Depois de QUINZE dias com recomendação de repouso (que tragicamente significa ficar longe do teclado... ai ai ai), finalmente ontem voltei à ativa, tendo que dar conta das toneladas de trabalho acumulado e ainda assim pegando de leve com o ombro, que ainda está sob cuidados médicos. Por isso não vou conseguir extravazar todos os posts que acumularam na cabeça nesses dias. Vamos então, como editora que ainda sou, recorrer a drops pra ver se dou conta da maioria dos temas. ...porque aquilo que eu penso hoje pode se transformar e virar uma outra coisa amanhã ou depois de amanhã
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Sobre os meus muitos dias sem postar
Depois de QUINZE dias com recomendação de repouso (que tragicamente significa ficar longe do teclado... ai ai ai), finalmente ontem voltei à ativa, tendo que dar conta das toneladas de trabalho acumulado e ainda assim pegando de leve com o ombro, que ainda está sob cuidados médicos. Por isso não vou conseguir extravazar todos os posts que acumularam na cabeça nesses dias. Vamos então, como editora que ainda sou, recorrer a drops pra ver se dou conta da maioria dos temas. quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Um beijo para a torcida
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Linhas de fuga
primeiro, este da Silmara Franco, em cujo blog cheguei através da Cris Guerra;
depois, este da Diana Corso, originalmente publicado na Revista TPM e reproduzido pela querida Malu.
E viva os links: economizo digitação, compartilho coisas boas e poupo meu ombro mais uma vez avariado...
sábado, 22 de agosto de 2009
Toca Raul!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Tenho algo a dizer sobre a gripe A
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Incubando, talvez...
[Ah, sim: Ana Carolina é até ok, mas eu gosto mesmo é do vozeirão do Seu Jorge.]
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Um não-post
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Demasiado desumano
sábado, 25 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Minha sopa de letrinhas
Foi assim: panela de pressão. Caminha de cebola picadinha, frita no óleo de canola. Carne cortada em cubos grandes para uma primeira selada. Sal marinho, pimenta moída na hora (comprei um mix de cinco pimentas que é da hora). Refogada geral. Água fervendo, acho que mais ou menos um litro e meio. Panela fechada, pressão por 20 minutos. Medinho. Tira a pressão da panela. Alívio. Panela no fogo de novo, agora aberta. Legumes primeiro. Quando a cenoura está quase no ponto, entram as letrinhas. Vou dizer, minha gente: ficou demais. E é tão simples!
As voltas que o mundo dá
Peguei a agenda de capa vermelha na estante e fui folheando nas imediações de abril-maio. Encontrei a informação de que precisava e muito mais. No dia 26 de maio, uma segunda-feira, a anotação principal, feita com caneta hidrocor azul clarinha, dizia o seguinte:
"ESTA SEMANA: resolver sobre concurso Cefet. Inscrição até 01/06 - prova 08/06"
No dia seguinte, a anotação é:
"Concurso Cefet - R$ 40,00 - OK"
Sabe aquelas decisões acertadas que a gente toma na vida? Essa, sem dúvida, foi uma. Fiquei até de bom humor.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Surreal
Eu gosto muito de sanduíche com tomate e rúcula, e tomates já tinha em casa, então comprei um daqueles pacotinhos ótimos para pessoas que moram sozinhas, com apenas 80g de rúcula. Várias marcas têm essa opção. No caso a que eu estava levando hoje por estar mais fresquinha era a "Solteirinha". Também compunham minha cesta um pacote de café Melitta (até tinha em casa, mas o preço estava muito bom), uma dúzia de ovos, dois potes do iogurte de que hunny gosta e um pacote de torradas Bauducco do tipo levemente doce (são ótimas com manteiga e acompanhadas de café preto). Pronto, fim de semana garantido. [Vale lembrar que cerveja já tinha em casa.]
Mas então eu estava na fila e na minha frente tinha um zé ruela que me olhou da cabeça aos pés quando cheguei na fila. Não chegava a ser um cara propriamente bem-apessoado, mas era digamos assim medianamente apessoado. Carregava em sua cestinha duas garrafas de vinho cuja qualidade desconheço e uns pedaços de queijo daqueles com coisinhas verdes. Não sei se ele reparou que eu olhei para as compras dele (maldita mania), mas de cara ele olhou para as minhas:
- Puxa, que interessante essa salada individual. Bem prático para quem mora sozinho, né?
