sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

...e o selo Mãe de Cachorro vai para...


...o Dauro, a Regininha, a Aline, a Giorgia, o Frank, a Marie e o Caio.
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Este é o selo Mãe de Cachorro!
Você o recebeu como homenagem por seu amor aos animais e ao usá-lo em seu site/blog, passará a fazer parte da família Mãe de Cachorro, uma confraria de pessoas do bem e que fazem a diferença para um mundo melhor para humanos e animais.

Nem todos são propriamente mães ou pais de cachorro, mas são amigos queridos que eu sei que amam os bichos!
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[Querem saber mais? Cliquem aqui.]


Quem disse que acabou?

Fim de ano sempre é uma comilança, uma bebelança e uma festança para a maioria das pessoas que conheço. Só que para a maioria das pessoas que conheço esse circuito termina depois do Réveillon. Aqui em casa não. Porque no dia 3 de janeiro é aniver da mami. E o aniver da mami sempre é comemorado com festa. Amanhã, portanto, lá vamos nós de novo. Haja fígado. E abraço. E gargalhada.

[A gente finge que reclama, mas é uma delícia. A foto foi feita em 2007, quando dona Conceição soprou 60 velinhas e a festa foi uma megaprodução que teve até camiseta.]

Familiares incompatíveis

Otto é o cãozinho dachshund da minha mãe. E Gisa é a gatinha do Mano e da Jaque, meu irmão mais velho e minha cunhada. Depois de passar alguns dias comigo e a mãe aqui em casa, hoje Otto voltou para seu apê, onde Mano, Jaque e Gisa continuam em férias até amanhã. Todos os cuidados para que o canino e a felina fiquem separados são tomados com rigor. Mas, há pouco, alguns segundos de descuido fizeram com que eles ficassem frente a frente. Furdunço. Otto ignorou a pata machucada e saiu correndo atrás da Gisa. Que, por sua vez, triplicou de tamanho e riscou uma caixa inteira de fósforos enquanto batia em ricochete com as quatro patas pelas paredes do apartamento. Sobrou pra mim a tarefa de segurar a Gisa (tenho talento para conter gatos ariscos) enquanto o Mano mandava o Otto sair do quarto. Juntei-a pelas axilas. Ela esperneou. Minha linha da vida da mão direita ganhou uns oito centímetros, atravessando o pulso. Espero que, em pleno 2 de janeiro, isso seja um bom sinal.

Back to Frogville

Primoroso.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

E foi-se 2008

Tou com uma preguiça danada de fazer balanço do ano que passou. Resumidamente: passei por uns perrengues brabos que me derrubaram, mas levantei sozinha ("esse remédio universal que é o trabalho", como diz o Saramago), reencontrei minha alegria e minha leveza e posso dizer que a maior parte do ano foi movida a coisas boas (apesar das ruins que sempre se permeiam com as boas). Muito boas. Gente nova, trabalho novo. As pessoas fundamentais que ficaram. O valor de tudo o que eu tenho. E a retomada dos projetos (eu não vivo sem projetos). O blog e as amizades bacanas que dele decorrem. A terapia (não, eu não quero alta). Depois de alguns anos me sentindo num marasmo, parece que em 2008 as coisas aconteceram de forma super acelerada. Cheguei a me assustar com isso algumas vezes. Mas adorei. Espero que 2009 tenha tanto movimento quanto 2008. E tantas surpresas. Boas, é claro.

Mania feia

Rangaceira boa, bebida idem, música idem. Vestido novo, galera bacana. Mas ontem aconteceu de novo: sono incontrolável e saída à francesa direto para o berço. Me disseram que a festa rolou até quase quatro da manhã e que as sobremesas estavam maravilhosas. Que bom que sobrou um pouquinho.

Dois pontinhos

Reza a lenda familiar que foi meu avô Zeca o primeiro da família a se casar com uma moça de origem não-alemã. Então ele era um Lückmann (com dos enes mesmo) que se uniu a uma Ferreira de Souza. E entre os primos do meu avô tem alguns Nienkötter, Lehmkul (nessa grafia tenho dúvida) e Loch. Já pelo lado da minha mãe, meu avô Martins, que morava na Lagoa, casou-se com minha avó Abreu, que morava no Rio Tavares. E pelo que minha mãe conta, há um ramo de parentes com sobrenome Veras. É uma misturança danada de nomes que revela uma misturança danada de sangues. Por isso é que eu digo que sou uma perfeita vira-latas, embora em função das normas patriarcais do registro civil eu carregue o sobrenome de origem alemã - que na verdade eu acho que é a minha menor parte. Herdei inclusive o erro de registro do meu pai - lá em 1944 o escrivão bobeou e seu Egídio, o primogênito do meu avô, virou um Lückman com um ene só. Ao longo do tempo teve outras diferenças de registro, como por exemplo o pessoal do tio Norberto, irmão do meu avô, que é Lüchmann. Lembro até que há na família quem defenda que o nome original é assim mesmo, com cê-agá, e que o cê-ká é que é equivocado. Anyway, meu nome ficou como ficou e mesmo não sendo propriamente complicado, na maioria das vezes preciso soletrá-lo - laranja, uva, caqui, kiwi, maçã, abacaxi, nêspera. Ok, nêspera é meio pesado, pode ser nectarina também. E com dois pontinhos em cima do u, por favor. Apesar da reforma ortográfica.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Som do Gil, voz da Gal

