dar um pulo em Curitiba para uma xeretada básica nos meus dois irmãos. Fresca que sou, aproveitei a megapromo da TAM e comprei passagens de avião, ida e volta, mais barato do que ônibus. Mas o transporte aéreo nunca foi tão enrolado na história desse país: meu voo que deveria ir primeiro a Guarulhos e depois a Curitiba foi parcialmente cancelado porque o aeroporto de Brasília (sempre Brasília) ficou fechado algumas horas... daí me colocaram num voo Florianópolis-Congonhas para depois seguir à sempre elegante e agradável capital paranaense onde mora parte do meu coração. Com isso, é claro, passei algumas horinhas tomando chá de banco em aeroporto.
Mas, precavida que sou, tomei o cuidado de incluir um livro na bagagem de mão - o que me faria inclusive resistir à tentação de gastar dinheiro nas sempre caras livrarias de aeroporto. Fucei rapidamente na estante do escritório e vi meu exemplar novinho em folha de "Cibercultura", de Pierre Lévy, um livro que já não é tão novo (a primeira edição é de 1997), mas que ainda apresenta algumas reflexões extremamente instigantes a respeito de nosso mundo hiperconectado. Durante meu mestrado trabalhamos um pouco esse autor na disciplina Seminários de Pesquisa, mas eu só comprei o livro no ano passado e acabei injustamente deixando-o encostado na pilha de próximas leituras.
Um trechinho logo do início:
Aqueles que denunciam a cibercultura hoje têm uma estranha semelhança com aqueles que desprezavam o rock nos anos 50 ou 60. O rock era anglo-americano e tornou-se uma indústria. Isso não o impediu, contudo, de ser o porta-voz das aspirações de uma enorme parcela da juventude mundial. Também não impediu que muitos de nós nos divertíssemos ouvindo ou tocando juntos essa música. A música pop dos anos 70 deu uma consciência a uma ou duas gerações e contribuiu para o fim da Guerra do Vietnã. É bem verdade que nem o rock nem a música pop resolveram o problema da miséria ou da fome no mundo. Mas isso seria razão para "ser contra"?
Enquanto jornalista, roqueira, profissional da área de educação a distância, blogueira ocasional, tuiteira recém-deslumbrada e apaixonada por meu smartphone, imagino que essa leitura descompromissada do Lévy será bastante produtiva. Até porque, apesar de todos esses meus desvios de caráter, eu continuo uma apaixonada pelos livros - essa mídia tão antiquada, ainda insubstituível.
[Vale lembrar um efeito nefasto da cibercultura sobre meu corpicho: estou tratando outra crise ultrasevera de bursite com tendinite, desta vez no ombro esquerdo. E meu próximo sonho de consumo agora é o teclado ergonômico novo da Microsoft.]
Mas, precavida que sou, tomei o cuidado de incluir um livro na bagagem de mão - o que me faria inclusive resistir à tentação de gastar dinheiro nas sempre caras livrarias de aeroporto. Fucei rapidamente na estante do escritório e vi meu exemplar novinho em folha de "Cibercultura", de Pierre Lévy, um livro que já não é tão novo (a primeira edição é de 1997), mas que ainda apresenta algumas reflexões extremamente instigantes a respeito de nosso mundo hiperconectado. Durante meu mestrado trabalhamos um pouco esse autor na disciplina Seminários de Pesquisa, mas eu só comprei o livro no ano passado e acabei injustamente deixando-o encostado na pilha de próximas leituras.
Um trechinho logo do início:
Aqueles que denunciam a cibercultura hoje têm uma estranha semelhança com aqueles que desprezavam o rock nos anos 50 ou 60. O rock era anglo-americano e tornou-se uma indústria. Isso não o impediu, contudo, de ser o porta-voz das aspirações de uma enorme parcela da juventude mundial. Também não impediu que muitos de nós nos divertíssemos ouvindo ou tocando juntos essa música. A música pop dos anos 70 deu uma consciência a uma ou duas gerações e contribuiu para o fim da Guerra do Vietnã. É bem verdade que nem o rock nem a música pop resolveram o problema da miséria ou da fome no mundo. Mas isso seria razão para "ser contra"?