Oh my god. E eu totalmente sem paciência para conversinhas casuais com pessoas desconhecidas. Já imaginei que ia rolar um xaveco e que eu iria colaborar com uma historinha para o blog Homem é Tudo Palhaço.
- É.
Silêncio. Ele virado pra trás me olhando.
- Tem outras também? Ou só rúcula?
- Olha, eu só como rúcula. Mas deve ter alface, agrião.
- Ah, tá. Você é solteira?
Ohhhhhhhhh my god.
- Sou. Mas tenho namorado. [Achei que isso estaria óbvio por causa dos dois potões de iogurte, mas enfim.]
- Ah, tá. Olha, eu sou corretor de imóveis, pega aqui o meu cartão, se precisar de alguma coisa, comprar imóvel, alugar, é só me ligar.
Oh my god again. Eu achando que o cara ia me paquerar, já predisposta a achar isso um saco. Mas ele só estava fazendo um comercial...
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Três décimos de segundo de sofrimento
Pois no Iega a "nossa" mesa tem sido uma na área interna do bar, lá no cantinho, na janela, onde ficamos abrigados do vento e apreciando os carros que voam a lombada da frente da padaria, na Romualdo de Barros. Quando a gente chega juntos o Ferreira já vai indo até aquela mesa com o cardápio, mesmo sabendo que o pedido será sempre rigorosamente o mesmo (será que isso também é TOC?).
Normalmente levamos sorte e encontramos a tal mesa desocupada, por mais cheio que o bar esteja. Mas ontem foi diferente. Combinamos de nos encontrar lá - ele estava em casa e eu, na minha mãe. Cheguei primeiro e notei que, embora o bar estivesse vazio, tinha um casal na nossa mesa - os dois lado a lado, ela na janela. Como não estava chovendo nem muuuito frio, resolvi esperá-lo numa mesinha na área externa, apreciando o movimento do entorno das 19h. Minutos depois ele me encontra, com uma expressão de espanto misturada com alívio e humor (sim, isso é possível). Eu nem tinha reparado: a moça do casal que ontem resolveu ocupar a "nossa" mesa estava com um casaco rosa da Adidas, idêntico ao que hunny me deu no dia dos namorados. Quando ele chegou no bar, olhou para a "nossa" mesa à minha procura e se deparou com a moça, de cabelo liso-comprido-escuro como o meu, com um casaco igualzinho ao meu, tascando um beijaço no cara.
Três décimos de segundo depois um dos garçons mais novos disse a ele que eu o estava esperando na mesa da rua. Quando me encontrou, ele ainda estava um pouco vermelho, mas felizmente já estava dando aquele sorriso bonito que nunca aparece nas fotos.
[Taí o casaco. Mas essa sou eu.]
terça-feira, 14 de julho de 2009
Nada es más simple
Sim, fiquei bestinha: é essa música que toca no celular de hunny quando eu telefono. Nada é mais simples.
Tu beso se hizo calor,
Luego el calor, movimiento,
Luego gota de sudor
Que se hizo vapor, luego viento
Que en un rincón de la rioja
Movió el aspa de un molino
Mientras se pisaba el vino
Que bebió tu boca roja.
Tu boca roja en la mía,
La copa que gira en mi mano,
Y mientras el vino caía
Supe que de algún lejano
Rincón de otra galaxia,
El amor que me darías,
Transformado, volvería
Un día a darte las gracias.
Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.
El vino que pagué yo,
Con aquel euro italiano
Que había estado en un vagón
Antes de estar en mi mano,
Y antes de eso en torino,
Y antes de torino, en prato,
Donde hicieron mi zapato
Sobre el que caería el vino.
Zapato que en unas horas
Buscaré bajo tu cama
Con las luces de la aurora,
Junto a tus sandalias planas
Que compraste aquella vez
En salvador de bahía,
Donde a otro diste el amor
Que hoy yo te devolvería
Cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da,
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.
