sábado, 13 de setembro de 2008

At a place called vertigo

Depois de algumas investidas malsucedidas, finalmente fui assistir ao filme do U2 em 3D.

Sou fã assumida do U2 e estou longe de ter elementos para fazer uma crítica consistente. Dentro do espírito despretensioso do blog, vou me limitar a algumas sensações inevitáveis:

1) A produção em 3D de fato é algo sensorialmente interessante; mas depois do terceiro minuto a gente assimila e esquece.

2) Banda boa com quase 30 anos de estrada: não dá pra negar que eles são isso, independentemente de ser fã ou não. Mas ainda não consegui resolver se gostei mais desse filme ou do "Rattle and Hum", 80% PB, película, que assisti no extinto cine Carlitos em 1990, primeiro ano de faculdade. Quando eu tiver assistido a "U2 3D" pela quinta vez talvez eu tenha algum tipo de opinião a respeito.

3) The Edge tem uma puta cara de irlandês. Toca guitarra como quem respira. Chega a ser meio blasée. E usa praticamente um instrumento diferente para cada música.

4) Acabei tendo que concordar com o André: o som do cinema é muito baixo. Podia aumentar uns cinco pontinhos pra vibe ficar melhor.

5) Bono Vox já foi mais bonito. Bono Vox é narigudo. Bono Vox é um péssimo instrumentista. Bono Vox está meio velhinho. Bono Vox está meio careca. Bono Vox é baixote, gordote e mala com seus discursos humanitários que ninguém quer ouvir. Mas Bono Vox tem um puta vozeirão. E sim, eu ainda beberia uma Heineken com Bono Vox.

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