domingo, 28 de dezembro de 2008

Noronha? Não, Floripa mesmo

Faz bem mais de dez anos que estive pela primeira vez na Lagoinha do Leste. Mas dar de cara com esse visual depois de duas horas de caminhada difícil sempre dá um nozinho na garganta. É ou não é um sonho?

[Conheço cinco das dez praias classificadas como as melhores do Brasil pelo Guia de Praias 2009. Acho que sou uma privilegiada. E coloquei como meta conhecer pelo menos mais uma da lista até o final de 2009.]

sábado, 27 de dezembro de 2008

Destruída, mas feliz

Feriadão de Natal passado em família tem tido programação intensa, pecadinhos gastronômicos, biritas de crasse, horários desregulados, praião e muita gargalhada. Só tenho ligado o computador para botar as caixas de som a balançar. E hoje especificamente passei 12 horas na rua, numa caminhada pancadona até a Lagoinha do Leste - ida pelo Matadeiro, volta pelo Pântano do Sul, com direito a almojanta no Arante. Arrebentei meu joelho - escrevo este post com um saquinho de gelo em cima do pobrezinho tão maltratado. Mas sobrevivi. E dá licença que vou ligar o som.

[aguardem as fotos]

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Pensando bem

O problema não é errar. O erro em si. O problema é errar e persistir no erro. Quem tem grandeza e caráter também erra, mas tem humildade para admitir o erro e repará-lo. Pois eu soube que a pessoa que me aborreceu na sexta-feira também ficou muito triste depois do episódio infeliz. Hoje nos encontramos rapidamente na saída do trabalho e trocamos votos de feliz Natal. Acho que vamos poder voltar a sorrir um pro outro. A vida, afinal, é bela.

Que alívio

Peço licença à Andréa, super autoridade no assunto, para recomendar um produtinho que conquistou seu espaço na minha nécessaire de verão. Como não tinha em casa nenhum creme específico para usar depois da exposição ao sol, recorri a esse creminho de lavanda e camomila, da linha Softlotion da Johnson&Johnson, para manter hidratadas as minhas áreas-rosbife depois do torrão de sábado. Pois olha que melhorei bastante e não vou descascar. Mil vantagens: é cheiroso, baratinho, fácil de achar em qualquer supermercado e tem uma textura ótima. Adorei.

Amy às avessas

Tentaram mandar Amy Winehouse para a reabilitação e todo mundo sabe o que ela respondeu - e um dos resultados disso foi o incensadíssimo e premiado hit "Rehab", no não menos incensado e premiado álbum "Back to Black".

Pois comigo foi o contrário: minha psicoterapeuta quis me dar alta. I said no, no, no. E marquei a próxima sessão para a primeira semana de janeiro.

[Aliás, acho que dizer no, no, no foi um dos grandes aprendizados de 2008.]

domingo, 21 de dezembro de 2008

Lindos

Ou eu saía pra pegar o celular e tentava voltar a tempo de registrar a linda cena numa daquelas fotinhos ruinzinhas de 1.2 megapixel, ou ficava olhando e registrava a imagem só nas minhas retinas. Optei pela alternativa 2. Lola, Sebastiana e Fidel ficaram uns 3 minutos bebendo água juntos no pote amarelo. Quem tem cachorro em casa sabe que isso é raro. E lindo.

"O verão é a verdade do sol"

Achei o tal texto sobre o qual falo no post abaixo: é do Rubem Braga. Viva o gúgol, o oráculo dos nossos tempos.


Chegou o verão, e há o que sempre houve: casais que estremecem, confusões conjugais e extra, ansiedade esparsa, caju e abacaxi, viagens bruscas, suaves delírios, telefonemas esquisitos, noitadas vãs. Tudo isso é o verão, e o verão é a verdade do sol. Queimam-se as mulheres. Umas se fazem cor de cobre, outras se doiram, em outras repontam discretamente sardas ao longo do corpo, como estrelas ao crepúsculo. Reparem bem esta comparação: é obviamente ruim mas é tipicamente de verão, e o verão em si não é mau, nem bom. É a nossa profunda, verdadeira verdade.

