sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Elas são inocentes?

Como sou alguém que tecla muito, associar meu probleminha no trapézio (que ainda dóóóóói) à atividade profissional é como somar dois com dois. Mas ontem, depois de um dia de muitas horas cheias, só senti dor ao ponto de fazer careta na última missão do dia: quilômetros de anotações feitas a mão, numa reunião no início da noite. Foi daí que o danado parecia estar com um garfo espetado. Antes, também, no congestionamento-monstro da ponte (sair do centro às 18h45 para chegar em Coqueiros às 19h é quase uma ingenuidade...), reparei como tensiono o ombro direito enquanto dirijo.

Reflexão: as teclinhas podem ser inocentes, as pobrezinhas. Quem deve ir para o banco dos réus, nesse caso, sou eu. Que confesso tudo.

Um comentário:

Frank disse...

eu tava no 'refluxo' qdo vi a fila. me lembrei de vc...juro!