Não encontrei o áudio... se alguém tiver, me manda?

Quando a gente tá contente
Tanto faz o quente, tanto faz o frio, tanto faz
Que eu me esqueça do meu compromisso
Com isso ou aquilo que aconteceu dez minutos atrás
Dez minutos atrás de uma idéia já deu
Pra uma teia de aranha crescer e prender
Sua vida na cadeia do pensamento
Que de um momento pro outro começa a doer

Lááááááá
Lálálálá-lá-lá-lá
Lááááááá
Lálálálá-lá-lá-lá
Lááááááá
Lálálálá-lá-lá-lá
Lááááááá
Lálálálá-lá-lá-lá

Quando a gente tá contente
Gente é gente, gato é gato
Barata pode ser um barato total
Tudo que você disser deve fazer bem
Nada que você comer deve fazer mal
Quando a gente tá contente
Nem pensar que está contente
Nem pensar que está contente a gente quer
Nem pensar a gente quer, a gente quer
A gente quer, a gente quer é viver

[Feliz 2009 pra todo mundo!]

domingo, 28 de dezembro de 2008

Noronha? Não, Floripa mesmo

Faz bem mais de dez anos que estive pela primeira vez na Lagoinha do Leste. Mas dar de cara com esse visual depois de duas horas de caminhada difícil sempre dá um nozinho na garganta. É ou não é um sonho?

[Conheço cinco das dez praias classificadas como as melhores do Brasil pelo Guia de Praias 2009. Acho que sou uma privilegiada. E coloquei como meta conhecer pelo menos mais uma da lista até o final de 2009.]

sábado, 27 de dezembro de 2008

Destruída, mas feliz

Feriadão de Natal passado em família tem tido programação intensa, pecadinhos gastronômicos, biritas de crasse, horários desregulados, praião e muita gargalhada. Só tenho ligado o computador para botar as caixas de som a balançar. E hoje especificamente passei 12 horas na rua, numa caminhada pancadona até a Lagoinha do Leste - ida pelo Matadeiro, volta pelo Pântano do Sul, com direito a almojanta no Arante. Arrebentei meu joelho - escrevo este post com um saquinho de gelo em cima do pobrezinho tão maltratado. Mas sobrevivi. E dá licença que vou ligar o som.

[aguardem as fotos]

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Pensando bem

O problema não é errar. O erro em si. O problema é errar e persistir no erro. Quem tem grandeza e caráter também erra, mas tem humildade para admitir o erro e repará-lo. Pois eu soube que a pessoa que me aborreceu na sexta-feira também ficou muito triste depois do episódio infeliz. Hoje nos encontramos rapidamente na saída do trabalho e trocamos votos de feliz Natal. Acho que vamos poder voltar a sorrir um pro outro. A vida, afinal, é bela.

Que alívio

Peço licença à Andréa, super autoridade no assunto, para recomendar um produtinho que conquistou seu espaço na minha nécessaire de verão. Como não tinha em casa nenhum creme específico para usar depois da exposição ao sol, recorri a esse creminho de lavanda e camomila, da linha Softlotion da Johnson&Johnson, para manter hidratadas as minhas áreas-rosbife depois do torrão de sábado. Pois olha que melhorei bastante e não vou descascar. Mil vantagens: é cheiroso, baratinho, fácil de achar em qualquer supermercado e tem uma textura ótima. Adorei.

Amy às avessas

Tentaram mandar Amy Winehouse para a reabilitação e todo mundo sabe o que ela respondeu - e um dos resultados disso foi o incensadíssimo e premiado hit "Rehab", no não menos incensado e premiado álbum "Back to Black".

Pois comigo foi o contrário: minha psicoterapeuta quis me dar alta. I said no, no, no. E marquei a próxima sessão para a primeira semana de janeiro.

[Aliás, acho que dizer no, no, no foi um dos grandes aprendizados de 2008.]

domingo, 21 de dezembro de 2008

Lindos

Ou eu saía pra pegar o celular e tentava voltar a tempo de registrar a linda cena numa daquelas fotinhos ruinzinhas de 1.2 megapixel, ou ficava olhando e registrava a imagem só nas minhas retinas. Optei pela alternativa 2. Lola, Sebastiana e Fidel ficaram uns 3 minutos bebendo água juntos no pote amarelo. Quem tem cachorro em casa sabe que isso é raro. E lindo.