Viva o verão

Fatos marcantes aconteceram na minha vida ao longo deste ano nas épocas de mudança de estação. Pois o verão acaba de chegar, e é muito bem-vindo. Lembro de um texto que li há muito tempo que dizia que o verão não é mau, nem bom, e sim a nossa mais verdadeira verdade. E hoje cedo enquanto passava hidratante nas minhas áreas-rosbife e lamentava não poder ir à praia, pensei em duas listas especiais sobre o verão.

Coisas que eu adoro nessa estação:

1) Ir à praia, é óbvio;
2) sandalinhas baixinhas e vestidinhos soltos;
3) os corpos mais visíveis;
3) dias longos e noites quentes;
5) a sensação de estar em férias mesmo não estando.

E as coisas que eu não gosto:

1) Congestionamentos no trânsito, na fila do pão, na escada rolante do xópin, no banheiro do bar, nos restaurantes (gente demais por tudo, em suma);
2) garçons se jogando na frente dos carros com o cardápio dos restaurantes, na avenida das Rendeiras (e a moda já pegou aqui no Norte da Ilha);
3) gente tosca que deixa lixo na praia (muita cara de pau);
4) turista que acha que só porque é turista pode tudo, como sair gritando pelado de madrugada, ouvir axé ou música gauchesca no último volume com o porta-malas do carro aberto ou fazer churrasco de fogo de chão no terreno em frente à minha casa (essa última cena surreal aconteceu no verão passado);
5) não estar em férias, mesmo tendo a sensação de que estou (snif).

sábado, 20 de dezembro de 2008

Sabedoria baiana

Meu querido tio Beto sempre me diz que banho de mar e água de coco curam qualquer coisa. E se ontem fiquei de mau humor por causa de uma palhaçada que fizeram comigo, devo dizer depois desse praião, desse marzão, de umas gargalhadas e de dois copos de água de coco: tou nova. A vida é bela.

[Apesar de eu estar parecendo um rosbife.]

Um post sem foto

Recomendação do tatuador: não pegar sol na tatuagem por um período de 20 a 30 dias após o procedimento. Hoje ela fez quatro semanas no meu ombro, e lá fui eu estreá-la à beira do mar de Jurerê. Nela, bloqueador 50. No corpo branquelo, sem nem vestígio da marca de biquíni do ano passado, filtro 15. Resultado, depois de quatro horas estatelada e fofocando na areia: pareço um rosbife. Mais uma vez recebi o atestado de colonice: pés rosa. Respeitável público, este post vai sem foto, ok? hahahah

Lições:

1) devia ter passado bloqueador 50 no corpo todo;
2) devia ter ido para a praia mais cedo e não ao meio-dia; ou
3) devia ter ido para a praia depois das 16h, e não ao meio-dia;
4) devia ter reaplicado o filtro solar mais vezes;
5) devia ter ficado embaixo do guarda-sol.

E viva o hidratante... ai ai ai. Mas fora as seqüelas leves, foi um excelente primeiro dia de praia da temporada. Que venham os outros. =D

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Palavrinha do dia: grandeza

Tem aquele ditado que diz algo tipo "quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu gosto dos gatos". Permitam-me sutis adaptações: posso até não chegar a conhecer realmente uma pessoa até cair na real, mas quando caio na real isso me faz consolidar minha admiração por aquelas que realmente conheço. E, é claro, minha admiração e amor incondicional pelos meus cachorros. Minhas pessoas e meus cachorros jamais me darão sapatadas.
*
*
*
puxa pelo nariz
*
*
*
solta pela boca
*
*
*
Pronto, passou. Bora dormir cedo pra ir pra praia amanhã.

[Tati, beijo!]

Aquelas coisas inexplicáveis que fazem todo sentido

Caco Barcellos esteve em Florianópolis lançando o livro-reportagem "Abusado" uns dias antes do meu aniversário, em setembro de 2003. Frank aproveitou bem o ensejo e me presenteou com um exemplar autografado do livro, no qual o mestre Caco escreveu algo como "Para Ana Paula, muito obrigado por apreciar o meu trabalho. Um abraço, Caco Barcellos". Mas nem precisava ser autografado para eu pirar tanto no livro, onde ele conta a história do traficante carioca Marcinho VP e com isso me ensinou muita coisa sobre uma realidade cheia de complexidades do país onde vivo. Devorei o calhamaço de quase 600 páginas em algumas viagens de ônibus entre casa e trabalho. E aquele mesmo exemplar foi lido por mais umas dez pessoas - da família, amigos e colegas do trabalho.

