sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Blue skies smiling at me (II)

A cor do céu ainda é como eu lembrava. Impressionante como revê-lo me deixou estranhamente otimista. Jardineiro agendado para domingo, meu quintal vai voltar a ficar bonito. Minha mãe vem para o final de semana e estamos combinando ajeitar algumas coisas em casa, para esperar as festas de fim de ano. Quando saí para o trabalho, os cachorros estavam preguiçosamente estatelados no gramado. Lola, em especial, fica muito feliz em dias de sol. Eu também. Vesti uma blusa alaranjada em homenagem ao astro-rei e segui alegremente pela SC-401 fazendo planos. E confiante de que todas as energias ruins vão se dissipar, estão se dissipando. Feliz com tudo o que eu tenho - é tanta coisa! - e com tudo o que ainda vou ter. Nothing but blue skies from now on.

Mesmo que volte a chover.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Xô, coisa ruim

Não custa tentar. Resolvi seguir a dica da Rafa no comentário do post abaixo e fiz uma lista de algumas coisas negativas das quais quero me afastar. E fiz outra lista com as coisas boas que quero que se concretizem. Por enquanto isso fica no arquivo de posts impublicáveis, mas quem sabe daqui a um ano eu não faço um balanço do que rolou...

Mente aberta, coração tranqüilo. E força na peruca!

Rafa, beijo pra ti!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Palavrinha do dia: paciência

Aquela que, como Lenine me ajudou a entender, eu finjo ter. Não sei até quando.

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
a vida não pára.

Enquanto o tempo acelera e pede pressa,
eu me recuso, faço hora, vou na valsa,
a vida é tão rara.

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
e a loucura finge que isso tudo é normal
eu finjo ter paciência.

O mundo vai girando cada vez mais veloz,
a gente espera do mundo e o mundo espera de nós
um pouco mais de paciência.

Será que é tempo que lhe falta pra perceber?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber? A vida é tão rara, tão rara

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
eu sei: a vida não pára.

Eu finjo

Santo Agostinho costumava dizer que “a recompensa da paciência é a paciência”. De fato, aquele que persevera, que cultiva a paciência, tende a conseguir os objetivos que almeja. Entretanto, mais importante do que conseguir algo externo que se deseja, o melhor de tudo é que desenvolver a paciência tornará você uma pessoa muitíssimo mais virtuosa, Ana. O quinto hexagrama do I Ching surge lembrando que é preciso esperar um pouco. Você já inaugurou o movimento de conquista, já pôs as engrenagens em andamento, agora lhe resta esperar pacientemente que a planta brote. Justamente por isso, é importante que você não se permita levar por inseguranças infundadas, nem tampouco por uma tola ansiedade. Dê tempo ao tempo e tenha fé. As coisas acontecerão conforme você deseja, mas você precisará saber esperar e com o tempo perceberá que esta espera trouxe apenas prazer e felicidade. Muita paz de espírito advém de quando aprendemos a desenvolver as importantes virtudes da paciência. Siga em frente, com fé.

Ok, podem me dizer que é bobagem, que essas coisas de internet são um embuste, etc, etc, etc. Mas já faz muito tempo - muito tempo - que eu jogo o IChing no Personare e essa mensagem acima se repete. E se repete, e se repete, e se repete. E eu finjo que tenho paciência. Mas estou começando a perder. Puxa pelo nariz. Solta pela boca.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Sabedoria popular


Meu avô materno era pescador artesanal na Lagoa. Minha mãe sempre conta que ele dizia que quando chovia na lua nova de agosto, isso era o início de um período chuvoso de sete luas novas. [Vale dizer que eu não o conheci; eu estava de oito meses na barriga da minha mãe quando vô Waldemiro morreu. Por isso as histórias que eu sei dele sempre têm a mãe ou os tios como mediadores. Mas eu acho que adoraria aprender as coisas todas que ele sabia.]

Resolvi folhear as páginas da agenda pra trás em busca de alguma anotação que me ajudasse a lembrar se na lua nova de agosto estava chovendo ou não. Precisei fazer uma equação entre agenda de papel e e-mails (viva o gmail) para lembrar que... sim, estava chovendo no dia 1o. de agosto, primeiro dia de lua nova daquele mês. O que me deu certeza disso foi uma troca de e-mails feita com um amigo que estava no Nordeste por esses dias - ele tirando onda por causa do sol e do calor, e eu reclamando da chuvarada. Bingo.