Enquanto jornalista, roqueira, profissional da área de educação a distância, blogueira ocasional, tuiteira recém-deslumbrada e apaixonada por meu smartphone, imagino que essa leitura descompromissada do Lévy será bastante produtiva. Até porque, apesar de todos esses meus desvios de caráter, eu continuo uma apaixonada pelos livros - essa mídia tão antiquada, ainda insubstituível.
[Vale lembrar um efeito nefasto da cibercultura sobre meu corpicho: estou tratando outra crise ultrasevera de bursite com tendinite, desta vez no ombro esquerdo. E meu próximo sonho de consumo agora é o teclado ergonômico novo da Microsoft.]
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Um Papai Noel sem rosto
Não se preocupem, porque o título do post não anuncia nenhum texto crítico ao consumismo mordaz desta época. A ideia é só contar que o enfeite de porta fofo, barato e novinho que eu comprei para este ano - uma meia de feltro com um bonequinho de Papai Noel de cara bem rechonchuda - foi devidamente transformado em brinquedo pelos meus três amados cachorrinhos no mesmo dia em que foi pendurado. Isso foi antes de eu viajar, e o extermínio de mais este enfeite de porta me fez perder o pique com decorações de Natal este ano.
Mas ontem me curei. Depois de um dia ultrasobrecarregado, que envolveu reunião de trabalho bem cedo, saída com a família, supermercado, salão (eu também mereço uma pet shop) e até batida de carro (nada grave), isso tudo abaaaaixo de uma chuuuuuuva chatééééésima, entrei no clima total: passava um pouco das 22h quando fui para a cozinha fazer pudim de leite. Enquanto o dito cujo assava, embrulhei os presentinhos que vou levar hoje para a family na casa de mamy, desencaixotei os enfeites de Natal e coloquei todos em seus devidos lugares. O que sobrou do enfeite estraçalhado - só a meia - ficou no corredor. Montei minha mini-árvore de moça solteira (daquelas de 50cm de altura) com bolinhas e laços vermelhos, outros enfeitinhos dourados, ao lado do menino Jesus (não é exatamente um presépio, mas é a intenção), com muitas luzinhas, tudo sobre a mesinha antiga de madeira que pertenceu a minha bisavó. E pronto, como num passe de mágica minha casinha ficou com cara de Natal e cheiro de pudim assando.
Mas ontem me curei. Depois de um dia ultrasobrecarregado, que envolveu reunião de trabalho bem cedo, saída com a família, supermercado, salão (eu também mereço uma pet shop) e até batida de carro (nada grave), isso tudo abaaaaixo de uma chuuuuuuva chatééééésima, entrei no clima total: passava um pouco das 22h quando fui para a cozinha fazer pudim de leite. Enquanto o dito cujo assava, embrulhei os presentinhos que vou levar hoje para a family na casa de mamy, desencaixotei os enfeites de Natal e coloquei todos em seus devidos lugares. O que sobrou do enfeite estraçalhado - só a meia - ficou no corredor. Montei minha mini-árvore de moça solteira (daquelas de 50cm de altura) com bolinhas e laços vermelhos, outros enfeitinhos dourados, ao lado do menino Jesus (não é exatamente um presépio, mas é a intenção), com muitas luzinhas, tudo sobre a mesinha antiga de madeira que pertenceu a minha bisavó. E pronto, como num passe de mágica minha casinha ficou com cara de Natal e cheiro de pudim assando.
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domingo, 22 de novembro de 2009
Antes do sol
Não tenho saudades da época em que fiquei com dois empregos e por isso precisava acordar todos os dias às 5h30 - não por causa dos trabalhos em si, que eram realmente ótimos, mas porque, para uma pessoa dorminhoca como eu, madrugar é algo muito difícil.
Hoje, em pleno domingo, acordei na hora em que muita gente deve estar chegando em casa porque vou passar o dia inteiro no vestibular da instituição onde trabalho. De antemão sei que vai ser um dia cansativo, mas a única coisa importante mesmo é que já comprei minhas havaianas e fiz estoque de filtro solar a um bom preço. Em 9 dias estarei matando um pouquinho dessa saudade da Bahia que me deixa tronxa. Oxe!