[Seria Jorge Drexler um novo Chico Buarque?]
domingo, 12 de julho de 2009
Reencontrando Nietszche e Woody Allen

Assim comia Zaratustra
Descoberto o livro de dieta do autor de “Além do bem e do mal passado” e “A vontade de poder encher a pança”
Nada como a descoberta de uma obra desconhecida de um grande pensador para deixar a comunidade intelectual alvoroçada e fazer os acadêmicos correrem para todos os lados, como aquelas coisinhas que a gente vê quando examina uma gota d'água num microscópio. Durante uma recente viagem a Heidelberg, feita com o intuito de conseguir algumas raras cicatrizes de duelo do século XIX, calhou de eu esbarrar justamente com um tesouro desse tipo. Quem poderia imaginar que existia um Livro da dieta de Friedrich Nietzsche? Embora sua autenticidade possa parecer temerária para os que se deixam tolher por ninharias, a maior parte dos que estudaram a obra concorda em que nenhum outro pensador ocidental chegou tão perto de conciliar Platão com Dr. Atkins. A seguir, trechos seletos.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Juro que vi
Não, não me filiei a nenhum partido político. Mas foi um bichinho muito parecido com esse aí da foto que eu vi hoje, lindo, voando livremente seu voo desengonçado (o bico verde enorme é desproporcional e parece deixá-lo desequilibrado) em direção à unidade de conservação da UFSC, em Cacupé. Era pouco depois das 9 horas e eu estava dirigindo para o Centro, rumo ao primeiro compromisso do dia. Eu sempre observo as aves durante o percurso, já que a SC-401 passa por vários rios, dois manguezais e muitas áreas ainda verdes da cidade. Mas foi a primeira vez que vi um tucano por ali. Muita gente pode achar bobagem, mas eu achei o máximo.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Luva de pelica
Palavrinha do dia: desapego
Cinco coisas que eu não sou
1) Praticante regular e disciplinada de atividades físicas: é aquela velha história freireana da diferença entre a consciência mágica e a consciência crítica. Eu sei que preciso fazer exercícios, não só por motivos estéticos mas sobretudo por questão de saúde - além de pertencer a uma família de cardiopatas, tenho os problemas articulares. No entanto, a inscrição na academia fica sempre pro mês que vem. Isso há uns... hm... cinco anos pelo menos.
2) Quatro ou cinco quilos mais magra: desde que fiz um tratamento ortomolecular eu perdi 12 quilos com certa facilidade e não os recuperei. Mas pra voltar ao meu corpo razoável eu ainda precisaria emagrecer uns quatro quilinhos. O que não acontece principalmente em função do item 1 e também porque eu não abro mão de comer as coisinhas de que gosto - que, além de rúcula e tomates-cereja, incluem itens mais calóricos como os dois pãezinhos doces com manteiga que estou traçando neste exato momento, com minha segunda xícara de café preto.
3) Autodidata: eu adoro estudar, mas não tenho disciplina para fazer isso sozinha. Para a coisa render eu preciso de um vínculo formal, calendário, prazos e tarefas. Aliás, preciso de prazo para quase tudo, senão vou deixando.
4) Uma baita escritora: tenho uma inveja branca de todos os cronistas, romancistas, poetas e demais escritores que derramam palavras na tela como quem respira. Jamais consegui fazer uma poesia. Acho que enxergo as coisas de maneira muito concreta e abstrair é algo muito difícil pra mim.
5) Violoncelista: até tive oportunidade de estudar esse instrumento, mas eu já estava na faculdade e logo foram surgindo outras tantas prioridades. Além disso, não adianta: eu não tenho o mínimo talento para a música.
Não reclamem, por favor: Ana Corina, Dálete, Rafa, Marie e Fiona.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
I die a little
Every time we say goodbye
I die a little
Every time we say goodbye
I wonder why a little
Why the gods above me
Who must be in the know
Think so little of me
They allow you to go
When you're near
there's such an air
of spring about it
I can hear a lark somewhere
begin to sing about it
There's no love song finer
But how strange the change
From major to minor
Every time we say goodbye
[Vou abrir uma Heineken.]
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Milagres acontecem
Provei as três calças, as três ficaram muito boas, mas uma delas ficou realmente nos trinques. Como ninguém acha dinheiro em árvore, saí do provador pensando em levar a que tivesse melhor preço, já que eu estava numa loja das bacanudas, e nas lojas bacanudas mesmo a calça mais em conta poderia ter um preço bem salgado para uma mãe solteira de três filhos. Pasmei: a linda-perfeita estava por R$ 79. Manequim 38. Oh my god. Tem câmeras aqui, eu disse pro menino que me atendia, já me imaginando nas pegadinhas do Faustão. Um jeans perfeito, que serve lindamente, e ainda por cima é manequim 38? É mentira, conta aí que é 44 e que custa R$ 299. O garoto ficou rindo e explicou que naquele modelo o padrão de numeração é maior. Mas o preço era aquele mesmo.