Eu tenho o hábito de passar pra frente livros que já me serviram e que podem ser úteis para outras pessoas. Mas alguns eu guardo embrulhados em papel dourado, e o do Caco era um desses. Só que um dia fui à minha estante procurá-lo, e... cadê? Sumiu. Imaginei que devia estar emprestado. Disparei telefonemas, e-mails e scraps de Orkut para todas as pessoas para quem possivelmente ou impossivelmente eu poderia tê-lo emprestado. Não tive o retorno que esperava. E foi assim que meu exemplar autografado do livro do Caco Barcellos misteriosamente sumiu, levado daqui da minha estante por mãos de alguém que não faço a mínima idéia de quem seja. Isso já faz uns três anos, no mínimo.

Enviuvei do livro. Estive com exemplares novos nas mãos em várias livrarias, mas nunca tive coragem de comprar. Já cheguei a anunciar, perto de datas festivas, que queria um novo de presente, mas nunca ninguém teve coragem de me dar. Cansei de espichar o olho para as novas edições expostas nas livrarias, mas nunca levei nenhuma pra casa. Era como se eu estivesse procurando um substituto para um bicho de estimação que morreu - considerando que os bichos de estimação são sempre insubstituíveis.

O mundo deu suas voltas, muitas voltas aceleradas inclusive, e eu entrei para o amigo secreto organizado pela Cris-Fiona entre 12 blogueiras de vários lugares do país, com a mediação do bem-sacado http://www.amigosecreto.com.br/. A querida Fi, com quem eu vinha trocando contatos pelos nossos blogs e pelo bazar dela, conseguiu reunir um grupo muito bacana. No site cada uma preenchia seu perfil e indicava uma lista de presentes que gostaria de ganhar. Eu fiz uma lista grandinha, versátil e com uma boa dose de cara de pau: pedi perfume de 300 reais, secador de cabelo com emissor de íons, cadeira de praia e uma chaleira vermelha. Pedi também alguns cds, alguns dvds e alguns livros... entre eles o do Caco. Mas não tornei pública a minha história triste com o livro perdido.

No fim das contas a minha amiga secreta era a própria Fiona - o que adorei, já que isso veio reforçar uma amizade que a distância está sendo construída de um jeito muito bacana. Fui ao correio buscar minha caixinha e quando senti o peso do pacote deu um frio na barriga. Pensei de cara "não acredito, a Fi me mandou o 'Abusado'." Entrei no carro e travei uma batalha com aqueles durex indescoláveis com que o pessoal dos correios veda as encomendas Sedex. Depois de esfaquear a caixa com a chave do carro, me deparei com uma caixinha de chocolates chamados "Gotas de Felicidade"; por cima, embrulhado em papel de seda branco, o dvd da Amy Winehouse gravado em Londres (uhú!); e por baixo, o lastro da caixa... ele. Um exemplar reluzente da 19a edição de "Abusado". No meio de tudo, uma cartinha manuscrita da Fiona, transbordante de bom humor, delicadeza e carinho.

Ela pensou em me mandar a felicidade em gotas, mas na verdade mandou felicidade em baldes. O autógrafo material do Caco não sei onde foi parar, mas ficou guardado no meu coração. E o meu exemplar novo vai ser novamente devorado, mas dessa vez não a caminho do trabalho. Meus planos para ele envolvem biquíni, cadeira de praia e guarda-sol. Adorei essas últimas voltas que o mundo deu.

---

[Felicidade em baldes pra cá, felicidade em baldes pra lá: a minha amiga secreta era a Bárbara, que pediu um dos livros recém-lançados da Stephenie Meyer. Mandei-lhe logo os dois, com mais um par de ingressos para a pré-estréia, hoje, do filme "Crepúsculo", baseado em um dos livros. Todo dia a caminho do trabalho eu passo por uns três outdoors do filme e fico imaginando que lá em São Paulo a Bárbara também está feliz com o presente que eu mandei.]