Bem, então se choveu na lua nova de 1o. de agosto, reza a sabedoria popular que o tempo instável vai durar até... fevereiro. E viva a TV a cabo. E viva o pay-per-view.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

the warning voice

I've got you under my skin
I've got you deep in the heart of me
So deep in my heart you're really a part or me
I've got you under my skin

I try so not to give in
I say to myself this affair never gonna go so well
But why should I try to resist when baby I know so well
That I've got you under my skin

I'd sacrifice anything come what might
For the sake of holding you near
In spite of the warning voice
That comes in the night
It repeats and it shouts in my ear
Don't you know, blue eyes, you never can win
Use your mentallity, wake up to reality

And each time that I do just the thought of you
Makes me stop before I begin
Cause I've got you under my skin


Letra de Cole Porter eternizada por Frank Sinatra (e na gravação que eu tenho, com Bono Vox). Hoje lembrei de novo dessa música e ela voltou a habitar minha cabeça. Ela e the warning voice. Oh céus.

domingo, 9 de novembro de 2008

Saludos

Cumprimentos (de chegada ou de despedida) de que eu gosto:

1) Um abracinho (Clarah Averbuck);
2) buenas e me espalho! nos pequenos dou de prancha, nos grandes dou de talho (capitão Rodrigo na obra de Érico Veríssimo);
3) hasta la vista, baby (o Exterminador do Futuro);
4) sinto privá-los de minha doce companhia (eu, na redação do jornal);
5) you say goodbye, I say hello... hello, hello... I don't knot why you say goodbye - I say hello (os besouros)

sábado, 8 de novembro de 2008

Relendo Machado

Capítulo XXXII - Olhos de ressaca

(...) - Deixe ver os olhos, Capitu.

Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, "olhos de cigana oblíqua e dissimulada". Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira; eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora na contemplação creio que lhe deu outra idéia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que...

Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade, do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá idéia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve.

.

Bom, é esse o trecho de "Dom Casmurro" em que Bentinho define os olhos de Capitu como "olhos de ressaca", num sentido bem diferente da minha interpretação no post abaixo. Quem me alertou para o fato de que a ressaca do Machado de Assis não era a ressaca que eu estava pensando foi a Adri, que está estudando essa obra no mestrado. Então achei bom, até para o autor não se revirar na sepultura, publicar aqui essa observação: os olhos da Capitu são como uma ressaca do mar; já os meus, eu continuo achando que são meio como os do Garfield - algo do tipo "me passei um pouco ontem, acabei de acordar e continuo com sono". Sem ofensa a Machado e à Capitu.

Em tempo: com essa, peguei o embalo e resolvi reler Dom Casmurro. Adri, beijo pra ti. =)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Hangover eyes


Às vezes eu acho que tenho olhos de ressaca, como imagino que seriam os da Capitu (do Machado). Nessa foto que o André fez lá no apê dele, em Curitiba, acho que era o caso. Ao fundo, com a luz estourada, o Passeio Público. E na minha mão direita, a xícara de café acabando. Mas tinha mais na garrafa. Recém-passado. A vida é bela.

Mano

Ele fez um recital de formatura no último sábado. Não pude ir. Mas o André foi e fez a foto. Mano tá se formando em Belas Artes, já engatilhando o mestrado. E cheio de alunos, o que é o mais lindo de tudo.

Oh my god

No fundo da máquina de lavar roupas encontrei uma nota de R$ 20. A tirinha prateada saiu todinha. Será que perdi vintão?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Cansei

Eu voltei pra casa abaixo dessa chuvarada do final do dia/início da noite pensando em contar aqui que:

1) Quando estava indo embora do Cefet, minha sandália arrebentou quando eu estava a cinco passos do carro. Por sorte, o gentlemen Rafa, que estava carregando umas tranqueiras para mim, me socorreu com o guarda-chuvas e me ajudou a chegar pulando até o carro, abrir o porta-malas e pegar a sapatilha que providencialmente mantenho por lá para eventualidades como essa;

2) ofereci ao Rafa uma carona até o Terminal, mas acho que se tivesse ido a pé ele chegaria em menos tempo, porque o trânsito estava infernal (mas vale o papo, né?);

3) resolvi ir do Terminal para casa pela Mauro Ramos, que estava completamente parada. Troquei o cd do ACDC pelo do Ben Harper pra aliviar o clima. Na segunda música do CD, Tati me liga com o conselho do dia: cara, não vai pro Norte agora porque a SC tá uma meleca, alagada, cheia de gente parando, chovendo forte pra caramba (ela mora no Norte também e tinha acabado de passar pelo perrengue);