Bom domingo pra todo mundo!
[Parece que o dia vai ser cinzento, mas se alguém quiser ver um sol lindo nos olhinhos do Otávio, clica aqui.]
Hoje, em pleno domingo, acordei na hora em que muita gente deve estar chegando em casa porque vou passar o dia inteiro no vestibular da instituição onde trabalho. De antemão sei que vai ser um dia cansativo, mas a única coisa importante mesmo é que já comprei minhas havaianas e fiz estoque de filtro solar a um bom preço. Em 9 dias estarei matando um pouquinho dessa saudade da Bahia que me deixa tronxa. Oxe!
Bom domingo pra todo mundo!
[Parece que o dia vai ser cinzento, mas se alguém quiser ver um sol lindo nos olhinhos do Otávio, clica aqui.]
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tem que focar na coisa certa
Fofoca no trabalho? I say no, no, no. Estou realmente preocupada é com minha pesquisa de preço de protetor solar.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Quase de férias
O desafio tem sido dar conta de tudo pra conseguir "terminar o ano" até 30 de novembro, o que envolve uma tonelada e meia de coisas no trabalho, seleção pra doutorado, trabalho de aula na pós, fim de semestre no inglês (com prova que vou precisar antecipar) e mais as coisas todas normais da vida. Haja tempo, energia e paciência. E meu único real interesse a essa altura do campeonato é resolver o que é que vou colocar na mala...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Detalhes das minhas mesas de trabalho (1)
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Um novo personagem em minha vida
Além de Edgar, Wallace e Christine - meus três neurônios, que ultimamente andam assoberbados com a participação em duas seleções-pedreira para doutorado -, outro personagem tem favorecido meu afastamento do blog. Trata-se de Bronson, o nozinho muscular provocado por tensão no trapézio direito, que está sendo devidamente tratado nas sessões de fisioterapia com a amada-idolatrada-salve-salve Doutora Carin.
Segundo ela, o termo técnico para esse tipo de coisa é trigger point (ponto gatilho, em inglês), o que inspirou o batismo dele. Bronson sempre dá o ar de sua dolorida graça após períodos de muitas horas ao teclado. Caso meus cinco ou seis leitores não lembrem, eu trabalho com edição de livros didáticos e, portanto, fico necessariamente horas ao teclado. E isso não se restringe aos dias úteis: na última segunda-feira, por exemplo, "aproveitei" o feriado para uma revisão de emergência do livro de um querido amigo - com 240 páginas.
E como eu não sei viver de outro jeito, tenho sido forçada a otimizar repouso - ou seja, só teclar o que realmente sou obrigada. Com isso, o blog vai ficando sempre pra depois - o que eu mesma estou achando um saco. Mas meu lado Pollyanna, que eu muitas vezes renego mas por outras acabo assumindo, tem certeza de que tudo vai dar certo e que quando acabarem as sessões de fisioterapia (já foram 22, faltam só 8) eu vou virar uma moça praticante assídua de Pilates. Dona Canô Velloso o é aos 102 - por que eu não conseguiria com apenas 37?
[Por enquanto, a única academia que tenho conseguido frequentar é essa aqui.]
Segundo ela, o termo técnico para esse tipo de coisa é trigger point (ponto gatilho, em inglês), o que inspirou o batismo dele. Bronson sempre dá o ar de sua dolorida graça após períodos de muitas horas ao teclado. Caso meus cinco ou seis leitores não lembrem, eu trabalho com edição de livros didáticos e, portanto, fico necessariamente horas ao teclado. E isso não se restringe aos dias úteis: na última segunda-feira, por exemplo, "aproveitei" o feriado para uma revisão de emergência do livro de um querido amigo - com 240 páginas.
E como eu não sei viver de outro jeito, tenho sido forçada a otimizar repouso - ou seja, só teclar o que realmente sou obrigada. Com isso, o blog vai ficando sempre pra depois - o que eu mesma estou achando um saco. Mas meu lado Pollyanna, que eu muitas vezes renego mas por outras acabo assumindo, tem certeza de que tudo vai dar certo e que quando acabarem as sessões de fisioterapia (já foram 22, faltam só 8) eu vou virar uma moça praticante assídua de Pilates. Dona Canô Velloso o é aos 102 - por que eu não conseguiria com apenas 37?