Bom, o fato é que saí da loja feliz anyway por entrar num jeans perfeito manequim 38, levando ainda a calça número 2 da lista (R$ 89, vejam só), o vestido fofo azul e mais um casaquinho. E a conta do cartão de crédito nem ficou salgada. A ração dos filhotes para este mês está garantida.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Viva a Soninha
[Soninha, vou aproveitar o ensejo para anunciar publicamente, na maior cara de pau: tou com saudade das tuas sobremesas. Sim, gente, a Soninha também é doceira de mão cheia.]
domingo, 28 de junho de 2009
Imperdível
Fui assistir ontem à sessão 3D de "A Era do Gelo 3". A história não é tão boa quanto às dos dois primeiros, mas igualmente divertida. A preguiça Sid entra em crise existencial ao ver Manny e Ellie formando família e resolve adotar três ovos de um tiranossauro. Os bichinhos nascem, a mãe vem à superfície para buscá-los (o mundo dos dinossauros, na licença poética do filme, é subterrâneo) e acaba levando o Sid junto. O resto do bando resolve descer para resgatá-lo e se passa toda a história. A experiência sensorial de ver na telona as imagens tão cheias de detalhes, e em três dimensões, é inigualável. Infelizmente a sessão foi dublada, mas até que eu gosto das interpretações dos atores nacionais. E uma piada à parte é o público com aqueles impagáveis óculos meio Man In Black - claro que hunny e eu batemos fotos com eles, mas essas são impublicáveis.sexta-feira, 26 de junho de 2009
So take my strong advice
...just remember to always think twice...
[A-dooooro essa versão cool do Chris Cornell. Tks, André!]
So long, Michael
[Billie Jean é a minha música preferida do Michael Jackson - altas sonzera que canta em grande estilo uma velha história verdadeira que não cansa de se repetir...]
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
So far, so good

quarta-feira, 17 de junho de 2009
Uma causa pra lá de bacana

Estou convencida de que o binômio adoção responsável + castração é a melhor saída para o problema grave do abandono de animais na nossa cidade. Claro que nem todo mundo tem tempo/espaço/saco/grana para adotar um bichinho, mas mesmo assim todos podem contribuir, ajudando a manter o trabalho de quem se dedica à causa. Estou passando pra frente então o recado que recebi da Ana Corina, divulgando essa campanha aí (clique sobre o cartaz para ampliar). Os produtos são super fofos.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Bloomsday
Pai e eu conversamos uma vez sobre esse livro e ele comentou ter vontade de ler - sabia que era um texto árido, mas ele, bom escritor e bom leitor que era, gostaria de encarar. Na época não tinha essa de comprar pela Internet (e obviamente Estante Virtual ainda era idéia de ficção científica), então eu fui a pezito mesmo com minha bolsa de pesquisa na carteira procurar o livro para ele. Rodei bastante, me estressei com um livreiro famoso local, também já falecido, que queria cobrar praticamente o valor da minha bolsa por um exemplar velho e fedorento esquecido no sótão da livraria. Persisti mais um pouco na busca e achei o tal exemplar da Civilização Brasileira, novinho e a um preço possível para uma estudante, na Livros & Livros. Levei para seu Egídio como presente de aniversário, naquele dia primeiro de setembro de 1994. Dois meses depois ele se foi. O livro ficou comigo, marcado na página 19.
Espero hoje à noite poder fazer um brinde de Guinness a Joyce e a seu Egídio. Mas antes tenho que sair de dentro das pantufas, passar pelo chuveiro e encarar Frogville, que hoje tem muito de Dublin. Bom dia pra todo mundo.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Conserta uma coisa, escangalha outra
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Como poderei viver?
Não entendi
Outra:
"Tal fulana viajava sozinha para conhecer a Europa pela primeira vez", dizia uma das matérias sobre as vítimas do voo da AirFrance - dessa vez, num site nacional. Então a moça talvez pretendesse ainda conhecer a Europa pela segunda, terceira e quarta vezes. Mas não conseguiu conhecer nem pela primeira.
