Na região dos canyons é assim: o vivente anda, anda, anda, e de repente se vê numa situação parecida com a da praga de Cartola. Só que aqueles abismos ninguém cavou com os próprios pés: eles foram formados com o trabalho lento e paciente da água dos rios e do vento, ao longo de anos e anos e anos. Sorte nossa e das nossas retinas.
E se até eu cheguei a refletir sobre o sentido da vida sentada na beira daquele buraco de 7,8 quilômetros de extensão e 900 metros de altura, me digam: o que teria pensado lá o Maurício?
[Confesso que eu estava pensando em como seria bom beber uma cerveja depois de subir aquela pirambeira toda...]
2 comentários:
Hahaha, engraçadinha.
Esses cenários fazem parte da minha vida.
Quando criança, passei muitas férias de julho na casa da Tia Olivia, que mora em Cambará do Sul.
Vi até nevar.
Tudo isso é lindo demais, não?
demais! =)
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