"O verão é a verdade do sol"

Achei o tal texto sobre o qual falo no post abaixo: é do Rubem Braga. Viva o gúgol, o oráculo dos nossos tempos.


Chegou o verão, e há o que sempre houve: casais que estremecem, confusões conjugais e extra, ansiedade esparsa, caju e abacaxi, viagens bruscas, suaves delírios, telefonemas esquisitos, noitadas vãs. Tudo isso é o verão, e o verão é a verdade do sol. Queimam-se as mulheres. Umas se fazem cor de cobre, outras se doiram, em outras repontam discretamente sardas ao longo do corpo, como estrelas ao crepúsculo. Reparem bem esta comparação: é obviamente ruim mas é tipicamente de verão, e o verão em si não é mau, nem bom. É a nossa profunda, verdadeira verdade.

Viva o verão

Fatos marcantes aconteceram na minha vida ao longo deste ano nas épocas de mudança de estação. Pois o verão acaba de chegar, e é muito bem-vindo. Lembro de um texto que li há muito tempo que dizia que o verão não é mau, nem bom, e sim a nossa mais verdadeira verdade. E hoje cedo enquanto passava hidratante nas minhas áreas-rosbife e lamentava não poder ir à praia, pensei em duas listas especiais sobre o verão.

Coisas que eu adoro nessa estação:

1) Ir à praia, é óbvio;
2) sandalinhas baixinhas e vestidinhos soltos;
3) os corpos mais visíveis;
3) dias longos e noites quentes;
5) a sensação de estar em férias mesmo não estando.

E as coisas que eu não gosto:

1) Congestionamentos no trânsito, na fila do pão, na escada rolante do xópin, no banheiro do bar, nos restaurantes (gente demais por tudo, em suma);
2) garçons se jogando na frente dos carros com o cardápio dos restaurantes, na avenida das Rendeiras (e a moda já pegou aqui no Norte da Ilha);
3) gente tosca que deixa lixo na praia (muita cara de pau);
4) turista que acha que só porque é turista pode tudo, como sair gritando pelado de madrugada, ouvir axé ou música gauchesca no último volume com o porta-malas do carro aberto ou fazer churrasco de fogo de chão no terreno em frente à minha casa (essa última cena surreal aconteceu no verão passado);
5) não estar em férias, mesmo tendo a sensação de que estou (snif).

sábado, 20 de dezembro de 2008

Sabedoria baiana

Meu querido tio Beto sempre me diz que banho de mar e água de coco curam qualquer coisa. E se ontem fiquei de mau humor por causa de uma palhaçada que fizeram comigo, devo dizer depois desse praião, desse marzão, de umas gargalhadas e de dois copos de água de coco: tou nova. A vida é bela.

[Apesar de eu estar parecendo um rosbife.]

Um post sem foto

Recomendação do tatuador: não pegar sol na tatuagem por um período de 20 a 30 dias após o procedimento. Hoje ela fez quatro semanas no meu ombro, e lá fui eu estreá-la à beira do mar de Jurerê. Nela, bloqueador 50. No corpo branquelo, sem nem vestígio da marca de biquíni do ano passado, filtro 15. Resultado, depois de quatro horas estatelada e fofocando na areia: pareço um rosbife. Mais uma vez recebi o atestado de colonice: pés rosa. Respeitável público, este post vai sem foto, ok? hahahah

Lições:

1) devia ter passado bloqueador 50 no corpo todo;
2) devia ter ido para a praia mais cedo e não ao meio-dia; ou
3) devia ter ido para a praia depois das 16h, e não ao meio-dia;
4) devia ter reaplicado o filtro solar mais vezes;
5) devia ter ficado embaixo do guarda-sol.

E viva o hidratante... ai ai ai. Mas fora as seqüelas leves, foi um excelente primeiro dia de praia da temporada. Que venham os outros. =D

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Palavrinha do dia: grandeza

Tem aquele ditado que diz algo tipo "quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu gosto dos gatos". Permitam-me sutis adaptações: posso até não chegar a conhecer realmente uma pessoa até cair na real, mas quando caio na real isso me faz consolidar minha admiração por aquelas que realmente conheço. E, é claro, minha admiração e amor incondicional pelos meus cachorros. Minhas pessoas e meus cachorros jamais me darão sapatadas.
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puxa pelo nariz
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solta pela boca
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Pronto, passou. Bora dormir cedo pra ir pra praia amanhã.

[Tati, beijo!]