[Por enquanto, a única academia que tenho conseguido frequentar é essa aqui.]
domingo, 20 de setembro de 2009
Meus pecadinhos
Eu praticamente me convidei, e como ela é muito mais elegante que eu, Fiona me convidou para responder ao meme dos sete pecados. Bora lá:
1) Gula: pratico muito. Tenho ciência de que como muito mais do que o corpicho precisaria. Gosto de tudo, desde comida da roça até coisas finas. O que eu não provei, certamente provaria. O que me tira do sério é salmão cru com shoyo e cebolinha verde. Na categoria comidinha de mãe, a galinha ensopada com polenta mata a pau.
2) Avareza: já fui pior. Tenho tentado exercitar mais o desapego, principalmente no que se refere a roupas e coisas que não uso. Mas ainda tenho no armário algumas peças que estão na terceira ou quarta chances. Coisa pouca. Acho que não sou avarenta porque detesto pessoas que regulam migalhas. Na verdade sou mais gastadeira do que avarenta. O que também pode ser um problema.
3) Inveja: de gente magra. De quem não precisa se preocupar com dinheiro. De quem tem dinheiro e sabe gastá-lo bem. Mas são invejinhas genéricas. Inveja de alguém diretamente, com maldade, não tenho não.
4) Ira: outro dia meu computador do trabalho, que é uma máquina nova e super boa, começou inexplicavelmente a dar pau. Fiquei puta da vida. Minha coordenadora chegou a comentar que foi a primeira vez que ela me viu de mau humor - e nós trabalhamos na mesma sala desde fevereiro. Então fico irada em situações assim: quando a Internet não funciona, quando o robozinho da Net não te transfere pro lugar certo pra reclamar. No trânsito também fico meio p da vida de vez em quando, como outro dia, quando um babaca colou na minha traseira me empurrando pra outra pista - e eu estava a 110 por hora. Mas daí eu mando um xingamento light - tipo, tá, seu p** mole, passa logo, seu imbecil - e pronto, a ira passa. No geral, tenho tentado ser mais light para evitar pés de galinha e radicais livres.
5) Soberba: eu digo que sou humilde, mas secretamente me acho melhor que todo mundo. Com meu RayBan novo, mesmo, eu me acho demais. Rá!
6) Luxúria: yes, I've been practicing. Frequently, efficiently, passionately and safely. E fala sério, não acho que isso é errado.
7) Preguiça: de malhar, sempre. Assunto recorrente: consigo horário pra fazer fisioterapia quando o médico manda, mas pra ir pra academia três vezes por semana não consigo nunca. Contra esse aspecto eu realmente tenho que lutar. Mas tem umas preguicinhas inofensivas, como dormir à tarde em sábados ou domingos chuvosos. É bom demais!
Manda a regra que eu indique outros oito blogueiros para responder, mas como geralmente quem recebe esse tipo de tarefa acaba reclamandinho, vou só dizer de quem são as respostas que eu gostaria de ler, embora os desobrigue de escrever de fato (muitas vezes só pensar sobre nossos pecados já é suficiente): Malu, Maurício, Cris, Cibele, Aline, Marie e Magoo. Mas sem pressão, ok?
1) Gula: pratico muito. Tenho ciência de que como muito mais do que o corpicho precisaria. Gosto de tudo, desde comida da roça até coisas finas. O que eu não provei, certamente provaria. O que me tira do sério é salmão cru com shoyo e cebolinha verde. Na categoria comidinha de mãe, a galinha ensopada com polenta mata a pau.
2) Avareza: já fui pior. Tenho tentado exercitar mais o desapego, principalmente no que se refere a roupas e coisas que não uso. Mas ainda tenho no armário algumas peças que estão na terceira ou quarta chances. Coisa pouca. Acho que não sou avarenta porque detesto pessoas que regulam migalhas. Na verdade sou mais gastadeira do que avarenta. O que também pode ser um problema.
3) Inveja: de gente magra. De quem não precisa se preocupar com dinheiro. De quem tem dinheiro e sabe gastá-lo bem. Mas são invejinhas genéricas. Inveja de alguém diretamente, com maldade, não tenho não.