[Regina, Gilka e Scotto: SOCORRO!!!]
domingo, 31 de maio de 2009
Os homens e mulheres de ferro
Parabéns pra ela

segunda-feira, 25 de maio de 2009
Adoravelmente biodegradáveis
1) soube que vou voltar pra Comunicação na minha próxima formação acadêmica;
2) usei camisetas pretas-ou-brancas-básicas-lisas;
3) preferi homens morenos;
4) me disse fã de carteirinha do U2;
5) achei frescura carro com ar-condicionado e vidro elétrico...
... agora:
1) estou começando a estruturar um projeto pra tentar o doutorado na Educação;
2) comprei duas camisetas polo coloridas e listradinhas;
3) estou namorando [e muito feliz com] um galego bem clarinho;
4) nunca ouvi nenhuma música do álbum novo do U2;
5) uso ar-condicionado ligado no frio [até no outono], acho vidro elétrico indispensável e adoooooooro o comando satélite do carro.
E quer saber? Tá tudo ótemo.
Addicted
quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Onze drops sobre o fim de semana que passou
2) Aproveitando o clima bucólico, plantamos um pé de abacate. Aguardaremos brincaremos no regato até que nos tragam frutos teu amor teu coração. [Na verdade quem plantou foi hunny, eu só indiquei o local no terreno e fiquei olhando enquanto ele colocava com cuidado a semente germinada na caminha de terra.]
3) Almoçamos tainha no restaurantezinho simples que frequento em Ponta das Canas há quase 20 anos. Estava um dia lindo. No mar, um cardume enorme de golfinhos [golfinhos juntos são um cardume??] deu show.
4) Lavei roupa, passei roupa. Como é bom fazer esse tipo de coisa com calma, caprichando nas borrifadas de Pass Comfort e nas dobraduras dos lençois.
5) Com o frio, ressuscitei minhas pantufas e o aquecedor elétrico [meu R2D2] voltou à ativa. Os cachorros a-dooooooram!
6) Não fui ao show do Roberto, mas ouvi aquela canção: "quero que você me aqueça neste inverno / e que tudo o mais vá pro inferno". Minha predileta do Rei.
7) Testei um site de backup de blogs que o André me indicou há um tempão. Me loguei e tals, mas sempre que mando fazer o backup dos posts mais antigos ele dá um tilt. E no meu blog apareceu de novo, com data atual, meu primeiro post [a Regina chegou até a fazer um comentário... desculpa aê, fessora!]. Desisti por enquanto.
8) Fiz na sexta-feira a primeira sopa de queijo do ano. Com vinho tinto, é o que há. Outra hora posto a receita, muito facinha.
9) Lola saiu do repouso. Voltou a seu observatório e a perseguir os raios de sol. She's only happy in the sun. Mas ainda manca um pouco de vez em quando, e eu mantenho vigilância. Provavelmente vai ter que ir no vet de novo.
10) Assisti a quatro bons filmes na tv a cabo. Isso sempre acontece quando eu me convenço de que, para cortar despesas, devo deixar esse luxinho de lado. Oh my god.
11) Retomei a leitura dos contos da Virginia Woolf. Do começo.
sábado, 16 de maio de 2009
Mannah Mannah
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Finalmente
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ele se remexe muito
Gracinha. É um lêmure miniatura, espécie ameaçada de extinção, que está em tratamento na Austrália. Não parece um bichinho de pelúcia? E o que são esses olhos??
E já que eu gosto muito de lêmures... aumenta o som!!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Para [rir com] hunny (2)
Quando a gente gosta, é claro que a gente cuida.
Uma música bonitinha pra começar a semana. Tão bonitinha.
domingo, 10 de maio de 2009
Viva ela
sábado, 9 de maio de 2009
A saga das toalhas
Adorei
Sou conhecida internacionalmente por minha dependência de café. Pra chocolate, não dou muita bola. Atenta a essa equação, mamy me deu uma cafeteira de presente de Páscoa. Eu sempre defendi que café de cafeteira não é grande coisa. Pois olha que mordi a língua. A nova maquininha já está perfeitamente integrada à minha cozinha e à minha rotina - já estreou, inclusive, na churrasqueira, para a hora do fireball regado a café com sorvete. E tornou-se um dos meus itens domésticos indispensáveis, ao lado da lavadora de louça, da lava-roupa, do micro-ondas e do geladeirão frost free. sexta-feira, 8 de maio de 2009
De atestado
- Ana, então vamos fazer o seguinte: 10 dias de anti-inflamatório. Essa é a parte fácil. A parte difícil é o repouso. Mas é muito importante que ela faça 10 dias de repouso rigoroso pra poder curar bem essa inflamação. A pergunta que não quer calar

quinta-feira, 7 de maio de 2009
Como assim, Bottini??!!
