quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Eu na minha época

Não, eu não queria viver num mundo sem Internet, sem carro bicombustível, sem telefone celular, sem laptop com muita memória RAM, sem rede sem fio e sem a liberdade de resolver onde vou, o que faço, com quem convivo, se compro ou não compro, se como ou não como, se bebo ou não bebo. Eu prefiro viver na minha época, suando a camisa pra pagar as minhas contas básicas de subsistência e também as minhas cervejinhas importadas e melhor ainda as pousadas no feriadão (que hão de vir). No cinema os séculos anteriores ao 20 parecem muito glamurosos com aquelas mulheres de vestidão e cabelos arrumados, lencinhos e sombrinhas, delicadas e femininas. Mas decidi que gosto mesmo é da minha época, no meu século, que me permite montar provisoriamente meu escritório na praça de alimentação do shopping, resolver um monte de coisas e ainda por cima dar uma atualizadinha básica no meu blog que eu amo tanto mas que tem andado um pouco relegado. O frila vai acabar, o prazo tá aí, mas eu volto. Prometo.

[Dálete, minha companheira de época, um beijo. E também para todas as mulheres que como eu se desdobram em múltiplas e conseguem dar conta do recado - inclusive de ser feliz.]

4 comentários:

MALU, SIMPLES ASSIM disse...

Hoje é o Dia, Ana! :-)
Beijos.

Rafaela disse...

Passei!!!!

Consegui uma das 20 vagas para o mestrado em Ciência da Informação do Ibict/UFRJ! Estou muito feliz hoje!

Beijos (e obrigada pelo incentivo)
Rafa

(não repare a cópia, mas vou deixar uma mensagem assim lá no Vida de Frila também) :)

Tati disse...

Tá certo q qdo estou muito cansada (como hj) tem uma hora do dia q amaldiçoo a II Guerra e a necessidade das mulheres saírem pra trabalhar. Mas tb adooooro viver no nosso século! Concordo com tudo!!!
Mesmo ficando um tempão sem ver a minha amiga q tá trampando demaaais (e não gosta de carnaval).
Go, girl!! Força na peruca!!
Beijooo

Anônimo disse...

O chato do nosso tempo é que se quisermos viver integrados, temos que ter essas coisas todas não como opção, mas como necessidade. Somos escravos desses bagulhos todos.