Aquelas coisas inexplicáveis que fazem todo sentido

Caco Barcellos esteve em Florianópolis lançando o livro-reportagem "Abusado" uns dias antes do meu aniversário, em setembro de 2003. Frank aproveitou bem o ensejo e me presenteou com um exemplar autografado do livro, no qual o mestre Caco escreveu algo como "Para Ana Paula, muito obrigado por apreciar o meu trabalho. Um abraço, Caco Barcellos". Mas nem precisava ser autografado para eu pirar tanto no livro, onde ele conta a história do traficante carioca Marcinho VP e com isso me ensinou muita coisa sobre uma realidade cheia de complexidades do país onde vivo. Devorei o calhamaço de quase 600 páginas em algumas viagens de ônibus entre casa e trabalho. E aquele mesmo exemplar foi lido por mais umas dez pessoas - da família, amigos e colegas do trabalho.

Eu tenho o hábito de passar pra frente livros que já me serviram e que podem ser úteis para outras pessoas. Mas alguns eu guardo embrulhados em papel dourado, e o do Caco era um desses. Só que um dia fui à minha estante procurá-lo, e... cadê? Sumiu. Imaginei que devia estar emprestado. Disparei telefonemas, e-mails e scraps de Orkut para todas as pessoas para quem possivelmente ou impossivelmente eu poderia tê-lo emprestado. Não tive o retorno que esperava. E foi assim que meu exemplar autografado do livro do Caco Barcellos misteriosamente sumiu, levado daqui da minha estante por mãos de alguém que não faço a mínima idéia de quem seja. Isso já faz uns três anos, no mínimo.

Enviuvei do livro. Estive com exemplares novos nas mãos em várias livrarias, mas nunca tive coragem de comprar. Já cheguei a anunciar, perto de datas festivas, que queria um novo de presente, mas nunca ninguém teve coragem de me dar. Cansei de espichar o olho para as novas edições expostas nas livrarias, mas nunca levei nenhuma pra casa. Era como se eu estivesse procurando um substituto para um bicho de estimação que morreu - considerando que os bichos de estimação são sempre insubstituíveis.

O mundo deu suas voltas, muitas voltas aceleradas inclusive, e eu entrei para o amigo secreto organizado pela Cris-Fiona entre 12 blogueiras de vários lugares do país, com a mediação do bem-sacado http://www.amigosecreto.com.br/. A querida Fi, com quem eu vinha trocando contatos pelos nossos blogs e pelo bazar dela, conseguiu reunir um grupo muito bacana. No site cada uma preenchia seu perfil e indicava uma lista de presentes que gostaria de ganhar. Eu fiz uma lista grandinha, versátil e com uma boa dose de cara de pau: pedi perfume de 300 reais, secador de cabelo com emissor de íons, cadeira de praia e uma chaleira vermelha. Pedi também alguns cds, alguns dvds e alguns livros... entre eles o do Caco. Mas não tornei pública a minha história triste com o livro perdido.

No fim das contas a minha amiga secreta era a própria Fiona - o que adorei, já que isso veio reforçar uma amizade que a distância está sendo construída de um jeito muito bacana. Fui ao correio buscar minha caixinha e quando senti o peso do pacote deu um frio na barriga. Pensei de cara "não acredito, a Fi me mandou o 'Abusado'." Entrei no carro e travei uma batalha com aqueles durex indescoláveis com que o pessoal dos correios veda as encomendas Sedex. Depois de esfaquear a caixa com a chave do carro, me deparei com uma caixinha de chocolates chamados "Gotas de Felicidade"; por cima, embrulhado em papel de seda branco, o dvd da Amy Winehouse gravado em Londres (uhú!); e por baixo, o lastro da caixa... ele. Um exemplar reluzente da 19a edição de "Abusado". No meio de tudo, uma cartinha manuscrita da Fiona, transbordante de bom humor, delicadeza e carinho.

Ela pensou em me mandar a felicidade em gotas, mas na verdade mandou felicidade em baldes. O autógrafo material do Caco não sei onde foi parar, mas ficou guardado no meu coração. E o meu exemplar novo vai ser novamente devorado, mas dessa vez não a caminho do trabalho. Meus planos para ele envolvem biquíni, cadeira de praia e guarda-sol. Adorei essas últimas voltas que o mundo deu.

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[Felicidade em baldes pra cá, felicidade em baldes pra lá: a minha amiga secreta era a Bárbara, que pediu um dos livros recém-lançados da Stephenie Meyer. Mandei-lhe logo os dois, com mais um par de ingressos para a pré-estréia, hoje, do filme "Crepúsculo", baseado em um dos livros. Todo dia a caminho do trabalho eu passo por uns três outdoors do filme e fico imaginando que lá em São Paulo a Bárbara também está feliz com o presente que eu mandei.]