Ledo engano. O prazo para entrega previsto era de cinco dias úteis. Já se passaram quase 15 dias úteis e nada das minhas lindas toalhas chegarem na minha casa. Reclamei por telefone e disseram que a encomenda seria entregue até dia 5. Não foi. Desde então já liguei várias vezes para a central de atendimento e sempre fico pendurada esperando para ser atendida. Mandei um e-mail e recebi uma resposta automática prometendo um contato em até três dias úteis. O atendimento online está sempre com todos os "consultores" ocupados (não sei por que hoje em dia atendente e vendedor viraram "consultores"). Well. Certamente esta terá sido a primeira e última vez que fiz comprinhas no Shoptime. Quer toalhinha nova, minha filha? Toca pra Havan.
[Espero que quando minha encomenda chegar eles mandem junto um narizinho de palhaço.]
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Meu pé esquerdo
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Eu e meus vacilos
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Bom dia
Fim da tarde a terra cora e a gente chora porque finda a tarde
Quando à noite a lua amansa a gente dança venerando a noite
["Canto do Povo de um Lugar", do Caetano, no LP "Jóia". Sorry, não localizei o áudio. Mas acordei hoje com essa música na cabeça.]
domingo, 26 de abril de 2009
Vai em paz, colega
Soube há poucos minutos que o Mega não resistiu. É lamentável e estranho ver alguém da minha idade, com quem convivi tanto tempo, partir assim. Só resta agora torcer para que sua família tenha conforto. E que ele possa reencontrar em outra dimensão todas as pessoas e bichos que amou em vida e que também partiram.sexta-feira, 24 de abril de 2009
Poderosa.com
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Nem desabrigada, nem desalojada
Pensa que acabou??? Nããão, não acabou!!!
Atendendo a pedidos, vou abrir um parágrafo.
Com a água na altura dos tornozelos - e olha que o único par de calçados que eu consegui juntar entre todos os que boiavam pela casa foi um tamanco Arezzo anabela com 10cm de plataforma - juntei-me aos filhotes no sofá empapado e fiquei aguardando hunny, com medo de transitar no meio do brejo do quintal com os pezinhos assim expostos a bichos & nojeiras. Lembrei então de uns tênis Adidas que eu ganhei há um tempo, de um modelo feito para praticantes de rafting, todo emborrachado e com um sistema de drenagem na sola. Perfect. Localizei os ditos cujos, calcei-os mas não precisei ir até o portão a pé quando hunny chegou, já que por pura sorte eu tinha deixado acionado o disjuntor exclusivo do portão. Yes. We can.
- Ana, é muita água. Três ruas pra lá, tá tudo embaixo d'água. Não tem o que fazer.
Oh my god. Ele tinha deixado o carro na esquina e caminhado até o portão com a água na metade da canela (não são canelas pequenas). Eu já estava avaliando a possibilidade de catar computador, uma muda de roupas e os filhotes e fugir pra casa da minha mãe quando observamos um pé das minhas havaianas novas boiando porta afora. Sinal de que, apesar de a chuva continuar, a água estava baixando. Hunny trouxe então o carro para dentro do pátio-brejo e sentamos na porta de casa, bebendo um vinho tinto, à luz de velas, para esperar a água baixar. Há circunstâncias mais favoráveis para se beber um vinho tinto à luz de velas com esse tipo de ser, mas tudo bem. E a água foi baixando. Depois de mandar pra fora grande parte do que estava acumulado dentro de casa, conseguimos dormir um pouco. Oito horas da manhã e hunny partiu, pobrezinho, meu heroi, para um dia cheio de compromissos profissionais e familiares. Eu já avisei no trabalho que virei uma flagelada e estou apenas no início de um dia repleto de rodos, esfregões e muuuuuuuuita água sanitária.
Graças a deus o modem da NET não molhou.
E estou pensando seriamente em ligar pra Vanessa para pedir mais uma sessão.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Uma quarta com cara de segunda que bem poderia ser sexta
Pronto, passou. Agora vou dormir.