4) consegui então entrar na General Bittencourt e seguir pela Hercílio Luz e praça dos Bombeiros até o Beiramar Shopping, onde talvez para compensar algum stress eu resolvi jantar light: double cheeseburguer com batata frita e suco de laranja do Bob's (sendo que o suco de laranja tem nada de laranja, é pura água com açúcar). Culpa da chuva, pensei;

5) pra matar tempo, paguei adiantado uma prestaçãozinha e fui dar uma olhada nas lojas. Uma sandalinha meia-boca na promoção estava por R$ 149. Hã? Na promoção, moça? No, thanks. Tentei então encontrar a Melissa perfeita para meu vestido novo. As moças da loja derrubaram as prateleiras e nenhuma era a Melissa perfeita. Botei meu nome na lista de espera para quando chegasse o modelo na numeração e cor que eu quero. Por pouco a chuva não me obrigou a fazer mais um rombinho no cartão de crédito.

Eu vim pensando em contar isso tudo. Mas cansei, simplesmente cansei de reclamar da chuva. Acho que vou começar a fazer de conta que não chove mais. Simples assim.

Tudo tem explicação científica

Se eu ainda tivesse aulas de física, hoje é um dia em que eu argumentaria veementemente com o professor: em algumas manhãs - como quando a gente acorda com gripe (é o caso) ou ressaca - a gravidade equivale a bem mais do que 9,8m/s. Difícil desgrudar da cama em decorrência disso. Afe.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Se um dia parar de chover...

...providências urgentes a tomar:

1) Banho caprichado nos filhotes, com posterior aplicação de bisnaguinhas contra parasitas;
2) contato com o jardineiro para cortar a grama antes que o Ibama considere o meu quintal como área de mata atlântica em estado primário de regeneração;
3) botar o carro pra lavar e encerar (com cera em pasta);
4) passar graxa branca no portão;
5) fazer o pé pra poder andar de sandalinha com pé bonitinho.

E mais uma se o André vier no find:

6) um churrasco, porque a churrasqueira já tá ficando triste de tão vazia.

Dois livros


O incansável pessoal do Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul lança nesta quarta-feira, na Feira do Livro de Porto Alegre, o livro "Jornalismo ambiental: desafios e reflexões", organizado pela professora Ilza Girardi e pelo colega Reges Schwarb. O material reúne os textos que foram apresentados no ano passado, no II Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, realizado lá mesmo em Porto. E como eu apresentei trabalho no evento, sou uma das autoras desse livro, com o texto que produzi a partir da minha dissertação de mestrado. Infelizmente não poderei participar do lançamento, marcado para as 18h30, mas quem estiver por lá pode dar uma passadinha. Mais informações aqui.

E por coincidência, na quarta-feira passada foi lançado outro livro do qual sou co-autora: "Besc: reestruturação de valor", uma reportagem produzida a partir de um projeto muito bacana do meu amigo e meio-chefe Jacques Mick, na qual contamos como esse banco estadual saiu do quadro de prejuízo e da lista de privatizações do governo FHC, tendo sido mantido público com a incorporação [em curso] pelo Banco do Brasil. Eu ainda não tinha feito a propagandinha aqui porque não consegui buscar as fotos do evento de lançamento, promovido pela Quorum. Mas aproveitando o ensejo, tá falado e as fotos ficam pra depois.

domingo, 2 de novembro de 2008

Faltou contar essa

Essa eu já contei pra várias pessoas presencialmente, mas faltou contar aqui no blog.

Well. Todos sabem que agora eu trabalho no Cefet-SC, concursada, efetiva e tals. E aconteceu há uns dias a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, ocasião em que o Cefet-SC monta um tipo de feira tecnológica ali no Largo da Alfândega (coração da cidade, pra quem não conhece Floripa).

Eu estava no estande do setor de EAD (educação a distância). Logo na frente do nosso estande estava o pessoal da Eletrotécnica. Esse era um dos mais visitados da feira, porque tinha um monte de engenhocas legais. Uma das sensações era um aparelho esquisito que tinha uma esfera de metal e que gerava eletricidade estática (acho que é isso). As pessoas colocavam a mão na tal da esfera e o cabelo ficava arrepiado. Engraçadésimo. A molecada das escolas que visitava a feira se divertia pra valer com aquele troço.

E o moço bonito do estande me olhava, me olhava, e eu percebia, e todo mundo fazia que nada era nada. E eu comentava com o Rafa, meu novo amigo de infância que estava comigo no nosso estande, que morria de medo de choque elétrico. E que jamais colocaria a mão naquele troço de metal porque imaginava que aquilo dava choque.