4) Ira: outro dia meu computador do trabalho, que é uma máquina nova e super boa, começou inexplicavelmente a dar pau. Fiquei puta da vida. Minha coordenadora chegou a comentar que foi a primeira vez que ela me viu de mau humor - e nós trabalhamos na mesma sala desde fevereiro. Então fico irada em situações assim: quando a Internet não funciona, quando o robozinho da Net não te transfere pro lugar certo pra reclamar. No trânsito também fico meio p da vida de vez em quando, como outro dia, quando um babaca colou na minha traseira me empurrando pra outra pista - e eu estava a 110 por hora. Mas daí eu mando um xingamento light - tipo, tá, seu p** mole, passa logo, seu imbecil - e pronto, a ira passa. No geral, tenho tentado ser mais light para evitar pés de galinha e radicais livres.
5) Soberba: eu digo que sou humilde, mas secretamente me acho melhor que todo mundo. Com meu RayBan novo, mesmo, eu me acho demais. Rá!
6) Luxúria: yes, I've been practicing. Frequently, efficiently, passionately and safely. E fala sério, não acho que isso é errado.
7) Preguiça: de malhar, sempre. Assunto recorrente: consigo horário pra fazer fisioterapia quando o médico manda, mas pra ir pra academia três vezes por semana não consigo nunca. Contra esse aspecto eu realmente tenho que lutar. Mas tem umas preguicinhas inofensivas, como dormir à tarde em sábados ou domingos chuvosos. É bom demais!
Manda a regra que eu indique outros oito blogueiros para responder, mas como geralmente quem recebe esse tipo de tarefa acaba reclamandinho, vou só dizer de quem são as respostas que eu gostaria de ler, embora os desobrigue de escrever de fato (muitas vezes só pensar sobre nossos pecados já é suficiente): Malu, Maurício, Cris, Cibele, Aline, Marie e Magoo. Mas sem pressão, ok?
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Facing the music and dancing
Bye, bye, inferno astral: mas nem posso reclamar que ele tenha sido infernal, porque os dias que antecederam minha passagem aos 37 foram alegres, divertidos e tranquilos - apesar de todas as complicaçõezinhas cotidianas da vida, que incluem os cuidados com o ombrinho. Já estou autorizada a trabalhar há alguns dias, mas tenho seguido à risca a recomendação de evitar sobrecarga no braço direito até que tudo esteja bem saradinho, então carrego a bolsa no ombro esquerdo (dificílimo), vou às sessões de fisioterapia com assiduidade e só tenho teclado o absolutamente indispensável - no trabalho. O mouse fica na mão esquerda (e com isso eu me embanano um pouco para usar o InDesign, mas vamos indo). E nessa o blog continua meio que num limbo, mas alive and kicking. Ah, sim, estou devendo para a Fiona e para as torcidas do Flamengo e do Botafogo juntas uma foto minha com o RayBan novo, mas ainda não consegui produzir alguma que preste. Mas ela virá. Por enquanto, let's face the music and dance - ouvi esse som outro dia na voz de travesseiro da Diana Krall, mas pra postar aqui achei uma gravação com a voz de além do Renato Russo. Ouçam, encarem e, quem for capaz, dance.
there may be trouble ahead
but while there's moonlight and music
and love and romance
let's face the music and dance
before the fiddlers have fled
before they ask us to pay the bill
and while we still have a chance
let's face the music & dance
soon, we'll be without the moon
humming a different tune
and then there may be teardrops to shed
but while there's moonlight and music
and love & romance
let's face the music and dance, dance
let's face the music and dance
there may be trouble ahead
but while there's moonlight and music
and love and romance
let's face the music and dance
before the fiddlers have fled
before they ask us to pay the bill
and while we still have a chance
let's face the music & dance
soon, we'll be without the moon
humming a different tune
and then there may be teardrops to shed
but while there's moonlight and music
and love & romance
let's face the music and dance, dance
let's face the music and dance
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Um beijo para a torcida
É só uma crise forte de tendinite. Não, não é gripe A. Uma infiltração de corticoide e só mais uns dias no estaleiro. E chega de teclar por hoje. =(
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Demasiado desumano
Aquele senhor alemão não se revire na sepultura com essa malfeita paródia. Mas acordar às 6h pra mim é algo que se tornou desumano, demasiado desumano. Deve ser a idade. Bom dia.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
As voltas que o mundo dá
Perdida entre diversas papeladas e providências no escritório de casa esta manhã, precisei buscar uma informação que tinha certeza estar anotada em algum dia de abril ou maio da agenda de 2008 (sim, eu anoto tudo, e também tenho mania de guardar as agendas dos anos anteriores, porque sei que sempre acabo recorrendo a algum registro delas, como ocorreu hoje).