Perdi
sábado, 18 de abril de 2009
Minha vidinha bucólica
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Oxitocina e ciberterapia
FALA QUE ALGUÉM TE ESCUTA
O fala-fala feminino invade a web e engrossa o caldo das intimidades para consumo imediato
POR DENISE GALLO*
As mulheres falam. Certo. Os homens também falam. Crianças, animais, até as plantas falam. Tudo fala neste mundo eloqüente. Mas dizem que as mulheres falam mais. Entre mulheres, então, muito mais.
A medicina explica que o centro da fala é mais desenvolvido no cérebro feminino. As meninas, em geral, falam mais cedo do que os meninos. O talento para a conexão pessoal aparece logo: com apenas três dias, as meninas sustentam o olhar em direção a um adulto pelo dobro do tempo dos meninos. Há, também, a oxitocina, hormônio que tornaria as mulheres mais inclinadas a amizades e parcerias (ai!, que medo dessas explicações que enquadram a “natureza feminina”).
As influências culturais (ufa!, agora sim) deram seu empurrãozinho nessa solidariedade. Com pouco espaço para se expressar, a amizade entre mulheres foi, por muito tempo, um oásis em suas vidas. E incutiram tanto romance açucarado em suas cabeças, que esta máxima pega até hoje: mulheres gostam de falar de relacionamentos, de gente, de amor. Tudo isso para explicar aquilo que qualquer um que esteja esperando para usar o telefone já sabe há muito tempo: a gente fala pelos cotovelos!
Na passagem para o mundo virtual, a oxitocina escorre pelos teclados. Estudos americanos constatam que as garotas publicam mais conteúdo, têm mais blogs, cultivam mais as amizades on-line. No Brasil, o aumento do número de mulheres na web e o crescimento das redes sociais femininas indicam que estamos indo para o mesmo caminho. Que caminho?
Publico, logo existo
Entre os muitos usos, uns maravilhosos e outros desastrosos, a que se presta essa hiperconectividade, a exposição da intimidade parece ser um dos mais populares. Os desabafos, assim como o cotidiano sem graça, que antes ocupavam páginas de diários secretos, ganham dimensão pública, numa ciberterapia curiosa.
A vida íntima precisa de platéia para ganhar sentido. Publico, logo existo. Assim, todo mundo pode ter o seu momento “pinguepongue com a Gabi”, se autoperseguir como um paparazzo e jamais dar um passo sem avisar ao público invisível que sua vida não é nem mais nem menos banal do que a de qualquer um.
*Denise Gallo, 38, é sócia de Uma a Uma, empresa de inteligência de mercado especializada em comportamento feminino: blog.umaauma.com.br. Seu e-mail: denise@umaauma.com.br
[E com este texto que não é de minha autoria vai um beijo pra Fi, pra Marie, pra Aline, pra Karlinha, pra Cris, pra Cris Mohr, pra Malu, pra Adri, pra Rafa, pra Regininha, pra Ana Corina e pra Dálete, minhas amigas blogueiras mais presentes.]
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Antes tarde do que nunca
Sempre implacavelmente relativo
És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo...
Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo...
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo...
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo...
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício
Tempo tempo tempo tempo...
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo...
O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo...
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo...
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo...
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo tempo tempo tempo...
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Ricardo Mega
Dificilmente alguém diria que aquele cara com jeitão marrento, sotaque carioca, criador e adestrador de pitbulls, é um franciscano da melhor estirpe. Aliás, dificilmente alguém diria que os pitbulls do Mega são aqueles anjos dóceis e educados. Lembro bem de um plantão de sábado que eu estava coordenando. Quando voltou da pauta, antes de identificar o material, Mega chegou para mim discretamente: "Ana, estou com o Iron lá dentro do carro. Tudo bem se eu trouxer ele aqui pra dentro, só enquanto eu baixo meu material?" Respondi que por mim tudo bem, já que eu sabia que o Iron é adestrado e muito obediente. Consultamos as outras poucas pessoas do plantão, e o Iron ganhou passe livre. Ainda lembro da cena surreal: o Mega trabalhando num iMac colorido, na mesa dos fotógrafos, com aquele pitbull gigante (os cachorros dele são muito bem-cuidados) deitado aos seus pés, em cima de um tapetinho.