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Um beijo pra Fiona



Balada diurna em Jurerê, com tempinho nubla-faz-sol-nubla-de-novo, sempre com muito vento. Cenário perfeito pra gente inaugurar os vestidos do Bazar da Fiona! Tati no modelo rosa outonal com folhinhas caindo e eu no rodadíssimo e confortabilíssimo e fofíssimo roxo com verde. Super dia. Fiona, ontem nós fomos assim. E a mulherada que estava conosco na festa vai invadir teu bazar...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Palavrinha do dia: preguiça

Acho que é por isso que esse bichinho é chamado de "preguiça": não propriamente por se mover devagar, mas por ter essa carinha fofa e sorridente. Porque eu acho que a preguiça sorri. Para mim, hoje, pelo menos, tá sorrindo demaaaaaaais...

Sempre que eu comento sobre essa dificuldade eventual de acordar de manhã - o que inevitavelmente dá uma certa culpinha - minha mãe fala que nessa época do ano está mesmo todo mundo cansado, e que meu problema é esse: cansaço, e não preguiça. Hoje ela não está aqui, mas certamente faria esse comentário. Até acho que ela não está errada - afinal, foi um ano intenso. E hoje enquanto tentava acordar e o colchão me puxava de volta comecei a fazer um balanço do ano pensando no que publicaria aqui no blog. Vou deixar a empreitada pra depois, não porque tenha muita coisa, mas porque hoje as mãos estão pesaaaaaaaaadas...
-
[Bom, vou passar um café para o dia começar. E bom dia para todo mundo! =D]

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

...até descarregar o tambor

Acabo de ouvir Lenine e banda cantando a ótima "O Atirador", em transmissão ao vivo pelo celular do André, que está no show em Curitiba, no Teatro Guaíra. No ano passado, na turnê do álbum acústico, André e eu assistimos juntos ao show desse pernambucano que eu amo aqui no Floripa Music Hall, de camarote - num golpe de sorte do destino. Algumas coisas mudaram nas nossas vidas entre o ano passado e hoje, mas tanto eu quanto o André continuamos curtindo muito o cara. Tanto que hoje ele está lá, a duas quadras do novo endereço na nova cidade, assistindo ao novo show, e eu agora única humana aqui no mesmo endereço, mas igualmente cheia de novidades em comparação com um ano atrás. Estamos os dois mais felizes e o Lenine continua embalando nossas trilhas sonoras. Como infelizmente não poderei ir ao show de amanhã aqui em Floripa, posto a foto que tiramos no ano passado, gentilmente presenteada pelo querido Cris Prim, colega dos tempos da faculdade na UFSC.

[Nem sei se precisa legenda, mas o cara com camisa do Glenn Hughes é o André, meu irmão caçula, o do meio é o Lenine e a da direita com a lata em posição sou euzinha.]

Antídotos contra o tédio de congestionamento

1) Transporte solidário/carona para a amiga: garante boas risadas enquanto assuntamos e lemos o horóscopo da Marie Claire com as previsões para 2009, entre outros temas relevantes dessa prestigiosa publicação de origem francesa;

2) música: tem que ser animada e boa de cantar alto. Hoje foi Funk Como le Gusta. Mas não pode ter vergonha dos carros vizinhos e tem que cantaaaaaaar mesmo;

3) telefone celular: tá, é infração falar enquanto dirige, mas como a fila fica parada praticamente o tempo todo dá pra ligar pra mãe, pra amiga, marcar horário no salão ou avisar o chefe que vai atrasar por causa do trânsito;

4) observar o comportamento das pessoas: nessa minha recente experiência de filas e filas, tou juntando uma série de cases que talvez virem posts;

5) nutrientes: sempre é bom ter uma garrafinha de água e comidinhas como bombons Raffaello ou barrinhas Nutry de coco com chocolate. Distraindo as mandíbulas o tempo passa mais rápido.

Mas justiça seja feita: hoje gastei duas horas só na ida. Na volta, pista liberada. Antes da chuva, é claro.

E amanhã? Wish me luck.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Tudo continua a lesma lerda

George é um tartarugo ancião - tem cerca de 85 anos - que ao que tudo indica é o último de sua espécie. Ele vive sua vida solitária em Galápagos, o arquipélago do Pacífico onde Charles Darwin colheu as bases para sua Teoria da Evolução. Consta também que o tartarugo George move-se à estonteante velocidade de 30 metros por hora.

