quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Good vibes

Barulho esquisito dentro de casa antes ainda de o despertador tocar. Fui averiguar achando que se trataria de alguma nova traquinagem canina. Um pardal pequenininho tinha entrado em casa e estava se esborrachando na janela do quarto do meio. Consegui encurralá-lo num cantinho da vidraça (meio difícil porque tem grade), segurei com cuidado em uma mão (ficou quietinho, o coraçãozinho tum-tum-tum), abri a porta da sala e soltei. Ele foi direto para a minha pitangueira predileta. Dizem que esse tipo de coisa é sinal de boa sorte. Tou achando que é mesmo.

[E já que acordei meia hora mais cedo, bom dia pra todo mundo. Partirei para mais um lindo dia de tarefas e de sol. Hoje, sem direito a prainha.]

2 comentários:

Fiona disse...

Que legal acordar assim. Bom dia pra vc, querida! Pena que não tem prainha. Se tiveres sorte demais, manda um pouco pra mim, que eu tô precisando ganhar em alguma aposta na lotérica!

Tava lembrando ontem da minha falta de sorte. Tenho um chaveiro cheio, e com todas as chaves iguais. Toda vez que entro em casa praticamente só acerto na última tentativa, 10 chaves depois. Aí vem aqueles pensamentos: piola...se eu participasse daqueles sorteios pra acertar a chave e ligar o carro, pra ganha-lo, tava ferrada da silva. Nunca ganho nada! Falta de sorte total. Mas é aquela coisa: azar no jogo, sorte no amor. Pelo menos isso!

beijo
To toda letrada hoje! Alias, ultimamente. Uma fome de escrever terrivel!

Maurício Oliveira disse...

Nossa, Ana, se é sorte estou abençoado. No dia em que chegamos da viagem, você acredita que veio um filhotinho de pardal em cima de uma das nossas malas, na esteira de devolução de babagem aqui do aeroporto de Floripa? Deve ter caído no trajeto entre o avião e a esteira. Peguei o bichinho e entreguei aos funcionários para que eles levassem a um lugar seguro. E ontem eu precisava distrair a Lígia em casa e falei "vamos lá fora procurar um piu-piu?" - e não é que tinha outro filhotinho de pardal caído na calçada, com a mãe desesperada por perto? Colocamos o pobrezinho no telhado, e de lá ele certamente se virou.