Já em outra ocasião, estou eu chegando para mais um dia de expediente normal de meio de semana. Passando pela mesa dos fotógrafos, Mega me chamou para contar que ele e o Vilmar (o motorista cujas histórias renderiam um livro) tinham presenciado o atropelamento de uma cachorrinha vira-latas na Via Expressa, a caminho de uma pauta. Quem atropelou não fez nada, mas eles pararam o carro e o Mega foi para o meio da rodovia resgatar a pobrezinha, que estava machucada e assustada, mas sem fraturas aparentes. Eles a deixaram na casa de uma senhora que morava nas redondezas e foram para a pauta. Pois quando ele me chamou, depois de contar a história, ele disse "Ana, eu não consigo parar de pensar naquela cachorrinha. Acho que vou lá buscar". Ele só precisava verbalizar isso. Terminou de identificar suas fotos, entrou no carro e foi ao encontro daquele serzinho esquálido preto-e-branco. Voltou todo empolgado com o quinto elemento de sua matilha - que já era composta por quatro pitbulls - no porta-malas. Depois de receber os cuidados necessários e o carinho dele e da mulher, Isabelle (também, obviamente, cachorreira de carteirinha), a Nina se transformou numa vira-latas saudável e encorpada, bem parecida com os irmãos de raça. Sempre que perguntava sobre como ela estava, ele me respondia: "Ana, aquela cachorra me ama". Claro, né? Óbvio que ama.
Durante o período em que convivemos profissionalmente, os cachorros sempre eram assunto. Ele é bom adestrador e me deu um monte de toques legais sobre como botar um pouco de disciplina na minha matilha mimada. Lembro de como estava triste ao contar que uma das pitbulls tinha morrido. E quando nos revimos muito rapidamente naquele dia de Ironman, nossas matilhas continuaram sendo a razão de nossa empatia - mais do que a profissão em comum.
Então é estranho lembrar dessas e de outras histórias e imaginar que hoje esse cara de coração grande, apenas dois anos mais velho que eu, está sofrendo as sérias conseqüências de um AVC, numa UTI de hospital. Como bem disse o Magoo em algum lugar, tomara que essa esteja sendo apenas mais uma das brincadeiras do Mega. E que logo ele possa estar de novo brincando com seus cachorros no quintal da casa que ele construiu para viver perto do mar, ao lado da sua Isabelle.
domingo, 5 de abril de 2009
Eu florida alegre e faceira. E daí??
Adorei esse texto da Cris Guerra. Desnecessário dizer que deve ser lido com bom humor, ok?quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Era uma vez um carinha sorumbático
Descobri essa gracinha de vídeo nos favoritos do Orkut de dois amigos. Impossível não ficar com um sorrisinho bobo no final.
segunda-feira, 30 de março de 2009
Um pequeno delito
Meu vidrinho novinho de pimenta Tabasco teve a tampinha misteriosamente perdida na noite de Réveillon. Ela foi então substituída de improviso por um pedacinho de papel alumínio todo amarrotado. Que, além de ter um aspecto feio, precisa ser substituído toda hora porque alguém sempre amassa aquele papelzinho e joga fora. Esse pequeno problema foi resolvido com um pouquinho de cara de pau durante uma pausa na caminhada de domingo na Ilha do Mel. Eu, que nunca consegui roubar chocolate nas Americanas e nem copo em bar lotado, deleguei a tarefa delituosa ao Douglas, que a executou prontamente e na maior elegância. Terminada a deliciosa porção de iscas de pescada (que foi o motivo para virem à mesa dois vidrinhos de Tabasco, um da Garlic e outro da tradicional), pedimos a saideira e a conta. A tampinha de um dos vidros foi sutilmente colocada num canto da mesa entre nossos bonés e óculos. Quando a garçonete veio recolher as coisas, levou os dois vidrinhos sem notar que um deles estava sem tampa. Bingo. Meu vidrinho de pimenta já está pela metade, mas já não faz feio quando vai à mesa. Será que vou ser cobrada por isso no juízo final?[Lição: a partir de agora, além dos araminhos de saco de pão, vou também começar a colecionar tampinhas de pimenta Tabasco. Pra garantir.]
domingo, 29 de março de 2009
And the world goes round
I don't know, I don't know
you stick around now it may show
I don't know, I don't know
[Pode parecer incrível, e peço perdão por isso a todos os meus amigos músicos, mas só agora, com quase 37 anos, descobri "Abbey Road", que passou a semana inteira no cd do carro. Antes tarde do que nunca.]