Pois eu senti uma incrível empatia com George, hoje, voltando do Centro para minha casa no Norte da Ilha - em cujo caminho tinha uma pedra. É, tinha uma pedra. Tiraram a tal da pedra e todos os seus caquinhos. Anunciaram que iam liberar a rodovia, parcialmente, monitorando o trânsito para evitar congestionamentos. Eu acreditei. Parei na ponta da fila às 20h55. Saí lá do outro lado às 22h25.

George, pelo menos, mora em Galápagos. Eu continuo morando em Frogville. Haja saco.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Minha irmã desgarrada

No meio do tumulto que foi minha volta pra casa no final de semana do dia 22, quando eu estava em Curitiba, deu enchente, a BR-101 ficou toda quebrada, não passava nada, etc, etc, etc, e eu consegui comprar uma passagem de avião na madruga, olha só com quem eu dei de cara na livraria Laselva do aeroporto de Curitiba: Janine, minha irmã desgarrada, que voltava de Belrizonte e estava em conexão. Foi ótimo porque o vôo atrasou e nós botamos a vida em dia entre alguns cappuccinos enormes e os cigarrinhos dela. Janie, nem te mandei a foto ainda, mas vai ela postada aqui junto com um beijo. E a patinha, tá melhor? hahaha

Hecatombes fashion

Fui ao shopping Iguatemi comprar um presentinho de amigo secreto e acabei almoçando por lá. A praça de alimentação estava bem cheia. Enquanto eu esperava pacientemente que chamassem a senha que me conduziria à minha picanha premium com brócolis e arroz à grega, fiquei dando uma sacada no estilo das pessoas. Especificamente no caso das mulheres, observei que a moda - pelo menos a moda das vitrines e confecções possíveis - impõe algumas aberrações estéticas. Que, no entanto, são usadas como se fossem bonitas. Alguns casos:

1) Calça fusô com vestido por cima: socorro. Mil vezes socorro. Esse modelo não fica bem em ninguém, nem em quem tem pernas estilo Ana Hickmann. Eu acho que as mulheres deviam fazer uma convenção e combinar para sempre que as calças desse tipo devem ficar restritas às academias e/ou outros ambientes onde se pratica atividade física. E sempre com tênis e complementos esportivos. Vestidinho com fusô e sapatilha deve ser confortável, mas é feio. Fusô de cor clara em perna grossa, então, é o fim da linha;

2) blusa curtinha e justinha em cinturinhas de ovo: óbvio que eu sou contra a ditadura da magreza. Mas uma blusa mais soltinha fica muito melhor em quem está com gordurinhas sobrando na barriga. E as batinhas estão na moda, poxa vida;

3) estampa de oncinha: não dá. Definitivamente não dá. Em qualquer peça, em qualquer cor e tamanho. Não rola;

4) tamanco lindo com salto de madeira e, sobre ele, uma juca que anda de joelho dobrado: amiga, você quer arrasar em cima do salto? Então treine em casa. Ou leve uma rasteirinha na bolsa pra quando cansar - porque sapato de salto sempre cansa. Mas andar de joelho dobrado nããããão dá;

5) tudo combinandinho demais: passou uma moça muito "bem apessoada" que, no entanto, de tão combinandinha, era o maior hecatombe de todos. Ela estava com um vestido azul-marinho, sapato de saltinho vermelho de verniz, cinto vermelho de verniz precisamente da cor do sapato, bolsa vermelha de verniz precisamente da cor do sapato e do cinto, e... óculos vermelhos idem! E unhas pintadas num tom que devia ser Gabrielle da Colorama - ou seja, vermelhíssimas. A alça da bolsa era... dourada!!! Azul com vermelho é ok, mas tudo tem limite, né?

domingo, 7 de dezembro de 2008

Um domingo de sol como há muito não fazia



Consegui ontem passar para o lado de cá da pedra. Não foi fácil. Mas estava com saudade de casa, da mãe e dos filhotes, então encarei as duas horinhas paradas no trânsito com uma paciência que geralmente não tenho. Hoje o dia ensolarado me inspirou a botar a cachorrada no chuveiro. Estão os três limpinhos e cheirosos, aproveitando o sol no gramado. Aproveitei para fazer umas fotos novas deles. Lá em cima, Fidel e Lola emparelhados, à espreita de alguma coisa na frente de casa. Embaixo, um sorriso da Sebastiana pra vocês, à sombra do pé de jaca.