Peguei a agenda de capa vermelha na estante e fui folheando nas imediações de abril-maio. Encontrei a informação de que precisava e muito mais. No dia 26 de maio, uma segunda-feira, a anotação principal, feita com caneta hidrocor azul clarinha, dizia o seguinte:
"ESTA SEMANA: resolver sobre concurso Cefet. Inscrição até 01/06 - prova 08/06"
No dia seguinte, a anotação é:
"Concurso Cefet - R$ 40,00 - OK"
Sabe aquelas decisões acertadas que a gente toma na vida? Essa, sem dúvida, foi uma. Fiquei até de bom humor.
Peguei a agenda de capa vermelha na estante e fui folheando nas imediações de abril-maio. Encontrei a informação de que precisava e muito mais. No dia 26 de maio, uma segunda-feira, a anotação principal, feita com caneta hidrocor azul clarinha, dizia o seguinte:
"ESTA SEMANA: resolver sobre concurso Cefet. Inscrição até 01/06 - prova 08/06"
No dia seguinte, a anotação é:
"Concurso Cefet - R$ 40,00 - OK"
Sabe aquelas decisões acertadas que a gente toma na vida? Essa, sem dúvida, foi uma. Fiquei até de bom humor.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Luva de pelica
Eita diazinho chato. Dormi demais e perdi a hora de botar o lixo na rua. O-deeeeio lixo acumulado em casa e agora só quarta-feira. Saindo de casa, banho tomado e schedule devidamente planejado, percebo um esguicho brotando do chão do quintal, perto do pé de acerola e do registro da Casan. Vazamento. Oh my god. Um lindo chafariz no jardim que no entanto eu nããããão projetei. Mudei todo o planejamento do dia e ganhei ok dos meus coordenadores para trabalhar em casa por hoje - fazendo plantão à espera do sempre atencioso seu Luís com uma solução para o vazamento. Que, no entanto, só poderá ser efetivamente consertado amanhã, se parar de chover - porque consertar o cano exige o uso de cola, e a cola não seca na chuva. Oh my god de novo. Daí aqui estou eu, com o registro fechado e economizando cada gota de água dentro de casa. Tenho reservatórios, ok, mas é chato. Com o tempo úmido os cachorros ficam fedorentinhos e dormem mais que o normal. Cheguei a pensar que minha vida seria muito mais simples morando sozinha, sem cachorro nem gato nem árvore nem peixe, sozinha mesmo, num apartamento kinder ovo no centro, alugado, sobre o qual eu não teria a mínima responsabilidade em caso de vazamento ou raio que o parta. Passei o dia nessa bad vibe até que hunny me liga para saber como tinha sido meu dia no home office e entre uma coisa e outra pergunta se o pé de abacate já está brotando. Foi o suficiente pra eu me sentir ridícula por reclamar de coisas tão bobas e por me sentir tão vitimada por um simples vazamentinho, que é algo que acontece. A vida é bela. Mesmo em dias de chuva.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Conserta uma coisa, escangalha outra
Oh my god. O problema do notebook era relativamente simples: uma pecinha chamada flat cable foi trocada e com isso as piscadas da tela acabaram. Só que agora o computador custa a ligar. Quer dizer, ele até liga, mas fica uma eternidade na tela "Toshiba - Leading inovation" e a coisa não evolui. Daí aperto um F12, para um pouquinho, descansa um pouquinho, dá uma voltinha e finalmente o rWindows entra. Saco. Lá vou eu de novo com ele a tiracolo pra assistência técnica.
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