Não, eu não queria viver num mundo sem Internet, sem carro bicombustível, sem telefone celular, sem laptop com muita memória RAM, sem rede sem fio e sem a liberdade de resolver onde vou, o que faço, com quem convivo, se compro ou não compro, se como ou não como, se bebo ou não bebo. Eu prefiro viver na minha época, suando a camisa pra pagar as minhas contas básicas de subsistência e também as minhas cervejinhas importadas e melhor ainda as pousadas no feriadão (que hão de vir). No cinema os séculos anteriores ao 20 parecem muito glamurosos com aquelas mulheres de vestidão e cabelos arrumados, lencinhos e sombrinhas, delicadas e femininas. Mas decidi que gosto mesmo é da minha época, no meu século, que me permite montar provisoriamente meu escritório na praça de alimentação do shopping, resolver um monte de coisas e ainda por cima dar uma atualizadinha básica no meu blog que eu amo tanto mas que tem andado um pouco relegado. O frila vai acabar, o prazo tá aí, mas eu volto. Prometo.
[Dálete, minha companheira de época, um beijo. E também para todas as mulheres que como eu se desdobram em múltiplas e conseguem dar conta do recado - inclusive de ser feliz.]
4 comentários:
Hoje é o Dia, Ana! :-)
Beijos.
Passei!!!!
Consegui uma das 20 vagas para o mestrado em Ciência da Informação do Ibict/UFRJ! Estou muito feliz hoje!
Beijos (e obrigada pelo incentivo)
Rafa
(não repare a cópia, mas vou deixar uma mensagem assim lá no Vida de Frila também) :)
Tá certo q qdo estou muito cansada (como hj) tem uma hora do dia q amaldiçoo a II Guerra e a necessidade das mulheres saírem pra trabalhar. Mas tb adooooro viver no nosso século! Concordo com tudo!!!
Mesmo ficando um tempão sem ver a minha amiga q tá trampando demaaais (e não gosta de carnaval).
Go, girl!! Força na peruca!!
Beijooo
O chato do nosso tempo é que se quisermos viver integrados, temos que ter essas coisas todas não como opção, mas como necessidade. Somos escravos desses bagulhos todos.
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