Até que no terceiro dia de feira eu 'invadi' o estande vizinho para bater umas fotos dos alunos da EAD/UAB (Universidade Aberta do Brasil) que vieram de seis municípios-pólo para participar do encontro. E o moço bonito do estande vizinho me disse "hoje tu vem aqui", apontando pro negócio que arrepiava o cabelo dos adolescentes. "Nem que me pague", respondi, rindo.

Pois o movimento na feira por fim diminuiu e ficamos eu e a Dálete, minha nova amiga de infância que estava comigo no nosso estande, batendo papo e olhando blogs legais. O moço bonito do estande vizinho uma hora olhou pra mim e fez um sinal de "vem cá". "Nem que me pague, morro de medo de choque", respondi. A Dálete me lançou um olhar fulminante e me sentenciou falando pelo meio dos dentes: "Vai lá, Ana. A-gooooraaa!!!"

Fui. Vergonha. Mão, metal e tals. Ligou a máquina. Meu cabelo... ficou exatamente do jeito que estava. Absolutamente nããããão arrepiou!

O moço bonito não se conformou. Eu mandei "ah, eu pago quase 200 reais pra deixar meu cabelo liso... e tu achas que ele vai arrepiar por qualquer coisa?"

Hahahaha

Bom, de fato o tratamento químico para alisar é bom. Mas depois disso eu não vi mais o moço bonito. Nem na feira e nem no Cefet.

Infelizmente.

Lennon & McCartney

If I fell in love with you
Would you promise to be true
And help me understand?
Cause I've been in love before
And I found that love was more than just holdin' hands

If I give my heart to you
I must be sure
From the very start that you
Would love me more than her [him]

If I trust in you, oh, please
Don't run and hide
If I love you too, oh, please
Don't hurt my pride like her [him]

Cause I couldn't stand the pain
And I would be sad
If our new love was in vain

So I hope you see that I
Would love to love you
And that she [he] will cry
When she [he] learns we are two

Colete novo

Voltando de um delicioso e divertidíssimo almoço em família na casa das Gomes Ambros, que me acolheram amavelmente como agregada, resolvi passar no Imperatriz para comprar umas coisinhas que enchessem a geladeira - que estava uma igreja. Salada verde, umas frutas, ovos e umas cervejinhas já eram o suficiente para que ela voltasse a ser digna de uma casa habitada. Mas antevendo a preguiça de fazer almoço amanhã, cometi a estupidez de acrescentar à cestinha uma lasanha que sei que é horrorosa e um daqueles pratos prontos da Sadia - que até são gostosos, mas de sadios não têm nada.

Enquanto estava na fila do caixa, observei que o Fulano ainda estava lá. Ele continua usando o colete "Estou aprendendo", mas também está menos atabalhoado - e eu já tinha constatado isso em outras vezes em que estive no supermercado. Pelo jeito vai conseguir o emprego.

Daí olhei pra minha cestinha. A despeito das frutas, observei a meia dúzia de Kaiser Gold (a R$ 1,19, uma pechincha) e as duas porcarias congeladas. Quero mandar fazer o colete: "Eu não aprendo nunca". Para ocasiões como essa. E para outras.

Anyway, trouxe as coisas pra casa e bola pra frente. Um dia eu deixo de comer comida ruim congelada. Já sobre a cerveja, não me garanto...

Comprinhas

As melhores dos últimos tempos:
1) O note Toshiba;
2) os coturnos da loja Túnel do Rock, em Curitiba;
3) o motor para o portão (em tempo de chuva é o que há);
4) o vestido roxo com verde no Bazar da Fiona;
5) a bolsa Everlast com luvinha de box pendurada.

Próximas, se tudo der certo:
1) A tatuagem (já agendada);
2) um biquíni;
3) uma cadeira de praia;
4) um par novo de Crocs;
5) uma câmera fotográfica.

Confessions on the keyboard - segunda rodagem

Pequenos pecados particulares:

1) Eu como a gordura da picanha; [gula]
2) 'ignoro' deliberadamente qualquer vendedor de coisas inúteis ou distribuidor de panfletos nos semáforos (se estou de óculos escuros me faço de surda; ou então faço cara de paisagem e deixo o cara falando sozinho como se eu não estivesse vendo nada). E me divirto com isso; [soberba]
3) já fiquei com alguém que tinha namorada, mesmo sabendo disso (a história não prosperou e eu juro que não me arrependo, embora não ache isso exemplar e nem pretenda repetir a empreitada. Vale dizer que isso aconteceu há bastante tempo); [luxúria]
4) já me achei a moça mais linda da festa (mas não dei bandeira); [soberba de novo]
5) já achei que escrevo melhor que a média das pessoas (inclusive muita gente que achava que sabia escrever hahahaha). [soberba de novo, ai meu deus]