quinta-feira, 10 de junho de 2010

Quando notares estás à beira do abismo



Na região dos canyons é assim: o vivente anda, anda, anda, e de repente se vê numa situação parecida com a da praga de Cartola. Só que aqueles abismos ninguém cavou com os próprios pés: eles foram formados com o trabalho lento e paciente da água dos rios e do vento, ao longo de anos e anos e anos. Sorte nossa e das nossas retinas.




E se até eu cheguei a refletir sobre o sentido da vida sentada na beira daquele buraco de 7,8 quilômetros de extensão e 900 metros de altura, me digam: o que teria pensado lá o Maurício?

[Confesso que eu estava pensando em como seria bom beber uma cerveja depois de subir aquela pirambeira toda...]

2 comentários:

Maurício Oliveira disse...

Hahaha, engraçadinha.
Esses cenários fazem parte da minha vida.
Quando criança, passei muitas férias de julho na casa da Tia Olivia, que mora em Cambará do Sul.
Vi até nevar.
Tudo isso é lindo demais, não?

Ana Paula disse...

demais! =)