Pós-graduação foi um tema recorrente ontem, envolvendo três amigas.
De manhã, a amiga 1 manifestava seu desânimo por não ter sido aprovada numa seleção de mestrado. Mais do que isso, estava indignada em função das evidências de que teria havido favorecimento na seleção.
No início da tarde, a amiga 2 apresentava sua dissertação, resultado de um período de três anos de muita aula e muita pesquisa.
No início da noite, a amiga 3 celebrava sua aprovação em um programa de mestrado muito concorrido em sua área, que vai envolver inclusive o cumprimento de alguns créditos numa instituição europeia.
Apesar da experiência frustrante, digo à amiga 1 que não desista: se esse programa adota critérios questionáveis para seleção, encontre um outro que seja idôneo e tente de novo. Se não conseguir mesmo assim, tente de novo.
À amiga 2, digo que em alguns dias estarás com uma espécie de síndrome do ninho vazio - saudade do stress, da tensão com a escrita, do cuidado com as amostras, enfim, da função toda. Mas tenho certeza de que logo isso vai passar. E o aprendizado - todo ele - será teu pra sempre. Quem conclui com êxito e seriedade um processo desse amadurece muito.
À amiga 3, reitero os parabéns. E aviso que, se entrar no curso é difícil, sair certamente será mais ainda. =)
[Aqui quem fala é alguém que ainda tem que comer muito arroz com feijão, mas que já fez uma especialização e um mestrado, está fazendo outro mestrado (sim) e namora um mestrando. E que acredita na filosofia macaquística de que quem fica parado é poste.]
2 comentários:
Muito bom!
A propósito,
acredita que na semana que vem já é a defesa da minha dissertação?
Nem estou acreditando. :)
Beijos!
Rafa
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